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Havas+ apresenta time de líderes no Rio de Janeiro

Agência consolida uma das maiores operações do mercado publicitário carioca
Após apresentar sua operação no Rio do Janeiro, a Havas+ anuncia o time que vai liderar a unidade, consolidando uma das maiores agências do mercado carioca. Na posição de diretora geral, está Alexandra Brown (mais conhecida como ShowShow), que irá comandar a operação de mais de 80 colaboradores. A executiva responderá diretamente ao head da Havas+ no Brasil, Marcos Lacerda (MaLa), e terá a missão de construir, junto à equipe trabalhos de excelência que elevem a relevância das marcas que compõem a carteira da unidade carioca, como TIM, Unigranrio, Globo Internacional, Emirates, Michelin e Norte Energia.
“Ano passado, nos desafiamos a montar uma operação do Rio de Janeiro, capaz de ampliar nossa atuação local, sob o propósito de colaborar cada vez mais para que as marcas dos nossos clientes tenham relevância funcional, pessoal e coletiva na vida das pessoas. E esse é um trabalho on going perene. A ShowShow será fundamental nessa construção. Ela é uma excelente profissional e tem uma visão adequada aos nossos objetivos de negócio”, explica Marcos Lacerda.
Com 17 anos de experiência em operações e estratégia, ShowShow já trabalhou com anunciantes como L’Oréal, Coca-Cola Brasil e Coca-Cola México, Centauro, Mary Kay, Bob’s, IBMEC, UVA, Zona Sul e Unimed, além da própria TIM. A profissional também soma passagens pelas agências WMcCann e NBS e, mais recentemente, atuou na FLAGCX, onde ocupou o cargo de COO das unidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
“A possibilidade de contribuir com o desenvolvimento de clientes tão importantes para o mercado, só me motiva. Tudo isso acontece num momento em que a Havas+ está montando uma estrutura grande, robusta e vive um momento de prospecção e visibilidade no mercado”, conta ShowShow.
Na linha de frente da Havas+ no Rio de Janeiro também estarão os diretores de atendimento Flávia Braga, Marcelo Murras, Fabiana Amorim, Daniela Alves e Aline Messa, assim como as diretoras de mídia Paolla Rodrigues e Marylena Goyareb.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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