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Inscrições para ASICS GOLDEN RUN estão abertas com provas em São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires

A ASICS retorna às suas provas presenciais após longos dois anos, e para coroar essa volta, aproveita para anunciar a nova edição de seu mais clássico circuito no Brasil, a ASICS GOLDEN RUN, além da volta da prova em Buenos Aires, na Argentina, no dia 24 de abril. No Brasil, as provas serão realizadas em São Paulo, no dia 15 de maio, e no Rio de Janeiro, em 10 de julho. Após período de isolamento, a marca se reaproxima de seu fiel público, saudoso de um dos mais tradicionais eventos desse esporte, e aproveita para trazer novidades especiais preparadas nos últimos meses.
As inscrições podem ser realizadas no site oficial da prova. Para os corredores e corredoras que haviam se cadastrado anteriormente, elas permanecem válidas para as novas datas oficiais, que contarão com benefícios exclusivos. A principal novidade em 2022 é a inclusão de um novo trajeto na ASICS GOLDEN RUN, dessa vez de 10 km de distância.
Um dos objetivos da ASICS com a inclusão da nova distância no circuito é incentivar novos corredores a experimentar a sensação de bem-estar físico e mental que a corrida traz, além de poder viver a experiência da principal corrida da marca com toda a estrutura que a ASICS oferece. “A ASICS GOLDEN RUN é muito conhecida pelos amantes da corrida, e nós estamos felizes por poder voltar às ruas para correr junto e oferecer novas e marcantes experiências a todos eles. Além disso, estamos empenhados em conquistar mais adeptos ao esporte, contribuindo não só com produtos de qualidade, mas também com iniciativas que possam ajudar na busca por qualidade de vida, uma mente sã e um corpo são.”, afirma Constanza Novillo, diretora de marketing da ASICS Brasil e América Latina.
A ASICS GOLDEN RUN surgiu em 2011 com o nome de GOLDEN FOUR, e já passou por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília e Porto Alegre. Além também da atuação internacional em cidades como Buenos Aires, Bogotá, Santiago e Lima, levando diversas pessoas às ruas e mostrando a importância da corrida para uma mente e corpo sãos. Uma das mais tradicionais provas do mundo, a ASIC GOLDEN RUN celebra seus 10 anos em três palcos centrais da atuação da marca no continente.
Cuidados sanitários preventivos
Ciente do delicado momento que a sociedade ainda atravessa por conta da pandemia de COVID-19, a ASICS Brasil tem forte compromisso com os devidos cuidados sanitários a serem tomados nas provas do circuito. A marca tem seguido todas as medidas de proteção contra o COVID-19 orientadas pela Anvisa, e, para a realização da prova, orienta que os participantes se certifiquem de que não possuem nenhum sintoma da doença, mantenham-se em isolamento nos dias prévios e, o quanto puder no período pré-corrida, usem máscara, mantenham o distanciamento social e lavem as mãos com sabão regularmente.
Sobre a ASICS
Kihachiro Onitsuka fundou a ASICS em 1949 para realizar seu desejo de cuidar e fortalecer a juventude do Japão através do esporte e assim, contribuir para o desenvolvimento da sociedade. A ASICS defende e acredita na filosofia fundadora de “Anima Sana In Corpore Sano (mente sã em corpo são)”. Este propósito de marca representa o desejo de que pessoas de todo o mundo vivam vidas saudáveis e felizes, tanto no corpo quanto na mente, além da atenção constante em desenvolver esforços que visam preservar um ambiente sustentável.
No campo da sustentabilidade, o uso de materiais reciclados e de baixa emissão de CO², bem como de fontes de energia renovável, ajudam na meta da ASICS de reduzir a emissão de CO² para 63% em todas as operações diretas e da cadeia de suprimentos até 2030. Entre as iniciativas ambientais globais com as quais a empresa se comprometeu estão a RE 100, que prevê o uso exclusivo de energia renovável em suas atividades, e o The Fashion Pact, que visa mitigar a mudança climática, restaurar a biodiversidade e proteger os oceanos.
A ASICS também está permitindo que atletas em todo o mundo vejam, pela primeira vez, o impacto do movimento em suas próprias mentes. Usando uma combinação de tecnologia de escaneamento facial e coleta de dados de autorrelato, as pessoas serão capazes de capturar o impacto do esporte em 10 métricas emocionais e cognitivas – incluindo confiança, positividade, calma e foco – para ver como diferentes esportes impactam como pensam e sentem. A plataforma, chamada Mind Uplifter.
Buscando sempre incentivar o esporte como ferramenta transformadora do corpo e da mente, a ASICS oferece tecnologia inteligente para contribuir com a construção de uma sociedade na qual as pessoas estejam mais envolvidas com o esporte, um elemento importante para longevidade, saúde, atravessar as fronteiras nacionais, culturais e unir o mundo.
Eventos
UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
Eventos
Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








