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Guaraná Antarctica vai transformar tuítes que desvalorizam o futebol feminino em grama para campo de futebol

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Parece inacreditável, mas em pleno 2021, ainda tem gente que prefere usar as redes sociais para postar comentários negativos sobre o futebol feminino. E como esses comentários não precisam ganhar audiência, neste Dia da Mulher, Guaraná Antarctica, com o apoio dos usuários do Twitter, vai receber via DM, mensagens já publicadas nas redes e imprimi-las em papel semente para criar um novo gramado para o projeto Meninas em Campo.

Essa maneira inusitada de transformar mensagens de ódio em algo útil irá beneficiar mais de 200 atletas, de 9 a 17 anos, que treinam no projeto e que sonham com o futebol profissional. “Guaraná tem como objetivo enaltecer o futebol feminino. Com essa ação criamos mais uma oportunidade para ajudar no desenvolvimento de novos talentos. Queremos que essas garotas saibam que nos próximos treinos elas irão pisar, literalmente, nos haters e, que isso possa motivá-las a seguir firme em sua jornada no esporte”, conclui Julia Chieppe, gerente de marketing de Guaraná Antarctica.

Para criar a ação, Guaraná se inspirou no comportamento dos usuários nas redes sociais. “Ainda é muito comum ver comentários negativos em relação ao futebol feminino, por isso, decidimos investir contra eles. Está na hora de deixar os preconceitos de lado e começarmos a valorizar as mulheres do futebol”, explica Giuliana Cittadino, do time de Estratégia de Conteúdo de Guaraná.

Sobre o Meninas em Campo

O projeto Meninas Em Campo é uma organização social, sem fins lucrativos, com o objetivo de aumentar a dignidade de jovens, especialmente mulheres no esporte e na sociedade. Por meio da educação, do desenvolvimento das habilidades socioemocionais e da formação esportiva na busca constante pela transformação social. Todos os projetos realizados pela instituição têm foco em desenvolver e apoiar ações para o avanço na direção de algumas metas definidas pelas ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e o cumprimento da Agenda 2030 criada pela ONU.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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Macunaíma.ag assume direção criativa do Baile da Sephora 2026 e assina ativações de Meta, Heinz, JOVI, Campari e Halls

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A agência de brand experience Macunaíma.ag assumiu, pela quarta vez consecutiva, a direção criativa geral do Baile da Sephora, evento de destaque no calendário de lifestyle e beleza do país. Além de desenhar o conceito central da edição 2026 — intitulado “As Sombras da Floresta” —, a agência assina a criação e a operação de marcas pertencentes a diferentes segmentos no evento, incluindo Meta (Instagram), Heinz, JOVI, Campari e Halls (esta em parceria criativa com a agência David).

Para o Instagram, a agência coordena a transmissão ao vivo oficial do evento, comandada pelos criadores de conteúdo Carol Zaia e Theodoro, em um cenário que expõe biomas brasileiros por meio de fotografia artística. A Heinz utiliza o encontro para promover o Ketchup Heinz Zero, distribuindo bisnagas com artes exclusivas assinadas pelo artista Andy Alves, além de ações de degustação durante o jantar.

A marca de tecnologia JOVI, operada no Brasil pela vivo Mobile Communication, apresenta seu modelo X300 Ultra em um espaço cenográfico que simula uma lua em meio à floresta, projetado para destacar os recursos de fotografia noturna do smartphone. No setor de bebidas, a Macunaíma assina a cenografia do bar da Campari, unindo o paisagismo tropical à identidade visual vermelha da marca. Na frente de confeitos, a agência produz as ativações da Halls desde a fase de credenciamento até a entrega de portas-Halls e áreas para fotos com efeitos de vento. “Criar para quem recebe e, ao mesmo tempo, para quem participa mostra a confiança do mercado na nossa capacidade de transitar entre beleza, alimentação, tecnologia, bebidas e entretenimento sem perder a identidade de cada cliente”, analisa João Felipe Villanova, sócio e diretor criativo da Macunaíma.ag.

“Um ketchup, um smartphone, uma bala e uma rede social falam línguas completamente diferentes, e o desafio foi traduzir todas para o mesmo universo. Quando o convidado leva para casa uma bisnaga com arte exclusiva ou faz uma foto sob a lua da JOVI, ele não guarda a lembrança de um anúncio, guarda uma memória da festa”, complementa Daphne Duarte, gerente de planejamento criativo da agência.

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