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Hype Games e C6 Bank fecham parceria para oferecer produtos na C6 Store

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Hype Games e C6 Bank fecham parceria para oferecer produtos na C6 Store
O Hype Games, plataforma de distribuição de jogos digitais da Level Up, fechou uma parceria com C6 Bank para venda de seus produtos na C6 Store, marketplace que fica dentro do aplicativo do banco. A partir desta semana, já é possível adquirir os produtos do Hype Games com cartões de crédito, débito ou usando o Programa de Pontos Átomos, o programa de fidelidade do banco.

Todo o conteúdo Hype está contemplado nesta parceria: são inúmeras opções de jogos para PC e também créditos para Xbox, PlayStation e jogos mobile. Para acessar os produtos, basta entrar na C6 Store e ir até a aba “Games”.
“Estamos muito felizes em ter o C6 Bank como parceiro. Vamos trazer muitas novidades aos clientes do banco, que terão uma nova forma de se divertir com todo o catálogo do Hype e muitos benefícios com nossas promoções exclusivas. Temos certeza que será uma parceria de sucesso”, diz Valeria Pantarotto, Coordenadora Comercial da Level Up.

Para o C6 Bank, essa é mais uma oportunidade de se aproximar do público gamer. “Temos tentado cada vez mais dialogar com essa comunidade para entender como um banco completo e digital como o nosso pode atendê-la melhor”, diz Maxnaun Gutierrez, head de produtos e pessoa física do C6 Bank. “Oferecer os melhores produtos dentro do marketplace do banco é uma forma de criar e manter esse elo.”

Além de encontrar os produtos do Hype Games dentro do mesmo aplicativo em que pagam suas contas ou fazem seus investimentos, os clientes do C6 Bank têm ainda outras vantagens. Isso porque em qualquer compra com cartão na C6 Store, os clientes acumulam o dobro de pontos Átomos. No caso do cartão C6 Carbon, por exemplo, a pontuação padrão de 2,5 pontos Átomos para cada US﹩ 1 gasto no crédito vira 5 pontos nas compras feitas na C6 Store. No Programa de Pontos Átomos, o cliente acumula pontos que podem ser trocados por milhares de produtos e serviços disponíveis na loja C6 Store, entre eles os produtos do Hype Games.

Com a nova parceria, o C6 Bank entra para o grupo dos mais de 200 parceiros integrados à plataforma Hype, que busca sempre atender com excelência o canal B2B, seja através de soluções individuais de integração ou com o Hype Biz, plataforma para atender pequenos varejistas.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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