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Havaianas traz cenas de mães reais em nova campanha de Dia das Mães

As mulheres da Alpargatas foram convidadas a estrelar a nova campanha e transmitem recado sincero a todas as mães do Brasil
Uma das principais datas comemorativas do ano vai ser vivida de uma maneira bem diferente. O Dia das Mães de 2020 vai ficar na lembrança de muitas mães, que talvez, pela primeira vez, passarão esse dia longe de seus filhos. Atenta a isso e preocupada em levar um pouco mais de conforto e alegria às milhões de mães do Brasil, a Havaianas lança sua campanha digital de Dia das Mães com mães e filhas reais e da própria empresa.
As peças têm como objetivo mostrar os inúmeros desafios que o cenário atual trouxe para dentro dos lares e, como esse novo normal tem sido para as milhares de mães brasileiras, que, além de mães, ainda têm outros papéis importantes a desempenhar, como o de profissional, de chefe de família, de educadora dos filhos, de esposa e claro, o de mulher.
A campanha quer levar empatia para as mães e assume que a Havaianas entende que está difícil, por isso, nada melhor do que falar de mãe para mãe, as mães da Alpargatas, empresa detentora da marca Havaianas, fazem parte da campanha, compartilhando um pouco da nova rotina adquirida, dos desafios, das conquistas e também da parte boa de estar com seus filhos, o tempo todo.
“Somos uma marca bastante disponível e acessível, as pessoas estão precisando de afeto, além do cuidado, então o que quisemos trazer aqui era realmente o lado humano, tornar essa campanha mais pessoal e deixar as nossas mães, mais próximas de todas as outras mães do Brasil, para que todas entendam que estão juntas, que é difícil, mas que vai passar.” afirma Fernanda Romano, CMO da Alpargatas.
Dividida em momentos, a campanha transita entre plataformas e formatos, serão conteúdos em vídeo, post feed, influenciadores, enquetes nos stories e ações em todas as redes sociais da marca: YouTube, Facebook, Instagram e Twitter. Os seguidores também farão parte desse movimento de empatia, onde a Havaianas os convida a compartilhar como está sendo o convívio com a mãe durante esse período e, as respostas mais interessantes serão compartilhadas nos perfis da marca. Esse vai ser o momento dos filhos demonstrarem, para o mundo todo, sua admiração, reconhecimento e amor pelas mães que sempre fizeram tanto e que estão fazendo ainda mais nesse período.
“Estamos buscando formas de estar perto de quem a gente ama, seja por vídeo, por telefone, pelas redes sociais e, trazer o nosso público para dividir esse momento conosco é mais uma forma de dizer que estamos juntos e que ninguém precisa passar por isso sozinho. Precisamos cuidar, ter empatia e ajudar quem precisa. Mas também precisamos descansar, então ao calçar as sandálias dos outros e, principalmente, as suas Havaianas é o momento da mãe de esquecer por alguns instantes os outros papéis e relaxar. ” finaliza Fefa.
A criação é da agência Circus e conta com estratégia e gerenciamento de mídia da agência AlmapBBDO, com supervisão do Hana, studio criativo interno da Alpargatas. A produção é assinada pela CINE Cinematográfica.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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