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Halls apresenta novo posicionamento que reforça benefício exclusivo do produto

Nesta semana, Halls, a marca de balas da Mondelēz International, estreia o seu novo conceito no país: “Vai com Tudo, Vai com Halls”. Mais do que reforçar o sabor único do produto, a assinatura mostra como o Mentol, ingrediente exclusivo e responsável pela sensação refrescante de Halls, abre as vias aéreas e promove uma melhor respiração, sendo um importante aliado que pode inspirar e oferecer a motivação necessária para superar aquele frio na barriga diante dos obstáculos do dia a dia, ainda mais em momentos difícieis como o atual. A campanha que lança a novidade teve a criação liderada pela DAVID Miami, com adaptação local da DAVID São Paulo, e faz parte da plataforma global de comunicação do anunciante.
“A marca estava há um tempo sem comunicar, esperando o momento certo de reforçar o seu diferencial e trazer um novo posicionamento. Sabemos que nossos consumidores estão, mais do que nunca, enfrentando muitos desafios nesta retomada e queremos inspirá-los a respirar fundo e ir com tudo para superar os obstáculos.” comenta Anna Carolina Teixeira diretora de Gomas e Balas da Mondelēz Brasil.
No Brasil, um filme principal, de 30 segundos, apresenta o conceito por meio de cenas em que pessoas de diferentes perfis – como uma bailarina, uma skatista e um alpinista, por exemplo – aparecem em situações em que precisam de um momento de inspiração e foco antes do próximo passo. Para seguir em seus objetivos, eles contam com Halls, que incentiva: “Vai com Tudo, Vai com Halls”. A criação será veiculada em canais digitais.
As imagens foram captadas, antes da pandemia, e compõem toda a comunicação global da marca. Além do filme principal, a campanha conta com versões reduzidas de 15 e de 6 segundos e peças especiais para mídia Indoor.
“Até hoje a comunicação de Halls sempre explorou muito a refrescância do produto. Essa campanha agora busca trazer um outro lado sensorial, dos benefícios que essa sensação de Halls pode dar, inspirando as pessoas no seu dia a dia”, diz, Edgard Gianesi, diretor de criação da DAVID.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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