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HBO Max será lançada no Brasil em junho de 2021

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Nesta quinta-feira, 11, a WarnerMedia anunciou o mês de lançamento do HBO Max no Brasil: junho de 2021. A princípio, uma data específica não foi definida, mas a expectativa é de que a estreia ocorra no final do mês.

Assim como o Brasil, a plataforma de streaming também irá chegar de forma simultânea para outros 38 países da América Latina e Caribe. Sendo assim, pela primeira vez o serviço estará disponível fora dos Estados Unidos.

Desde já, o público brasileiro terá acesso a um catálogo repleto de conteúdos que inclui diversos programas queridos pelos fãs das marcas da WarnerMedia. Desde HBO, DC e Warner Bros, até CNN, TNT e TBS, por exemplo. Além disso, também haverá produções originais locais.

“Estamos muito entusiasmados com o lançamento da HBO Max na América Latina e no Caribe. Este é o primeiro passo para levar nossos serviços para consumidores fora dos Estados Unidos e para o mundo todo”, disse Johannes Larcher, líder da HBO Max International. “Combinando a HBO com o melhor do catálogo de séries e filmes da WarnerMedia, bem como com produções locais dos principais criadores da América Latina, a HBO Max oferecerá aos fãs da região uma experiência de entretenimento rica e inesquecível.”

Nesse sentido, o HBO GO será substituído pelo HBO Max, sendo excluído de forma simultânea à chegada da nova plataforma de streaming. Desse modo, os atuais assinantes do HBO GO, terão acesso ao aplicativo da HBO Max.

Antes de mais nada, o aplicativo reproduzirá a experiência com o produto disponível nos Estados Unidos. Incluindo recursos que aprimoram a maneira como a audiência se conecta com os conteúdos da WarnerMedia.

Catálogo da plataforma será repleto de conteúdo conhecido pelos brasileiros

Dentre o catálogo oferecido pela Warner no HBO Max, destacam-se as coleções do Cartoon Network e do Looney Tunes Cartoons para o público infantil. Além de fãs de marcas de sucesso como HBO, Warner Bros., New Line, DC, CNN, TNT, TBS, truTV e Adult Swim para adolescentes e adultos.

Além disso, também serão produzidos conteúdos originais locais com a marca “Max Originals”, que serão exclusivos da plataforma. Estes títulos, terão como foco mostrar criadores de conteúdo, a fim de destacar os talentos locais com suas vozes autênticas, relevantes e próximas para o público.

Ademais, para complementar o o catálogo de conteúdo da plataforma, também estarão presentes títulos famosos adquiridos de parceiros de renome locais e internacionais.

A HBO Max estará disponível através de várias opções de assinatura e poderá ser baixada em diversos dispositivos. Desde smartphones e tablets, até computadores e Smart TVs compatíveis.

Ao longo dos próximos meses, a HBO Max divulgará aos consumidores na América Latina e no Caribe mais detalhes sobre a plataforma. Como por exemplo, novos conteúdos, promoções e muito mais.

Após a chegada da HBO Max à América Latina e ao Caribe, os serviços de streaming da HBO na Europa (Países Nórdicos, Espanha, Europa Central e Portugal) serão atualizados para a plataforma ainda este ano.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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