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Intimus convida a sociedade a apoiar a causa com pulseira-símbolo da data

Intimus, marca de cuidados femininos da Kimberly-Clark, vem atuando nos últimos anos com uma série de ações para ajudar a levar informações a respeito da menstruação, incentivando toda a sociedade a tratar o tema de forma natural para que as mulheres não sejam estigmatizadas por conta do ciclo menstrual. E, seguindo com as iniciativas, pelo segundo ano consecutivo a marca apoia o Dia da Higiene Menstrual, internacionalmente celebrado em 28 de maio, também conhecido como o Dia da Menstruação.
Em 2021, a data será celebrada por Intimus com um convite à sociedade: apoiar a causa por meio da pulseira da menstruação, que tem 28 bolinhas representando, cada uma, um dia do ciclo menstrual. Cinco bolinhas são pintadas de vermelho, marcando os dias da menstruação. O objetivo da ação é divulgar um símbolo do ciclo menstrual e continuar incentivando um diálogo aberto sobre o tema.
O dia 28 de maio, como data de conscientização global, e a pulseira da menstruação foram idealizados pela Wash United, organização alemã sem fins lucrativos, que tem como meta, até 2030, promover ações para que nenhuma menina ou mulher seja impedida de realizar seus sonhos por ficar menstruada.
“O Dia da Menstruação foi instituído internacionalmente para mostrar uma condição real de milhares de mulheres e meninas que vivem sem acesso a saneamento e informação sobre como lidar com a higiene menstrual. Alinhado ao propósito de Intimus, que tem como premissa atuar com ações para melhorar a relação das mulheres com a menstruação e o próprio corpo, queremos incentivar ações consistentes que auxiliem as pessoas que menstruam a terem acesso a informação e produtos de higiene”, afirma a head de marketing de Intimus, Fernanda Dayan.
Além da parceria com a Wash United, a marca se uniu à ONG Plan International, organização global que trabalha para promover os direitos da criança e a igualdade para as meninas. Brasil e Colômbia são os mercados impactados na América Latina, trazendo continuidade a um trabalho iniciado com a ONG em 2018 na Bolívia.
No Brasil, a marca apoia o projeto de capacitação Escola de Liderança para Meninas de Teresina, que inclui, entre outros temas, informações sobre autocuidado e saúde menstrual. Para o Dia da Menstruação, foi criada a campanha que visa questionar os estigmas da menstruação, na qual mulheres de comunidades da zona rural de Teresina foram convidadas para participar do projeto de capacitação sobre ciclo menstrual. A iniciativa tem possibilitado que 25 mulheres de três comunidades da zona rural de Teresina recebam apoio educacional e profissional na compra de materiais para confeccionar as pulseiras, com a finalidade de sensibilizar as comunidades sobre o tema e geração de renda local, disponibilizados de forma gratuita para mulheres e meninas da localidade.
“Quando apresentamos a menstruação como um processo fisiológico, social e também como um marcador de saúde, e não como um marcador do fim da infância, percebemos que existe um novo olhar das meninas sobre o próprio corpo. A gente não oferta só uma formação em saúde menstrual, mas falamos de gênero, de desigualdade, do controle sobre corpos, e partir disso falamos desde o processo fisiológico da menstruação até a pobreza menstrual”, afirma Joceline Conrado, facilitadora de projetos na Plan International Brasil.
Intimus e Plan também disponibilizaram seus sites (www.intimus.com.br e www.plan.org.br) e a cartilha Be-a-bá feminino, que traz informações sobre todas as fases do ciclo menstrual: menstruação, fase folicular, ovulação e fase lútea, bem como lidar com as cólicas e outras dicas sobre o tema.
Além disso, todas as ações de 2021 estão conectadas com o novo movimento da marca, #EuSouUmNovoCiclo, que conta com a geração Z para influenciar e ajudar a sociedade a questionar o estigma da menstruação e a lidar de forma mais positiva e natural com seu ciclo e seus corpos. O movimento tem acontecido em diversos países da América Latina (Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, Trinidad e Tobago e Uruguai).
Entre as ações que marcaram o movimento #EuSouUmNovoCiclo no Brasil estão o manifesto, criado pela agência Ogilvy, e a Casa do Novo Ciclo, evento em formato 100% digital idealizado pela agência PROS e realizado em abril, que contou com um time de oito influenciadoras de diferentes gerações. A programação da casa teve, entre outros temas, um encontro virtual para debater a pobreza menstrual, e contou com a participação da atriz e embaixadora da Plan International, Thainá Duarte, da influenciadora e ilustradora Nath Araújo, de Joceline Silva, Facilitadora de Projetos da ONG Plan International Brasil, e Fernanda Dayan, head de marketing de Intimus no Brasil.
Compromisso social da Intimus
A fim de combater a situação de vulnerabilidade social de meninas e mulheres que não têm acesso a produtos de higiene íntima, o que acaba afetando a vida delas de diversas maneiras, Intimus tem realizado diversas iniciativas para ajudar a diminuir a pobreza menstrual.
No último ano, a marca, em parceria com a Plan International e a ONG Arca+, realizou a doação de 1,8 milhão de absorventes e protetores diários e milhares de cartilhas sobre educação menstrual para mais de 40 mil mulheres e meninas que vivem em situações de vulnerabilidade em comunidades da Bahia, Piauí, Maranhão e São Paulo. Além disso, em parceria com a Cia. da Consulta, a marca distribuiu 2,5 mil vouchers de consultas ginecológicas online e gratuitas para meninas e mulheres dessas regiões.
Todas as ações, incluindo as de 2021, fazem parte da iniciativa global Ela Pode, programa de engajamento que tem como objetivo unificar esforços sociais da marca para contribuir com o questionamento do estigma da menstruação e democratizar a educação sobre higiene íntima, defendendo as escolhas das mulheres de serem o que quiserem.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








