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Imaginadora anuncia equipe de Novos Negócios

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A Imaginadora, agência de marketing que já atua há 12 anos na indústria de viagens, anuncia a criação de um departamento dedicado a captação e gestão de Novos Negócios. Formada por Débora Prass e Gilson Azevedo, a equipe tem como objetivo captar novos negócios, ampliar e fortalecer a atuação da Imaginadora na indústria de viagens. Entre as verticais que a nova equipe irá se dedicar estão: Marketing Digital, Marketing para Destinos, Comunicação e Relações Públicas, Educação Corporativa e Eventos.

“Após termos expandido nosso portfólio de serviços, o movimento natural foi encontrar profissionais apaixonados pelo setor e que compartilham da nossa personalidade digital e curiosa para nos apoiar a levar as nossas soluções a novos clientes da indústria de turismo” explica Ana Donato, sócia-fundadora da Imaginadora.

Esse movimento irá consolidar a posição da Imaginadora entre os clientes internacionais, além de ser um motor propulsor para a atuação e apoio ao turismo doméstico.

A executiva Débora Prass já atua na Imaginadora desde 2013, onde fez parte da equipe de promoção do destino Miami no Brasil. Essa experiência lhe rendeu um valioso relacionamento com o trade, tendo treinado milhares de profissionais de turismo sobre o destino. Nos últimos anos, também como Imaginadora, desenvolveu importantes parcerias para o produto Leisure Pass Group no Brasil, o que resultou no aumento expressivo das vendas. Sua formação e experiência em Hospitalidade e eventos compõem o background perfeito para apresentar os serviços da Imaginadora para o mercado.

Gilson Azevedo chega na Imaginadora com mais de 20 anos de experiência no Turismo, tendo atuado no setor Público, Privado e Acadêmico. No setor público, teve passagens pelas Secretarias de Turismo de Recife e Pernambuco/Empetur, liderando projetos de fomento para o desenvolvimento do turismo no Estado. Na área acadêmica, foi professor por cinco anos em instituições de ensino superior, no curso de Bacharelado em Turismo. No setor privado, atuou em duas companhias aéreas internacionais, Iberia e Copa Airlines, e também no grupo Pontes Hotéis.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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