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Guaraná Antarctica entra em campo na volta do Brasileirão Feminino A1 e convoca empresas a apoiarem o esporte

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Se tem retorno do Brasileirão Feminino A1, tem Guaraná Antarctica em ação inédita no campo. Parceira do esporte, a marca reforça o seu compromisso com a modalidade e incentiva a entrada de mais patrocinadores para o futebol feminino.

Para chamar a atenção de outras empresas, Guaraná irá substituir sua exposição de marca nas placas de publicidade na lateral do gramado por frases de apoio e incentivo ao futebol feminino que, diferente do que acontece no futebol masculino, ainda precisam de muito patrocínio. Será possível conferir a ação em todos os jogos do campeonato, que teve início hoje, 26 de agosto, durante o duelo entre Santos x Audax (SP), na Vila Belmiro, em Santos (SP).

A iniciativa de Guaraná Antarctica chega para contribuir, mais uma vez, com a captação de recursos para a modalidade. Um estudo publicado pela Brand Finance, em agosto de 2019, apontou que a categoria deixa de faturar US$ 1,2 bilhão (R$ 4,8 bilhões) em patrocínios por ano, no mundo todo, em comparação ao masculino

“As mulheres entram em campo todos os dias, não apenas nas competições mundiais. Por isso, depois do apoio às Seleções Brasileiras, era o momento de valorizar e investir no campeonato mais importante do país. Lançamos esse movimento hoje e esperamos que, em breve, outras empresas estejam com Guaraná nas placas da lateral do campo e incentivando as mulheres no esporte”, explica Pedro Thompson, diretor de marketing de Guaraná Antarctica.

A nova campanha dá continuidade ao compromisso de Guaraná Antarctica com a modalidade feminina, que teve como marco o movimento Futebol Feminino é Coisa Nossa, durante a Copa do Mundo Feminina de 2019. Na oportunidade, como patrocinadora da Seleção Brasileira, a marca promoveu um ensaio fotográfico simulando a participação da atacante Cristiane, a meia Andressinha e a lateral-direita Fabi Simões, em propagandas de diversos segmentos como beleza, produtos esportivos, cartão de crédito, para mostrar o potencial publicitário das atletas e estimular outras marcas a apoiarem o futebol feminino. O movimento contou com a participação de 15 marcas e todo valor arrecadado foi dividido entre as jogadoras e o projeto Joga Miga.

“Como uma marca que faz parte da vida dos brasileiros, é também nosso papel usar esse poder de comunicação para fomentar conversas no meio publicitário que contribuam para a sociedade”, completa Thompson.

A campanha tem criação da agência Soko.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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