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Heineken apresenta “Home Gatherings”, campanha que retrata a retomada dos encontros entre amigos de forma responsável

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Heineken apresenta "Home Gatherings", campanha que retrata a retomada dos encontros entre amigos de forma responsável
Com o mote “Se for beber junto, mantenha as cervejas afastadas”, a Heineken® estreia sua nova campanha global “Home Gatherings”, reconhecendo a resiliência e a sagacidade dos consumidores que, após mais de um ano de pandemia, estão voltando à rotina social, mas sem abrir mão da responsabilidade e segurança. O filme conta com edições de 6’’, 10’’ 15″, 30″ e 62″ e veiculação em mídias indoor, digitais e TV (aberta e por assinatura).

Ao som de “Perhaps, Perhaps, Perhaps”, interpretada por Mars Big Bang – feat. Octavio Rivera, vemos cenas de pequenas reuniões entre amigos. A confusão começa quando nenhum dos convidados consegue identificar exatamente qual a sua long neck de Heineken®, e então passam a buscar meios de diferenciá-las e evitar que as garrafas sejam compartilhadas. De forma bem-humorada e retratando uma situação bastante comum em reuniões dentro de casa, com os amigos, a campanha incentiva os consumidores a continuarem utilizando meios criativos e responsáveis para socializar, em um momento de maior flexibilização dos encontros em grupos. Além disso, reforçar a necessidade de seguir os protocolos locais de saúde, incluindo o uso de máscaras.
“Na Heineken®, sempre buscamos contar histórias com leveza e sagacidade, levando aos consumidores uma nova perspectiva de situações do cotidiano. A pandemia mostrou que o consumo em casa, entre amigos, está mais frequente, mas queremos com bom humor reforçar que mesmo nessas ocasiões, o cuidado precisa ser constante”, comenta Gabriel D’Angelo Braz, diretor de marketing da marca Heineken® no Brasil.

O filme foi gravado em Londres e é assinado pela Publicis Itália, com direção de Tom Kuntz, da MJZ.

“#SocialiseResponsibly” é a plataforma global da marca Heineken que incentiva a manutenção dos cuidados na socialização no momento de retomada de bares, restaurantes e maior flexibilização diante da pandemia, de acordo com protocolos oficiais de saúde de cada país em que a marca atua.

Ficha Técnica:
HEINEKEN
Director Global Heineken® Communication; Innovation Global Commerce: Els Dijkhuizen
Communication Manager Heineken® Global Commerce Obabiyi Fagade
Heineken® Trade Marketing Manager Europe Tatiana Fedotova
Senior Brand Design Manager Caroline van Hoff

PUBLICIS ITÁLIA
Global Chief Creative Officer Publicis WW: Bruno Bertelli
Chief Creative Officer Publicis Italy: Cristiana Boccassini
Global Executive Creative Director: Mihnea Gheorghiu
Global Creative Director: Eoin Sherry
Global Creative Director: Sandra Bold
Creative supervisor: Marie Poumeyrol
Copywriter: Pamela Bianda
Art Director: Marina Perta
Junior Art Director: Luca Villa
Global Strategy Director: James Moore
Head TV Production: Francesca Zazzera
TV Producer: Sanam Bartoletti
Post Producer: Sabrina Sanfratello
Global Client Service Director: Eleni Charakleia
Group Account Director: Elianne Vermeulen
Account Director: Francesca Baldrighi
Account Supervisor: Jan Wojtkowski

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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