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Hub1601 e D20 Culture anunciam o PORTAL: o primeiro reality show de RPG da América Latina

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O ator e humorista Fábio Porchat acaba de ser escalado para um novo projeto que vai mostrar ao público um lado pouco explorado: o jogador de RPG. No papel de host e mestre, ele será o apresentador do primeiro reality show de RPG da América Latina.

Batizado de O Portal, o formato é idealizado em sociedade entre a consultoria de inovação 16 01 e a produtora e desenvolvedora de propriedades intelectuais focadas no mundo geek D20 Culture para expandir o assunto do nicho ao qual ele pertence e contribuir com as marcas para que elas se relacionem e co-criem com comunidades engajadas.

Durante a pandemia de Covid-19 e o isolamento social, o RPG ganhou a Internet. O jogo – que tem como ponto central a reunião de pessoas – se reinventou e passou a acontecer nos chamados virtual table top, que são plataformas onde é possível rolar dados, incluir miniaturas e mapas e colocar trilha sonora para simular no ambiente virtual as mesas físicas do jogo.

Um outro fator contribuiu para fazer as buscas sobre o tema crescerem nos últimos anos. Cheia de referências aos filmes e ao estilo de vida dos anos 1980, a série “Stranger Things”, original da Netflix, foi record de audiência ao retratar, já na primeira cena, quatro típicos nerds mirins daquela época (Mike, Will, Lucas e Dustin) jogando uma partida de “Dungeons & Dragons”, que tem um papel importante nos episódios seguintes da aventura. Desde então, celebridades de Hollywood como Vin Diesel, Joe Manganiello e Henry Cavill assumiram sua paixão pelo ´RPG de mesa’ mais popular do mundo e, inclusive, apareceram jogando em conteúdos na web.

Isso originou dois movimentos. Por um lado, facilitou o acesso ao jogo para pessoas que nunca tinham jogado. Por outro, transformou o RPG em um entretenimento para ser assistido por horas on-line em canais dedicados ao tema, à exemplo do que acontece com o streaming de e-sports. E “O Portal” terá exatamente esses dois componentes.

Para Porchat, que é praticante do game, não é coincidência que tantos nomes relevantes do cinema e da TV sejam apaixonados por RPG. “O formato do jogo é uma fonte inesgotável de criatividade, algo que um ator, um roteirista ou um diretor precisam dominar. Nós estamos diante de uma forma de narrativa. O jogador constrói seu personagem, tenta pensar como ele, dá asas à imaginação e isso deve atrair as personalidades para o nosso novo projeto.”

A primeira edição de “O Portal”, prevista para estrear em 2024, reunirá  celebridades de diversos universos como música, atores entre outros ainda não divulgados. Em cada episódio, eles se sentarão juntos e viverão as histórias narradas pelo mestre, decidindo suas ações e destinos pelas suas vontades e, claro, jogando os dados. Tudo isso enquanto interpretam seus personagens. Todo o conteúdo estará disponível via streaming em formato de série com episódios e é esperado que haja mais de uma temporada com conteúdos e participações especiais.

Edu Paraske, sócio da consultoria de inovação Hub 16 01, explica como as marcas devem se beneficiar dessa dinâmica de socialização e criatividade que tem deixado o universo exclusivamente geek para trás. “RPG é construção coletiva de narrativa, é diversão, cultura, diversidade e coletividade e na veia. É cultura pop na veia. Ou seja, estamos diante de um promissor ambiente de geração de insights e valor para as marcas. É uma oportunidade inédita de conexão com diferentes comunidades e públicos.”

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Canva revoluciona ecossistema criativo com lançamento do Canva IA 2.0 e consolida Brasil como líder global de produção

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A indústria do live marketing e da comunicação visual acaba de ganhar um novo fôlego tecnológico. O Canva, plataforma que se tornou onipresente nas agências e departamentos de marketing, anunciou sua evolução mais significativa desde a fundação em 2013: a introdução do Canva IA 2.0. Revelada globalmente durante o evento Canva Create, em Los Angeles, a nova era da ferramenta propõe uma mudança de paradigma, deixando de ser apenas um editor de design para se transformar em um sistema operacional completo, onde a ideia e a execução convergem em um único ambiente.

Impulsionada por modelos de fundação proprietários, a plataforma agora assume um caráter conversacional e agêntico. Na prática, isso significa que as equipes podem gerenciar todo o fluxo de trabalho sem alternar entre dezenas de abas ou aplicativos. A nova arquitetura do sistema sustenta-se em quatro pilares que prometem eliminar o temido “bloqueio da página em branco”.

O chamado Design Conversacional permite a criação de peças a partir de comandos de voz ou texto, gerando estruturas totalmente editáveis e respeitando a identidade visual pré-estabelecida. Diferente de outras IAs generativas que entregam um resultado estático, o Canva IA 2.0 mantém o contexto do projeto, funcionando como um assistente que acompanha o profissional do brainstorming ao refino final. Além disso, a Orquestração Autônoma possibilita que, a partir de um único briefing, a IA coordene ferramentas para entregar campanhas multicanais completas de forma automática.

A precisão técnica também recebeu atenção especial com a Inteligência Baseada em Objetos, que permite modificar elementos específicos sem comprometer as outras camadas do arquivo. Tudo isso é potencializado pela Memória Ativa, uma funcionalidade de aprendizado contínuo que entende as preferências estéticas de cada equipe, garantindo que cada nova entrega esteja rigorosamente alinhada aos manuais de marca.

