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Instituto Cyrela lança campanha “Um por Muitos”

O Instituto Cyrela, responsável pelos investimentos sociais privados do Grupo Cyrela, lançou a campanha “Um por Muitos”, criada pela agência In_Marcas. O Instituto acredita que o um pode ser mais do que um simples número, mas uma unidade de medida de sonho. Um dos principais objetivos da campanha é despertar nos clientes, colaboradores e parceiros do Grupo Cyrela o desejo de pertencimento e orgulho.
O Grupo Cyrela destaca que, a cada metro quadrado, lar ou apartamento adquirido, o impacto vai muito além das construções físicas: escolas são transformadas, alunos encontram inspiração e novos horizontes de conhecimento são abertos. Com foco na educação, o Instituto Cyrela investe no desenvolvimento de projetos que melhoram a qualidade da educação pública, atuando desde a primeira infância até a inserção dos jovens no mercado de trabalho, ajudando a construir futuros mais promissores.
“Para nós, esse ‘um’ tem um impacto muito maior para quem o recebe. O ato de comprar um apartamento ou de realizar uma simples ação, como o Dia da Ação Voluntária que realizamos todos os anos, é mais significativo do que podemos imaginar. Quando esse ‘um’ se une ao de outras pessoas, ele se multiplica e atinge quem mais precisa”, afirma Débora Costa Galvão, gerente de responsabilidade social do Instituto Cyrela.
A campanha, que começou com os colaboradores, agora está sendo expandida para clientes e fornecedores e continuará até o final de 2024. Desde 2011, o Grupo Cyrela reafirma seu compromisso com a responsabilidade social ao destinar 1% de seu lucro líquido anual ao Instituto Cyrela.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







