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Huggies apresenta filtro no Instagram

Huggies, marca da Kimberly-Clark com solução completa de cuidados infantis, iniciou uma nova fase da campanha criada para a evolução da fralda Supreme Care. A marca apresenta um efeito no Instagram, o Efeito HuggiesZzZz, que deixa os consumidores prontos para uma excelente noite de sono. O efeito conta com uma interação em que, ao balançar a cabeça, os usuários se veem prontos para dormirem supertranquilos, com direito até mesmo a tapa-olhos.
A ideia do filtro é traduzir, de maneira divertida, os atributos do produto, que agora promove noites 2x mais protegidas contra vazamentos, permitindo melhores noites de sono. Por isso, com a nova Supreme Care, os papais e bebês vão viver o Efeito Huggiezzz, que acontece quando os bebês estão sequinhos, confortáveis e protegidos.
“Desde 2022, quando anunciamos o posicionamento global, Bebê, estamos juntos nessa, toda a comunicação de Huggies busca representar a paternidade e maternidade real. No dia a dia de cuidados com bebês, a maioria dos processos é bagunçado e, acima de tudo, divertido. Por isso, nós sempre nos preocupamos em ouvir as necessidades dos consumidores para entregar produtos cada vez mais inovadores e com qualidade superior, além de mais efetivos no dia a dia. Nesse sentido, a reformulação da Supreme Care chegou para deixar o período noturno das famílias muito mais tranquilos e com o Efeito HuggiesZzZz para não deixar a diversão de lado”, explica Bruno Sparapani, gerente de marketing de cuidados infantis e de experiência do consumidor no ambiente digital da Kimberly-Clark.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







