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Hagens brinca com o bom humor do brasileiro

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Regionalidade, bom humor e digital. Com esses ingredientes, a Hagens apresenta sua nova campanha para o Macarrão Galo, que integra o portfólio do Pastifício Selmi. Receitas na Ponta da Língua – Manda Áudio chega para aumentar a percepção de marca e engajamento, aproximando e humanizando a comunicação a partir da criação de conteúdos que combinam receitas, diferentes regionalidades do país e o jeitinho brasileiro de se comunicar e se divertir com as ferramentas digitais, em especial o WhatsApp.

De acordo com a própria plataforma, 7 bilhões de mensagens de voz são enviadas por seus usuários diariamente e, segundo dados divulgados em 2022 pelo centro de pesquisa Statista, há 147 milhões de brasileiros que usam o WhatsApp de forma regular. “O jeito do brasileiro usar as ferramentas digitais mostra a evolução na forma de se expressar e compartilhar o que sabe de uma maneira única. E é isso que essa campanha faz: une o amor do Brasil pelo Macarrão Galo e o prazer de mandar áudios para, assim, espalhar receitas, dicas e segredos gastronômicos. Tudo isso com diversos sotaques e de forma leve, divertida e surpreendente, trazendo momentos reais do brasileiro com o seu humor e sua forma de fazer uma cozinha criativa”, explica José Alves Neto, CCO e Partner da Hagens.

Marcelo Guimarães, diretor Comercial e de marketing do Pastifício Selmi, lembra a transição na forma de comunicação das marcas da empresa a partir da pandemia. “Deixamos de pensar apenas na mídia tradicional. Houve uma mudança do mindset, com uma comunicação mais rápida e, de lá para cá, tem sido uma curva de aprendizado importante e com indicadores bastante positivos”, disse. “Nosso propósito é nos tornar cada vez mais próximo do consumidor, respeitando os hábitos de consumo de cada região do Brasil e a essência de cada uma de nossas marcas”, completa Guimarães.

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Relatório anual Tendências Globais em Governança Corporativa, da Russell Reynolds, aponta desafios e oportunidades identificadas para conselhos empresariais

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As inovações disruptivas como Inteligência Artificial (IA), diversidade, iniciativas ESG e as mudanças nos padrões de governança estão entre os principais desafios e preocupações dos Conselhos de Administração identificadas pela edição de 2024 do estudo Tendências Globais em Governança Corporativa. Produzido anualmente pela Russell Reynolds, referência global em busca executiva, consultoria e desenvolvimento de lideranças, o estudo também revela tendências para o Brasil, onde a Sustentabilidade ganha destaque pela realização da COP 2030 e a recuperação do mercado de capitais torna-se tema prioritário na agenda das lideranças.

“Enquanto no ano passado, víamos o ceticismo dos investidores sobre a qualidade da composição e o desempenho de seus conselhos, a performance de CEOs e seus planos de sucessão, para 2024 notamos que o foco tem mudado, demonstrando como a governança corporativa é dinâmica e apresenta novas exigências. O tema de ESG segue fortemente em pauta, agora com pressão ainda maior para as ações se tornarem práticas, incluindo programas de diversidade, equidade e inclusão”, analisa Jacques Sarfatti, sócio-diretor da Russell Reynolds e líder da prática de avaliação de conselhos de administração e CEOs.

O avanço da Inteligência Artificial e outras inovações disruptivas chegaram à vanguarda das discussões do Conselho em 2023 e elevaram o grau de preocupação quanto às crescentes ameaças à segurança da informação e à privacidade de dados. Para este ano, espera-se um aumento de propostas enfatizando a necessidade de governança, os seus efeitos na força de trabalho e a utilização ética da IA.

