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GWM Brasil anuncia Luis Fernando Guidorzi como head de marketing

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A área comercial da GWM Brasil ganha mais um nome de peso com a indicação de Luis Fernando Guidorzi para ocupar os cargos de head de marketing da GWM e head do Brand Tank. O executivo vai se reportar ao CCO (ChiefCommercial Officer) da montadora no país, Oswaldo Ramos.

Como responsável pela Tank, Guidorzi vai planejar e coordenar o lançamento da futura marca de SUVs off-road de luxo híbridos. A linha de modelos da GWM será composta ainda por mais duas marcas, também exclusivamente eletrificadas: a Haval vai se concentrar nos SUVs on-road e a Poer será especializada em picapes.

O profissional traz para a GWM um profundo conhecimento do mercado de SUVs e de veículos premium, adquirido em áreas como Marketing, Digital, Growth, Vendas, Produto e Relacionamento com o Cliente.

Guidorzi já trabalhou na Jaguar Land Rover, onde liderou a área de Marketing e Comunicação para o Brasil e América Latina, e com as marcas Jeep, Dodge, Chrysler e RAM, quando ocupou o posto de Sênior General Marketing Manager da FCA/Stellantis para o Brasil e América Latina.

Antes de ser indicado para o atual cargo, ele foi um dos responsáveis por Atendimento e Vendas do Segmento Automotivo e Fast Food no Facebook/Meta. Também já ocupou a cadeira de Presidente do Comitê de Marketing da ABEIFA (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores).

Formado em Marketing e Comunicação pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e pós-graduado em Business e Inovação pela Universidade de Stanford, Guidorzi é atualmente coach de Design Thinking e Negociação da Stanford Graduate School of Business, na Califórnia (EUA).

“Começamos a escrever uma nova história no mercado automotivo e de mobilidade que certamente vai transformar essas indústrias no Brasil. Estamos muito otimistas com o trabalho que vem sendo feito em todas as áreas e com os produtos que estamos desenvolvendo exclusivamente para o público brasileiro. Energia limpa, tecnologia e conectividade estarão presentes não só em nossos produtos e em nossas campanhas, mas também em nossa alma. O amanhã está chegando e estamos prontos para conquistar os corações dos brasileiros”, diz Luis Fernando Guidorzi.

 

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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