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Hotel Transamerica São Paulo retoma eventos presenciais com novos protocolos sanitários

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O Hotel Transamerica São Paulo, que recentemente inaugurou uma área verde que se somou às 17 salas para eventos do hotel, recebeu seu primeiro evento corporativo depois do início da pandemia no Brasil. O evento Fretamento 2020 aconteceu no dia 19 de novembro e discutiu a realidade do setor de fretamento nesse novo momento causado pela disseminação do coronavírus. O evento é realizado pela Associação Nacional dos Transportadores de Turismo e Fretamento (ANTTUR) e pela Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo (FRESP).

Referência em eventos, o Hotel Transamerica São Paulo entende a importância desse primeiro encontro para a retomada gradual do setor na capital paulista. “Ver os eventos voltarem a acontecer, mesmo que de uma maneira bem diferente e com público reduzido do que fazíamos antes é energizante. No fim de setembro, tivemos uma primeira experiência de evento social, muito bem sucedida, com o Transamerica Green Days, que continua acontecendo aos fins de semana. E, agora, é muito bom poder ver os eventos corporativos buscando novas maneiras de funcionar”, destacou Alexandre Marcílio, diretor geral do Hotel Transamerica São Paulo. “O Fretamento 2020 foi um sucesso, respeitando todos os protocolos de segurança que propusemos, e um marco para essa retomada”, complementou.

O evento respeitou o distanciamento social, uso de máscaras e todos os diversos novos protocolos sanitários implantados durante o período em que o hotel ficou fechado e que renderam a certificação do selo Safe Guard, resultado de uma auditoria externa minuciosa que validou o preparo e cuidado do hotel com seus funcionários e visitantes. Vale lembrar que o Hotel Transamerica São Paulo foi o primeiro hotel no Brasil a ter o selo ISO 9001 de qualidade.

Confira as principais medidas adotadas pelo hotel para eventos:

  • Antes de entrar no Hotel, medição de temperatura de todos os participantes;
  • Participantes que apresentarem temperaturas superiores a 37,5ºC terão atendimento separado e podem ter sua entrada não autorizada;
  • Organizadora do evento deve comunicar participantes sobre a medida e comunicar ao hotel a suspeita aparente de algum participante sintomático durante o evento;
  • Uso obrigatório de máscaras por montadores e equipe terceirizada, que ficam sem acesso às áreas de back office do hotel;
  • Uso obrigatório de máscara por participantes;
  • Dispensers de álcool gel 70% em todas as salas e áreas de eventos;
  • Site inspection por videoconferência e credenciamento somente online;
  • Blocos e canetas para anotação nas mesas temporariamente retirados, anotações devem ser feitas em tablets ou smartphones próprios ou disponibilizados pelo organizador;
  • Para eventos, com utilização de headset ou outros equipamentos individuais, o organizador deve comprovar desinfecção do material individual;
  • Montagens das salas revisadas para garantir distância mínima de 1,5 metros entre participantes;
  • Mesas redondas com no máximo 4 cadeiras e proteção plástica sobre o tecido de elástico, para facilitar a assepsia posterior;
  • Durante os eventos recomenda-se que as portas das salas permaneçam abertas;
  • Para alguns eventos, será necessário cobrir o carpete com proteção plástica;
  • Serviço de coffee-break individual em embalagens descartáveis e buffet assistido;
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Eventos

Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

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A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.

As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.

Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.

Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”

O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.

A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.

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