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IBM Watson Advertising anuncia nova pesquisa para explorar o papel da inteligência artificial na detecção e mitigação do preconceito na publicidade

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IBM Watson Advertising anuncia nova pesquisa para explorar o papel da inteligência artificial na detecção e mitigação do preconceito na publicidade
O IBM Watson Advertising anunciou uma iniciativa de pesquisa que irá aplicar a tecnologia de inteligência artificial de código aberto da IBM para entender melhor como o viés indesejado prevalece na publicidade, ao mesmo tempo que estabelece as bases para sua potencial mitigação. Esse trabalho está alinhado com a missão global do IBM Watson Advertising de tornar a IA catalisador para melhorar soluções, serviços e confiança no ecossistema de publicidade e se baseia na liderança da IBM na transformação de negócios em todos os setores de IA.

A indústria da publicidade está passando por uma grande transformação, com mudanças nas políticas de privacidade e uma crescente demanda por confiança e transparência, alimentando o surgimento da IA como a principal tecnologia da indústria. Enquanto as marcas se reconstroem em meio a essa transformação, é o momento ideal para resolver o problema persistente do preconceito publicitário, conforme evidenciado por um estudo do Instituto Geena Davis de Gênero na Mídia, que revelou que, nos anúncios, os personagens masculinos aparecem 12% a mais que as mulheres. Enquanto isso, os vídeos com equilíbrio de gênero e liderados por mulheres produziram 30% mais visualizações do que outros vídeos, revelando uma demanda por conteúdo mais inclusivo.

O preconceito publicitário tem o potencial de impactar negativamente os consumidores, que podem perder uma potencial oportunidade econômica ou se sentir alvejados com base em estereótipos, ao mesmo tempo em que prejudica as marcas, pois podem resultar em desempenhos negativos de campanhas. O objetivo da pesquisa do IBM Watson Advertising é conduzir a um entendimento mais profundo dos fatores que contribuem para o preconceito na publicidade e como a IA pode ajudar, abrangendo segmentação de público, mensagens criativas, otimização de desempenho e impacto de campanha. Equipados com essas informações, os profissionais de marketing e fornecedores de TI podem desenvolver um roteiro para o uso responsável da IA como forma de reduzir o preconceito e criar e executar campanhas de maneira mais eficaz.

“Estamos em um momento da história no qual um discurso muito esperado sobre desigualdades socioeconômicas domina a agenda nacional e exige ação”, disse Bob Lord, vice-presidente sênior de Ecossistemas Globais e Blockchain da IBM. “Nossa esperança é que a inteligência artificial possa ser um catalisador para eliminar o preconceito na publicidade, da mesma forma que está ajudando a transformar a indústria de publicidade enquanto ela se reconstrói para uma era sem cookies de terceiros. Por meio dessa pesquisa, damos um primeiro passo importante rumo a esse objetivo, aplicando rigor científico para determinar a dimensão do impacto que a IA pode ter no mundo da publicidade”.
A IBM Watson Advertising trabalhará com pesquisadores da IBM Research para realizar esse estudo em parceria com o Ad Council e outros líderes da indústria e academia. As áreas de exploração incluirão:

• Incidência de preconceito na publicidade: prevalência e frequência de preconceito em campanhas por meio da análise de dados de desempenho. Por exemplo, usando o kit de ferramentas AI Fairness 360, um conjunto de ferramentas de IA de código aberto desenvolvidas pela IBM e doadas para a Linux Foundation, o estudo analisará como certos públicos de campanhas passadas e ativas estão sendo direcionados com conteúdo criativo para avaliar se o viés esteve presente.

• O papel dos sinais na determinação do preconceito: analisará a intensidade com que os sinais, que se referem ao contexto no qual um anúncio é veiculado, impactam o preconceito. Por exemplo, se uma mensagem criativa é considerada imparcial por si só, mas veiculada em uma mídia digital juntamente com um sinal tendencioso, o anúncio pode ser percebido como enviesado.

• Capacidades da IA para mitigar potencialmente o preconceito: como a inteligência artificial pode ser útil na identificação de instâncias de preconceito e o que pode ser feito para aproveitar todo o poder dessa tecnologia para prevenir potencialmente a ocorrência de vieses na publicidade.

Os dados da campanha de educação sobre a vacina COVID-19 do Ad Council, “It’s Up to You” (“Depende de Você”, na tradução para o português), serão usados para essa fase inicial de pesquisa. O kit de ferramentas de código aberto extensível da IBM, AI Fairness 360, também será usado para examinar os dados e determinar se há maneiras pelas quais a inteligência artificial pode ser útil para ajudar a mitigar a discriminação e o preconceito.

