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Inovação! Posicione-se e tenha FOCO!

Falar de inovação é algo extremamente complexo, depende muito do contexto onde o produto ou serviço estão inseridos para caracterizar-se em algo, de fato, relevante. Uma premissa comum quando se fala em inovação é o desenvolvimento de uma oferta nova e viável.
Sim, inovar é desenvolver algo viável, não é utopia, teoria ou invenção. Na verdade, poucas novidades são inovações e uma das características que define entre ser e não ser é pensar além do produto ou serviço, encontrar outras formas de desenvolver e até mesmo de construir interações.
Para auxiliar neste processo de busca pela constante inovação recomendo a leitura de “Dez Tipos de Inovação”, do Larry Keeley, inclusive este artigo tem como referência a publicação citada, mas aqui serei bem conciso para facilitar o entendimento.
O modelo 10 TI, 10 Tipos de Inovação, entregue neste livro é bem simples e ajuda muito no diagnóstico e enriquecimento das inovações que queira trabalhar, mas algo que devo reforçar aqui é como essa técnica deve ser utilizada para um posicionamento mais preciso e eficaz.
A estrutura 10 TI é dividida em 3 categorias, configuração, oferta e experiência, como pode ser observado na figura a seguir e cada uma tem seus caminhos para a inovação.
A CONFIGURAÇÃO são tipos de inovações e posicionamentos mais focados nos trabalhos internos e estruturas dos negócios.
Na OFERTA o foco está na entrega em si e como ele deve se posicionar no mercado. A performance é o que rege o desempenho e o sistema do produto ou serviço.
E na EXPERIÊNCIA, concentra-se os elementos do negócio e do sistema que estão focados na audiência-alvo.
Cada categoria tem suas subdivisões. A minha intenção é demonstrar uma ferramenta poderosa de posicionamento em que os empreendedores podem utilizar como ponto de partida na construção de um diferencial competitivo.
Vamos aos exemplos:
DROPBOX. Posiciona-se no MODELO DE LUCRATIVIDADE como uma ferramenta freemium, isso porque oferece uma oferta limitada de degustação e opções de pacotes mais completos como fonte de receita e manutenção da plataforma.
NATURA. Posiciona-se no ECOSSISTEMA DE VALOR porque possui uma rede com universidades em todo o mundo e ações de inovações abertas, metade dos seus produtos nascem dessas iniciativas.
AZUL LINHAS AÉREAS. Posiciona-se em ESTRUTURA para proporcionar baixo custo de manutenção, conforto e segurança aos passageiros e equipes de solo.
Com o famoso sistema de produção “enxuto”, a TOYOTA demonstra seu posicionamento em PROCESSOS.
Em PERFORMANCE DE PRODUTO temos como exemplo o CORNIG® GORILLA® GLASS®, um tipo de vidro resistente desenvolvido para smartphones que declara ser o mais forte contra arranhões.
No ECOSSISTEMA DE PRODUTO a NIKE é um ótimo exemplo de posicionamento, a marca oferece uma plataforma de uso desde o tênis até aplicativos, ou seja, uma suíte completa para um estilo de vida esportivo.
Como SERVIÇO temos a HYUNDAI que desenvolveu o programa Assurance, garantia para seus clientes do pagamento caso eles perdessem o emprego durante o primeiro ano de compra do carro.
Em CANAL temos como exemplo a NESPRESSO, que utilizou como posicionamento a criação de um clube seleto de aficionados por café.
Com o posicionamento de MARCA, a VIRGIN é um bom exemplo, de gravadoras às operadoras de celulares, a marca é uma das mais fortes do mundo.
Com o posicionamento focado em ENGAJAMENTO, a VOLKSWAGEN vem desenvolvendo campanhas para o uso consciente do transporte no dia a dia, pensando nos impactos sociais e ambientais.
Repare que as marcas definem um posicionamento e desenvolvem soluções focadas nas propostas listadas por Larry e de maneira tangível proporcionam experiências aos seus clientes de maneira constante e precisas.
Não existe um caminho IDEAL, o que temos são soluções que se adaptam a cada negócio, porém ter foco em um posicionamento de inovação auxilia as pequenas e médias empresas na associação desejada de marca junto aos seus consumidores e clientes, por tanto estude o caminho ideal, tenha foco, estratégia e vai pra cima.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.








