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GUT São Paulo assina nova campanha da Azul Seguros

A Azul Seguros, companhia de seguros atrelada à Porto, lança campanha que marca o seu processo de rebranding. Assinada pela GUT São Paulo, agência global independente, a campanha foi apresentada em primeira mão, no último domingo, no intervalo do principal reality show da televisão brasileira, na TV Globo.
A Azul também promoveu a dinâmica mais esperada desta semana, que contou com mais uma prova e formação de paredão. Os seis brothers restantes da casa disputaram a prova do líder Azul Seguros, quem chegasse primeiro no final do tabuleiro ganharia a liderança.
A nova comunicação apresenta a Azul Seguro Auto por Assinatura como o primeiro seguro de verdade para quem está entrando nesse universo. Focada nos jovens adultos, a campanha reforça que a Azul oferece produtos e soluções na medida certa para atender as necessidades individuais de cada cliente.
Irreverente, o filme mostra duas situações opostas: na primeira um carro gigante maior do que qualquer pessoa seria capaz de dirigir e, na segunda, um carro pequeno demais. As imagens fazem alusão a uma reclamação comum dos consumidores que buscam seguros: produtos que oferecem coberturas em excesso e preços elevados ou opções mais acessíveis com cobertura muito limitada. A campanha reforça que o Azul Seguro Auto por assinatura é feito na medida certa.
“A Azul tem um público jovem, contemporâneo, que está agora entrando nesse mundo dos carros e seguros. Por isso, a nossa campanha tem essa linguagem mais fun e moderna, contando dos nossos benefícios de uma forma leve e super visual”, comentam Sofia Calvit e Juliana Utsch, diretoras de criação da GUT São Paulo.”
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







