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Instituto TIM e Gerando Falcões anunciam ONGs beneficiadas com um total de R$1 milhão

A TIM e a Gerando Falcões acabam de anunciar as ONGs que serão beneficiadas com a verba de R$ 1 milhão do edital Fortalecendo Redes. A iniciativa celebra uma década de atuação do Instituto TIM e busca potencializar o trabalho de líderes sociais que atuam para levar dignidade e oportunidades para moradores de comunidades e favelas pelo Brasil.
Puderam participar as organizações que pertencem à rede Gerando Falcões, que atua em mais de 5 mil comunidades do país. O foco eram projetos ligados à cultura, esporte, lazer e educação para crianças e jovens, como forma de incentivo para este público, mas também contemplando moradores adultos de cada território. Foram mais de 200 inscrições, com propostas avaliadas pela capacidade técnica, potencial de impacto, capacidade de mobilização e inclusão digital, inovação e tecnologia. Entre as beneficiadas, estão ONGs do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará, Rio Grande do Norte e Maranhão.
Com o apoio a essas novas ações, o Instituto TIM amplia ainda mais sua rede de pessoas beneficiadas, que – em 10 anos – alcançou mais 700 mil cidadãos em cerca de 500 municípios de todo o Brasil. Mario Girasole, Presidente do Instituto TIM, destaca a importância de fortalecer alianças para impulsionar mudanças efetivas. “O edital do Instituto TIM com Gerando Falcões é mais um capítulo da nossa missão de potencializar estratégias inovadoras para promover o desenvolvimento humano no Brasil. Juntar as forças numa visão comum é o caminho para impulsionar projetos que imaginam as possibilidades de um novo futuro”, comenta.
Edu Lyra, Fundador e CEO da Gerando Falcões, complementa: “um dos nossos objetivos com essa parceria de sucesso é transformar a vida dos moradores da favela e emponderá-los, destacando a força existente dentro de cada território, incentivando desde crianças a adultos, todo o seu potencial e oportunidades que serão geradas através desse tipo de iniciativa”.
Confira as dez ONGs vencedoras do edital Fortalecendo Redes:
- Instituto Aprender Cultura (ES)
Atua na formação de crianças e jovens com foco em educação, cultura, esporte, inclusão produtiva e digital, com projetos como treinamentos em mídias, música e audiovisual, moda e arte periférica. Concede acesso a softwares para inserção de jovens aprendizes no mercado de trabalho.
- Cores do Mará (MA)
Atende 120 crianças e adolescentes (e suas famílias). Atua em educação socioemocional, alfabetização e letramento, inclusão digital e liderança, dentre outros, com resolução de problemas, uso de tablets, celulares e óculos de realidade virtual, além de oficinas de robótica.
- Instituto Amargen (MG)
Atende 432 pessoas por meio de 21 projetos. Conta com um laboratório de informática para realização de atividades expositivas multimídia, além de oficinas para uso de ferramentas como pacote Office, Youtube, Canva, e-mail e ferramentas do Google.
- Semente do Futuro (RJ)
Atende anualmente a mais de mil famílias. Desenvolve projetos de artes (ballet, dança folclórica, cigana, fanfarra e teatro), esportes (judô e kenjutsu), oficinas de cidadania, oficinas de capacitação profissional para mulheres (audiovisual, informática e costura) e oficinas educativas (alfabetização, leitura e recursos lúdicos com uso de tecnologia).
- Casa de Bambas (RJ)
Atende 990 pessoas com aulas de capoeira, dança afro, ballet, cultura popular, artes circenses, desenho e programas profissionalizantes e socioemocionais. Criou a “Rede de Bambas”, que capacita grupos em capoeira para atuarem como organizações sociais em suas comunidades.
- Instituto Primeiro Estágio (CE)
Atende 746 pessoas em quatro frentes de atuação: esporte e lazer, educação, profissionalização e geração de renda. O projeto “Sertão Digital” propõe ser um hub digital voltado à inclusão digital e tecnológica de crianças e jovens de 8 comunidades, com criação de um polo tecnológico com computadores, tablets, impressoras e internet de alta velocidade.
- Transformar (RJ)
Atende 195 famílias. Atua por meio de quatro frentes: resgatar, preservar e disseminar a memória popular; contato com novas tecnologias, como acessibilidade para pessoas com deficiência; acesso a direitos básicos por meio de arrecadação e distribuição de alimentos e atividade comunitária; e capacitação de mulheres para geração de renda e empreendedorismo.
- União Comunitária de Desenvolvimento de Freixeiras (CE)
Atende 497 pessoas no fortalecimento e na redução de desigualdades sociais na zona rural do município, por meio da distribuição de alimentos e produtos de higiene pessoal, realização de rodas de conversas com adolescentes, capacitação de OSC e captação de recursos; além de capacitação de mulheres na produção de geleias, polpas e compotas.
- Instituto Educa Mais Esporte (CE)
Realiza projetos esportivos, educativos e ações de inclusão produtiva, como fortalecimento de competências socioemocionais, profissionais e técnicas, além de capacitação e concessão de crédito para mulheres de baixa renda. O programa Transforma-se, de inclusão digital, realiza capacitação em informática e linguagem de programação para jovens.
- Projeto MOTIVAR (RN)
Atua na inclusão social por meio do esporte, com atividades de cidadania, educação ambiental, cultura e assistência social para crianças, jovens e suas famílias, atendendo mensalmente 270 pessoas. Entre os programas realizados estão oficinas de informática, desenvolvimento de habilidades socioemocionais, educação financeira e redes sociais para network.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