Os números globais impressionam, mas o desempenho do Brasil é o que realmente salta aos olhos dos executivos em Los Angeles. Com 1 em cada 9 internautas brasileiros utilizando a plataforma mensalmente, o país atingiu a marca histórica de 1,5 bilhão de designs criados apenas nos últimos 12 meses — o maior volume registrado entre todos os países monitorados pela companhia.

A vocação brasileira para o conteúdo dinâmico colocou o país na liderança mundial de criação de vídeos na plataforma, com quase 200 milhões de produções acumuladas. O engajamento com redes sociais também é massivo, somando 481 milhões de peças no último ano. Alberto Ceresa, Country Manager do Canva no Brasil, destaca a importância desse amadurecimento tecnológico no mercado local.

“Com 1 em cada 9 internautas brasileiros utilizando o Canva mensalmente, nossa plataforma se tornou o sistema central onde o trabalho acontece no país. A introdução de fluxos de trabalho inteligentes e conectores permite que as empresas locais eliminem tarefas repetitivas e mantenham a consistência da marca automaticamente. Isso dá às equipes brasileiras uma velocidade de execução sem precedentes, permitindo que foquem menos na ferramenta e mais no crescimento real de seus negócios”, afirma Ceresa.

O Brasil também se posiciona como um adotante precoce de novas tecnologias, ocupando a 6ª posição global no uso das ferramentas de inteligência artificial da companhia. A nova versão do Canva IA entra em fase de Research Preview a partir de hoje, 16 de abril, disponível inicialmente para o primeiro milhão de usuários que acessarem a página inicial, com expansão progressiva prevista para as próximas semanas.

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Digital Out-of-Home atinge ponto de equilíbrio e redefine a relevância das marcas no cenário urbano

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O comportamento do consumidor nas metrópoles brasileiras atravessa uma transformação profunda, e a publicidade exterior tenta acompanhar esse ritmo. Em um cenário onde o olhar do pedestre ignora sistematicamente o que é estático, o setor de Out-of-Home (OOH) consolida-se como o segundo maior canal de mídia do país, atrás apenas da internet, atingindo 89% da população, segundo a Kantar Ibope Media. Dados recentes da BE180 de 2025 indicam que o setor alcançou um ponto de equilíbrio histórico: 50% das estruturas já são digitalizadas, refletindo uma migração massiva para o Digital Out-of-Home (DOOH).

A grande barreira para o anúncio tradicional impresso reside na imutabilidade. Instalado por períodos fixos, o cartaz estático corre o risco de virar paisagem após a terceira repetição. Em contrapartida, as telas de LED de alta definição oferecem a agilidade necessária para o varejo contemporâneo. “Uma marca de café pode anunciar com mais força nos horários da manhã. Uma rede de fast food ajusta a mensagem para o almoço ou para a madrugada. O mesmo painel, o mesmo ponto, a mesma verba com resultados diferentes”, descreve Odair Tremante, CEO da Leyard Planar no Brasil e América Latina, líder global na fabricação de painéis de LED e microLED.

Embora o investimento inicial em tecnologia de LED seja superior ao custo de impressão em lona, o retorno sobre o investimento se justifica pela versatilidade e eliminação de custos recorrentes de logística e fixação. De acordo com Tremante, a tecnologia permite uma integração inteligente com dados meteorológicos e geolocalização. “A tela digital elimina custos recorrentes de impressão, transporte e fixação. Encurta o tempo entre a decisão de comunicar e a veiculação efetiva. E, talvez o mais importante, mantém a campanha viva aos olhos de quem passa todos os dias”, acrescenta o especialista.

A inovação no setor também passa pela experiência visual imersiva. A Leyard Planar, em parceria com a Movie Mídia, instalou no Rio de Janeiro o maior painel de LED Outdoor 3D do país, elevando o patamar da interatividade urbana. Entre as novidades tecnológicas trazidas pela empresa ao mercado brasileiro está a linha NHV Outdoor, que oferece brilho de até 8.000 nits e proteção IP65 contra intempéries, garantindo visibilidade mesmo sob luz solar direta e estabilidade para conteúdos dinâmicos com taxas de atualização superiores a 7.680 Hz.

O futuro do setor aponta para uma personalização ainda mais cirúrgica, amparada por inteligência artificial e sensores de audiência que, respeitando as normas de privacidade, identificam perfis demográficos em tempo real. “A integração com inteligência artificial permite que os anúncios sejam ajustados não apenas por horário ou clima, mas por perfil de público. Com esses dados, a programação exibida se adapta em frações de segundo para falar com quem está passando ali naquele instante”, afirma Odair.

Para os profissionais de marketing, a questão central deixa de ser apenas o conteúdo da mensagem e passa a ser a eficácia do formato. Em um ambiente saturado de estímulos, a mídia que não se adapta corre o risco da invisibilidade. “A resposta varia conforme o objetivo da campanha, o orçamento disponível e a localização. Resta saber se o anunciante vai acompanhar esse movimento ou se continuará pagando para ver o mesmo cartaz todos os dias, esperando que o consumidor, em algum momento, resolva olhar”, finaliza o executivo da Leyard Planar.

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