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Instituto Avon lança campanha pela não-violência a mulheres e meninas no ambiente digital

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Durante a pandemia de Covid-19, o mundo virtual ganhou ainda mais relevância, permitindo que o trabalho e o relacionamento com amigos e familiares fossem mantidos por meio das plataformas digitais. No entanto, a esfera digital também se fortaleceu como espaço em que a violência contra as mulheres se propagou em vídeos e fotos compartilhados sem a autorização. Para educar sobre o consentimento no mundo virtual, e também fora dele, o Instituto Avon lança no Brasil e em mais 13 países da América Latina a campanha #querqueeudesenhe, ou #sinohaysíesno para os latinos. Por 21 dias, sete ilustradores de diferentes países produzirão tirinhas em português e espanhol para reflexão sobre o tema, a ação é parte da campanha “21 Dias de Ativismo pela Não-Violência contra a Mulher”.

Criada pela Wunderman Thompson, o projeto liderado pelo Instituto Avon no Brasil foi desenvolvido para alcançar o mercado latino de forma igual, mas respeitando as especificidades e raiz cultural de todos os países que apresentarão as mensagens sobre consentimento no ambiente on-line. Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, Equador, Peru, México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Panamá, Nicarágua e República Dominicana se unirão para que a violência contra mulheres e meninas seja debatida e a informação seja um meio de transformação de comportamentos, principalmente quando o assunto é o compartilhamento de fotos e vídeos sem permissão.

“O Instituto Avon acredita em um mundo onde mulheres e meninas vivam sem violência e sem abuso, por isso, atuamos para gerar impacto e transformação nas vidas delas e ao reunirmos países da América Latina para debater o tema na campanha #querqueeudesenhe, ampliamos o conhecimento sobre consentimento e uso consciente e responsável da internet”, explica Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon.

Conscientizar para que as mulheres vivam de forma segura, saudável e em seus próprios termos é o que o Instituto Avon tem como objetivo em sua atuação. A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que uma a cada três mulheres no mundo já sofreu alguma forma de violência. No Brasil, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em seu Anuário de Segurança Pública de 2021, no ano passado foram registrados 15.245 casos de importunação sexual no país.

“21 Dias de Ativismo pela Não-Violência contra a Mulher”

A campanha “21 Dias de Ativismo pela Não-Violência contra a Mulher” utiliza tirinhas ilustrativas para tornar ainda mais didática a explicação sobre o tema ‘consentimento’ para o público geral, alcançando homens, mulheres e adolescentes com a #querqueeudesenhe. As ilustrações, criadas por artistas convidados no Brasil e na América Latina, terão conteúdos para os 21 dias do projeto. “A ideia é postar uma nova abordagem sobre o tema todos os dias. Serão 21 mensagens compartilhados nas redes sociais do Instituto Avon e dos artistas”, completa Daniela.

“Este ano, o Instituto Avon vai trabalhar os 21 Dias de Ativismo para promover engajamento com a pauta proposta pela ONU sobre consentimento no mundo virtual. Por isso, criamos a campanha #QuerQueEuDesenhe para levar a reflexão sobre o consentimento da maneira mais didática possível, mostrando que já está mais do que na hora de aprender sobre o sim e o sobre o não. Para isso, recorremos a quem mistura criatividade, dedo na ferida e ativismo há décadas: as tirinhas gráficas”, afirma Roberta Harada, Diretora de Criação da Avon na WT.

Os ilustradores brasileiros como The Karynne (@thekarynne) e Helô D’Angelo (helodangeloarte), e latinos como Pepita Sandwich (@pepitasandwich), Thalia Eme (@thaliaeme), Javiera Camposano (@javiera.camposano), Tute (@tutehumor) e Sara Tomate (@saratommate), estão entre os nomes que fazem parte da campanha.

Ilustradoras brasileiras

As ilustradoras brasileiras convidadas para a campanha possuem histórico em causas para as mulheres e em promover debates por meio de suas artes. The Karynne é uma artista e empreendedora goiana, suas ilustrações reforçam o empoderamento e causas femininas, principalmente das mulheres negras. Helô D’Angelo é natural de São Paulo e é ilustradora e quadrinista. Rotineiramente expõe em suas criações temas como política, sociedade e fatos sobre a pandemia de Covid-19.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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