“O viés coletivo tem sido persistente em nosso setor há algum tempo, e a necessidade de estudar suas origens e impactos é fundamental para que possamos efetivamente trabalhar juntos para criar progresso”, disse Lisa Sherman, presidente e CEO do Ad Council. “É por isso que o Ad Council tem orgulho de ser o primeiro parceiro da indústria a trabalhar com a IBM para ajudar a conduzir essa missão investigativa crítica”.

O IBM Watson Advertising planeja lançar resultados iniciais de pesquisa e atualizações assim que esses dados estiverem disponíveis e à medida que a iniciativa avance.
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JoomPulse e Alexandre Nogueira firmam parceria para profissionalizar uso de dados no e-commerce brasileiro

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A competitividade acirrada no ecossistema de marketplaces no Brasil está forçando uma mudança de paradigma entre os vendedores. Em um cenário onde a intuição cede espaço à precisão analítica, a JoomPulse, plataforma de análise de dados baseada em inteligência artificial, anunciou uma colaboração estratégica com Alexandre Nogueira, especialista e fundador da Universidade Marketplaces. O objetivo é capacitar milhares de sellers a utilizarem tecnologia de ponta para decisões críticas de precificação, sortimento e logística.

A iniciativa ganha tração com o anúncio de uma turnê nacional liderada por Nogueira, que percorrerá 12 cidades ao longo de 2026. A expectativa é impactar diretamente entre 1.5 mil e 2 mil empreendedores, levando conhecimento técnico a polos que vão além do eixo tradicional das capitais, alcançando cidades como Bauru, Araçatuba, Limeira e Franca, além de metrópoles como Curitiba, Salvador e São Paulo.

O movimento ocorre em um momento de números vultosos para o setor. O Brasil consolida sua posição como o maior mercado de e-commerce da América Latina, tendo movimentado US$ 35 bilhões em 2024, com projeções que apontam para a marca de US$ 113 bilhões até 2029. No entanto, o crescimento traz consigo o aumento da saturação e a compressão de margens.

Para Alexandre Nogueira, a falta de embasamento técnico é o principal gargalo para a sustentabilidade dos negócios digitais. “Em muitos casos, os vendedores ainda escolhem produtos com base na intuição — e é aí que perdem dinheiro. Entender demanda, concorrência e margens reais deixou de ser diferencial e passou a ser essencial para quem quer se manter competitivo”, alerta o especialista.

A parceria foca em treinar os vendedores para o uso de ferramentas de Business Intelligence aplicadas ao dia a dia operacional. Isso inclui a identificação de nichos de mercado com alto potencial, antecipação de tendências sazonais, cálculo milimétrico de margens líquidas (considerando taxas e fulfillment) e o monitoramento em tempo real da concorrência.

Para a JoomPulse, que já possui uma base de mais de 30 mil vendedores no Mercado Livre, a colaboração é um passo fundamental para o que chamam de democratização da informação. Ivan Kolankov, CEO da JoomPulse, reforça que a tecnologia deve ser um equalizador de forças no mercado. “O acesso a dados de qualidade ainda é desigual no ecossistema de sellers. Nosso objetivo é reduzir essa diferença, permitindo que mais vendedores tomem decisões informadas — e não apenas grandes operações”, pontua Kolankov.

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Abemd Alinha festa de premiação aos critérios ESG

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A Abemd (Associação Brasileira de Marketing de Dados) anuncia parceria com a Criativista ESG4 para alinhar integralmente a festa de premiação da 32ª edição do Prêmio Abemd aos princípios ESG (Environmental, Social and Governance). O evento, marcado para 2026, incorporará práticas de respeito socioambiental e governança ética, estendendo as categorias já existentes de ESG e Acessibilidade – coordenadas por Alexis Pagliarini – a toda a estrutura da celebração.

O Prêmio Abemd, consolidado há 32 edições ininterruptas como a principal premiação do marketing de dados no Brasil, reconhece inovações em áreas como Customer Success, CRM e novas frentes como ESG, Acessibilidade e Uso Criativo de Dados. Iniciativas de 2025, como intérpretes de Libras, recepcionistas treinados em acessibilidade e sacolas ecológicas, pavimentaram o caminho para essa evolução, sob liderança de Cláudia Campos, que há 5 anos impulsiona mudanças significativas.

“Os eventos são vitrines de iniciativas conscientes. Inserir aspectos relacionados ao respeito socioambiental e ético na sua organização é uma forma de demonstrar a aderência da Abemd aos temas mais relevantes para o setor”, afirma Alexis Pagliarini, founder da Criativista ESG4.

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