O caminho da paridade ganha foco na diversidade. Os conselhos enfrentam o desafio de promover um ambiente inclusivo que não apenas acomode, mas busque ativamente dar voz e ecoar as diversas perspectivas. Em 2023, houve um avanço significativo na paridade de gênero, com mulheres representando mais de 40% dos conselhos de empresas dos principais índices da França, Itália e Reino Unido. Embora, no Brasil, esse indicador ainda esteja em 18%, o estudo observa grandes progressos em relação às múltiplas dimensões de diversidade em todo o mundo, o que inclui etnia, idade e proficiência tecnológica. “Com o aumento gradativo da representatividade, a missão dos Conselhos é garantir que esses grupos sejam ouvidos e tenham o devido espaço nas discussões e, posteriormente, as iniciativas sejam disseminadas para todos os níveis da empresa”, complementa Sarfatti.

Se por um lado, há maior pressão dos stakeholders e da sociedade por ações concretas em ESG, do outro, nota-se uma certa relutância de líderes empresariais em divulgar de maneira mais transparente essas ações, dados e seus impactos para as organizações. Isso se deve em parte à politização da agenda, especialmente nos Estados Unidos, e não necessariamente representa uma desaceleração dos esforços em iniciativas ESG. A realização da COP 30 no Brasil, em 2025, e o compromisso da CVM em aderir às normas ISSB IFRS S1 e S2 têm influenciado um maior direcionamento da governança corporativa das empresas brasileiras para a Sustentabilidade. Conselheiros e investidores estão mais atentos às iniciativas de suas organizações, aos impactos dessas ações e ao desenvolvimento de suas próprias competências técnicas em relação ao tema.

Nota-se também uma migração dos padrões de governança, com empresas de capital fechado adotando alguns dos requisitos significativos de governança corporativa e de relatórios mandatórios de empresas de capital aberto. Há também uma movimentação crescente para profissionalização das atividades e processos dos conselhos. No Brasil, o foco está na mudança dos mecanismos de remuneração dos executivos, planejamento sucessório de todo o C-level e implementação de avaliação externa e matriz de competência dos conselhos.

O relatório Tendências Globais em Governança Corporativa para 2024 foi realizado por uma equipe multidisciplinar de consultores e líderes influentes do Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Países Nórdicos, Índia, Emirados Árabes, Austrália, Cingapura e Malásia. Leia o estudo na íntegra em https://www.russellreynolds.com/en/insights/reports-surveys/2024-global-corporate-governance-trends

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LF & Cia Comunicação e Instituto Envolverde anunciam parceria estratégica para oferta de serviços em ESG

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A LF & Cia Comunicação Integrada e o Instituto Envolverde anunciam parceria estratégica com finalidade de oferecer soluções integradas às empresas interessadas em desenvolver e promover projetos de temáticas ESG. Ao unir a expertise em comunicação estratégica da LF & Cia com a trajetória de 30 anos do Envolverde em questões ESG (ambientais, sociais e de governança), a parceria visa proporcionar um conjunto abrangente de serviços voltados para a construção e o fortalecimento das iniciativas sustentáveis das empresas.

Mantenedor do portal Envolverde, reconhecido por sua cobertura jornalística especializada em temas ambientais e sustentáveis, o Instituto Envolverde desempenha papel importante na promoção da conscientização, educação e mobilização em torno de questões ambientais e sociais. “Estamos entusiasmados em poder, junto com o Instituto Envolverde,  amplificar a mensagem de sustentabilidade das empresas e inspirar ações positivas em prol do meio ambiente e da sociedade”, afirma Lucia Faria, sócia-diretora da LF & Cia.

Entre os serviços oferecidos como parte desta parceria estão a capacitação dos clientes e suas lideranças em questões relacionadas a ESG, consultoria para empresas interessadas em construir uma imagem alinhada com os valores da responsabilidade socioambiental, treinamentos e elaboração de produtos editoriais, incluindo branded content e relatórios de sustentabilidade.

“Esta parceria representa uma oportunidade significativa para empresas que buscam fortalecer sua reputação corporativa e contribuir para um futuro mais sustentável. Elas terão acesso a uma equipe dedicada, muito experiente e especializada, que oferece desde a concepção até a implementação de estratégias de comunicação integrada”, acrescenta Dal Marcondes, diretor-executivo do Instituto Envolverde.

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