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Indústria de bebidas: como se preparar para oferecer a melhor experiência de compras no comércio online

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O e-commerce no Brasil vem registrando um crescimento rápido ao longo dos anos. Em 2022 atingiu a marca de R$ 118,6 bilhões em vendas, só no primeiro semestre, de acordo com o relatório Webshoppers 46, elaborado pela NielsenIQ | Ebit, em parceria com a Bexs Pay. O valor corresponde a uma alta de 6% em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o valor foi de R$ 111,8 bilhões. O destaque se manteve nas categorias de alimentos e bebidas e produtos de giro rápido. E para as datas comerciais de fim de ano, que são as mais aguardadas pelos varejistas, a perspectiva, especialmente para o Natal, é de crescimento no comércio on-line.

De acordo com um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a expectativa é que o Natal de 2022 movimente R$ 65,01 bilhões em vendas, acima dos R$ 64,25 bilhões de 2021. Já a MindMiners, em uma pesquisa para a Globo, revela que 8 em cada 10 pessoas pretendem comemorar a data de alguma maneira e que cerca de 68% delas pensam em presentear alguém. Entre as categorias de produtos com mais intenção de compra, podemos destacar roupas, calçados, chocolates, brinquedos, perfumes, cosméticos, acessórios, roupas, decoração, games e bebidas. Este último, por exemplo, é um dos setores que possuem boas oportunidades de vendas em razão das celebrações de fim de ano.

Uma das representantes dessa vertical que despertou para a nova forma de consumo do seu potencial shopper é a Moët Hennessy, detentora das marcas de vinho e destilados mais sofisticadas do mundo. “No fim do ano as pessoas desejam brindar a vida, a família, as amizades, por isso sabemos que as borbulhas voltam a ganhar destaque, assim como os vinhos também participam dos brindes em muitas casas. Tendo em vista essa realidade, a ampliação do canal digital significou para nós uma oportunidade de explorar ainda mais o potencial do período e antecipar o calendário para ampliar a janela de vendas, para que o shopper possa encontrar os produtos que deseja com antecedência e, assim, ter seu produto quando precisar”, explica André Tomaspolsky, E-business e E-retail Manager da Moët Hennessy Brasil.

Investir em ações para melhorar a experiência de compra do consumidor para a época de festas é essencial para garantir a satisfação dos clientes no e-commerce, afinal, 41% deles farão as compras de forma online, segundo pesquisa da Boa Vista.

Diversificar e dar opções

Segundo o executivo da Moët Hennessy Brasil, um diferencial para as vendas no comércio on-line, é a personalização e uma boa experiência do consumidor. Ter opções no portfólio enquanto sugestões de presentes também é uma saída. A empresa conta com uma coleção exclusiva de champagne com embalagens mais emblemáticas, agora reeditadas de forma sustentável, como por exemplo o Champagne Veuve Clicquot Brut 750ml New Ice Jacket, que acompanha uma “roupa” de neoprene que conserva a temperatura por até duas horas. Já o Champagne Veuve Clicquot Brut 750ml Fridge está embalado numa geladeira inspirada nos designs dos anos 1950, além de ser totalmente sustentável. Possuem também o Champagne Veuve Clicquot Brut 750ml Ice Box que acompanha um balde de gelo, inspirado em um origami japonês.

Outra aposta da marca para celebrar os momentos especiais com um espumante, é a edição especial do Kit Chandon Signature com três garrafas Chandon de 750ml e um jogo de marcadores de taças. As ações foram pensadas exclusivamente para as lojas online dentro dos principais  marketplaces como forma de atrair os consumidores e chamar a atenção para o momento.

Conhecimento x consumo

Segundo pesquisa da Globo, 38% dos brasileiros buscam mais conhecimento sobre as melhores combinações entre bebidas e alimentos nas festas de fim de ano. Tendo em vista esse dado, é importante investir em uma comunicação que contempla, por exemplo, a história, dicas de harmonização e de preparação de drinks.

E diante da oportunidade de aquecer as vendas no período, existem maneiras para atrair os consumidores no intuito de potencializar os resultados. O caminho pode estar em táticas que ainda podem ser adotadas para tirar o máximo proveito das datas.

Listamos alguns exemplos de como preparar o seu e-commerce para ter uma estratégia voltada no oferecimento de uma experiência memorável, tanto no momento da compra quanto na consumação. Confira a seguir:

  • Distribuição do conteúdo para os varejos foco, com objetivo de garantir a loja perfeita

No comércio eletrônico é essencial que seu produto esteja exposto na gôndola digital com todas as informações necessárias para que o consumidor se sinta seguro com a compra – uma descrição completa, títulos coerentes, imagens em diversos ângulos, com o máximo de detalhes possíveis e em excelente qualidade. Se possível, inclua vídeos do momento de consumo e que desperte o desejo de consumir a marca. ‘’Lembre-se sempre que o shopper não está interagindo fisicamente com seu produto, por isso, quanto mais informações forem fornecidas, mais seguro ele ficará em realizar a compra. Ofereça o maior número de informações possíveis’’ indica André Santa, head de novos negócios e marketing para América Latina na Intellibrand, empresa especialista em estratégias de varejo digital para ajudar as marcas a venderem mais e melhor nos canais digitais por meio de tecnologia e inteligência.

  • Mapeamento da disponibilidade dos produtos para garantir o abastecimento correto

Monitore a disponibilidade dos seus produtos. É importante garantir um espaço privilegiado na gôndola virtual, assim irá impactar diretamente na performance de vendas. ‘’Com a oportunidade no aumento de vendas devido as festas de fim ano, busque garantir uma gestão de vendas e estoque, além de planejamento para visibilidade e previsibilidade de demanda, é ideal para garantir maior acuracidade de vendas’’ completa o especialista da Intellibrand.

  • Análise de Sell Out para mensurar a evolução das vendas

Dispor de informações e dados, como o sell-out (vendas ao consumidor final) garante dados sobre a performance do mercado e dos hábitos do consumidor. É essencial para que a indústria consiga definir melhor as suas estratégias com previsão e evolução das vendas.

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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

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O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.

O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.

Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.

Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.

O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.

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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

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Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.

Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.

Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.

“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.

A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.

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