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Inspirada no zodíaco, Coleção Stardust é lançada pela Grand Cru

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Começo do ano pede um olhar mais aguçado para a astrologia, afinal, as pessoas buscam canalizar boas energias, criar uma organização pessoal, planejar o calendário, escrever as metas. O céu é um importante instrumento nesse movimento de início de ano e é com a posição dos astros que a Grand Cru se uniu para criar uma coleção limitada – a Stardust -, desenvolvida a partir da percepção de engajamento sobre astrologia nas redes sociais da marca.

A linha é a primeira iniciativa 100% autoral da importadora, em parceria com o MGM Mondo del Vino – grupo de vinícolas de diferentes regiões italianas -, que chega às lojas/site a partir de fevereiro, com 12 garrafas divididas nos quatro elementos – Fogo, Terra, Ar e Água – cada uma de uma cor que se se relacionam com o zodíaco, com denominações italianas de origem e uvas de diferentes regiões do país, que foram alinhadas, minuciosamente, para melhor representar as características de cada um dos signos.

Por exemplo, a Uva Merlot é generosa e forte, chegando a ser a mais emblemática de algumas importantes regiões. Assim como os leoninos, que fazem parte do elemento fogo, é uma uva que não passa despercebida, e é a titular do Merlot Terre Siciliane IGT. Já os librianos, que tendem a evitar conflitos e a buscar sempre o equilíbrio, encontram na garrafa Sangiovese Rosato Rubicone IGT um vinho Rosé, harmônico e equilibrado, como relembra ao seu elemento, o ar.

Além disso, os vinhos chegam para o público com a proposta de serem colecionáveis, já que cada rótulo é diferente do outro, com uvas específicas – de diferentes regiões da Itália – que combinam com cada signo do zodíaco: Uva Shiraz da Sicília – Áries; Uva Barbera do Piemonte- Touro; Uva Negroamaro da Puglia (vinificada em rosé) – Gêmeos; Uva Vermentino da Sicília- Câncer; Uva Merlot da Sicília – Leão; Uva Sangiovese da Emilia Romagna  – Virgem; Uva Sangiovese da Emilia Romagna (vinificada em rosé)  – Libra; Uva Chardonnay da Sicília – Escorpião; Blend de Uvas Sangiovese e Merlot da Toscana – Sagitário; Uva Montepulciano do Abruzzo – Capricórnio; Uva Nero D´avola da Sicília (vinificada em rosé)  – Aquário e Uva Pinot Grigio do Veneto – Peixes.

A unidade do vinho é vendida a partir de R$79,90 e pode ser adquirida sozinha ou acompanhada de uma caixa presenteável da linha ‘Stardust’ – elaborada especialmente pela Grand Cru – , em três tamanhos: caixa 1 (R$49,90) – comporta uma garrafa; caixa 2 (R$55,90) – comporta duas garrafas e caixa 3 (R$65,90) – comporta três garrafas. A ideia é que o cliente possa personalizar seu kit da forma que preferir e assim, montar o seu “mapa astral dos vinhos”.

As vendas estão disponíveis pelo site e nas 127 lojas. Para localizar a mais próxima, acesse: https://www.grandcru.com.br

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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