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Indústria de pescado ganha evento para conectar mercado da América Latina

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Indústria de pescado ganha evento para conectar mercado da América Latina

Com exportações da ordem de US$ 20 bilhões anuais e projeção de 33% de crescimento na produção e no consumo até 2030, a América Latina desponta como o mais novo hub de negócios da indústria do pescado.

O fato de metade da comercialização se dar dentro do bloco demonstra as oportunidades que podem surgir com a maior integração dos países entre si e com os demais mercados mundiais.

Iniciativa inédita no continente, a Seafood Show Latin America foi criada pela Francal Feiras e pela plataforma de conteúdo Seafood Brasil para estimular esta integração e conectar toda a cadeia produtiva do pescado com negócios, conteúdo e atualização.

Excepcionalmente neste ano, o evento acontecerá no formato online, de 18 a 20 de outubro, com o nome de Seafood Show Latin America CONNECT . A data é estratégica para o planejamento da alta demanda de pescado nas festas de final de ano e Semana Santa.

Na prática, as empresas inscritas, sejam fornecedoras ou compradoras, terão 3 dias para iniciar ou ampliar os negócios com mercados do pescado de todo o Brasil e de diversos países. Além disso, o evento colabora para a capacitação e atualização dos participantes com conteúdo de altíssimo nível e estimula encontros e parcerias duradouras.

Tudo isso no ambiente virtual, que torna as relações mais seguras, convenientes e econômicas.

 

Construído para ser o ponto de encontro de todo o setor na América Latina, o Seafood Show Latin America CONNECT vem atender a uma antiga demanda de indústrias, varejistas, atacadistas, distribuidores, importadores e do food service por um evento de negócios para o mercado do pescado no Brasil.

 

O evento está ancorado em três grandes frentes:

CAPACITAÇÃO E ATUALIZAÇÃO

Seafood Show Latin America CONNECT oferece uma programação técnica de altíssimo com nível com mais de 30 horas de duração, ao vivo e 100% online.

Fundamental para quem precisa aprender rapidamente assuntos específicos da sua área de atuação ou se atualizar sobre a indústria de pescado em outras regiões, encontrar soluções inovadoras e estreitar relacionamento com outros players da cadeia, o conteúdo engloba:

  • BUSINESS FORUM: apresentações com mais de 30 especialistas e autoridades em suas áreas de atuação, nacionais e internacionais, sobre temas originais e exclusivos orientados para a capacitação comercial e que exploram as oportunidades que cada mercado oferece.
  • WORKSHOPS: capacitação comercial com instrutores reconhecidos por sua experiência no mercado de pescado.
  • MENTORIAS INDIVIDUAIS: com consultores especializados nos diversos aspectos que podem deixar a negociação com outros mercados mais assertiva (embalagem, rótulos, produtividade, processamento, canais de venda etc.)

Todo o conteúdo estará disponível nos idiomas português, espanhol e inglês, com tradução simultânea.

 

NEGÓCIOS

As Rodadas de Negócios foram estruturadas para o mercado interno e externo, com reuniões objetivas, agendadas previamente e que buscam resultados concretos.

Isto porque o processo de pré-seleção dos participantes envolve o cruzamento entre os produtos oferecidos pelos fornecedores e aqueles de interesse dos compradores, para só então os dois lados serem colocados em contato para negociar.

Nas Rodadas nacionais o foco está nas empresas compradoras do Brasil que desejam iniciar ou estreitar o relacionamento comercial com a indústria de pescado de outros países, como Argentina, Chile, Equador, Peru, Uruguai, Noruega, Portugal e outros.

Para as Rodadas internacionais, o Seafood Show Latin America CONNECT  contará com apoio da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) que, além de disponibilizar sua plataforma de “match” (o cruzamento da oferta dos fornecedores com a demanda dos compradores), fará a captação e pré-seleção de compradores internacionais para agendar as reuniões com as indústrias de pescado brasileiras.

Com foco na exportação de pescado do Brasil, as Rodadas Internacionais acontecerão nos dias 20 a 22 de outubro.

 

 

RELACIONAMENTO

Encontro sem fronteiras, o Seafood Show Latin America CONNECT vai oferecer aos participantes a oportunidade única de estreitar o relacionamento com players de todo o Brasil e dos principais mercados do pescado no mundo.

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Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

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A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.

Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.

O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.

Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.

Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”

Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.

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Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

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A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.

Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.

Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.

No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.

O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.

Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.

Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.

O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.

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