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Guaraná Antarctica convoca torcida para conhecer e reconhecer jogadoras da seleção brasileira feminina de futebol pelo nome

Leticia, Bárbara e Camila; Antonia, Bruninha, Kathellen, Lauren, Monica Hickman, Rafaelle e Tamires; Duda Sampaio, Kerolin, Luana, Adriana, Ana Vitória e Ary Borges; Andressa Alves, Geyse, Nycole, Bia Zaneratto, Debinha, Gabi Nunes e Marta. E tem mais: Tainara, Aline Gomes e Angelina!
Guardou bem esses nomes? Então, é bom se preparar, afinal, chegou o momento que geral esperava: é ano da principal competição de futebol de seleções do mundo. E quando o Brasil entra em campo, a torcida BR veste a camisa, sabe de cor e salteado toda a escalação – seja de quem é titular ou reserva – e empurra o time. Até porque, somos brasileiros, os mais fanáticos do mundo pelo futebol. E, agora, chegou a vez de mostrar todo esse amor pelas brabas, a Seleção Feminina! Por isso, as atletas lançam, junto com Guaraná Antarctica, o movimento #OlhaPraElas, com o objetivo de apresentá-las ao público, dar luz para as histórias delas e o mais importante: convocar toda a nação para vibrar durante o maior campeonato de futebol do planeta. Ainda tem dúvidas do nome delas?
O movimento #OlhaPraElas começou no último domingo, no aquecimento para o amistoso contra o Chile, em Brasília – o último antes do início do campeonato mundial. Com uma atitude inusitada diante dos fãs e da mídia, as craques vestiram uma camisa com seus nomes bem maiores do que os números, na proporção contrária do que é visto nos uniformes tradicionais. E se alguém ainda estava distraído, todas as jogadoras viraram de costas e apontaram para seus nomes, reforçando, mais uma vez, que as “brabas” têm nome! Na arquibancada, um bandeirão do #OlhaPraElas foi aberto pela torcida, além das placas de campo e o maior telão da América Latina, que fica na cidade, que também chamaram a atenção para a iniciativa. E se é para chamá-las por seus nomes, Guaraná Antarctica ainda convocou uma multidão para acompanhar o jogo, incluindo escolas de futebol e times locais, jogadoras e influenciadores.
Quando o assunto é Futebol Feminino, Guaraná Antarctica está sempre em campo. “Tem poucas coisas mais legais do que se emocionar com o Brasil ‘em campo’. Esse clima de torcida é bom demais e Guaraná Antarctica sabe bem, somos o Patrocinador Oficial da Torcida Brasileira e da nossa Seleção com muito orgulho. E esse movimento é sobre isso, queremos apresentar nossa Seleção Feminina pra muita gente que ainda não conhece, e convidar os brasileiros a sentirem o gosto de torcer e se emocionar com nossas “Brabas”, com o Brasil em campo. Dia 20 a bola começa a rolar na Austrália, abre aí seu Guaraná Antarctica e #OlhaPraElas que vai ser bom demais”, diz Tetê Chaves, diretora de Guaraná Antarctica.
E outros atletas, que já representaram ou ainda representam o Brasil em outros esportes, também entraram no movimento: Sheilla Castro, ex-jogadora de vôlei; Karen Jonz, tetracampeã de skate, musicista e artista; e Erika Cristiano, jogadora de futebol e comentarista. Paulo André, profissional de atletismo, também aproveitou o jogo para mostrar seu apoio à iniciativa.
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Méqui 1000 transforma fachada na Avenida Paulista em território de torcida para lançar o menu Seleções do Méqui

A icônica unidade Méqui 1000, no coração da Avenida Paulista, amanheceu de cara nova para celebrar um dos rituais mais profundos da cultura nacional: a crença no hexa. Como parte da estratégia para apresentar o aguardado menu Seleções do Méqui, o McDonald’s revelou uma transformação completa de sua fachada. A iniciativa, que une o impacto visual do mundo real à ativação digital, foi arquitetada pela GALERIA.ag, com o projeto de live marketing e brand experience assinado pela faro.ag.
A nova estética do restaurante abandona a decoração convencional para assumir um papel de conversão estratégica. Com referências visuais em verde e amarelo, a fachada foi projetada para canalizar a energia da Copa do Mundo FIFA 2026 antes mesmo do apito inicial. Segundo a faro.ag, o objetivo foi transformar o ponto de venda em uma mídia viva, servindo como ponto de encontro e cenário para registros nas redes sociais. “Quando falamos do hexa, estamos falando de um ritual coletivo, de algo que começa antes mesmo do jogo. Por isso, nosso objetivo foi transformar o Méqui 1000 em um território de torcida já no impacto visual, criando uma fachada que traduzisse a energia do torcedor de forma imediata. A ideia foi transformar o ponto de venda em mídia, para o público olhar e se identificar, entrar ou registrar aquele momento”, explica Claudia Goffi, head de planejamento estratégico da faro.ag.
O menu deste ano traz sanduíches inspirados nas seleções da Espanha, Argentina, Alemanha, México, Estados Unidos e Itália, além da inclusão do Canadá com bebidas do McCafé. Para os torcedores locais, o Combo Brasil surge completo com sanduíche, McFritas, McShake e McFlurry temáticos.
Para marcar o lançamento, uma festa de gala antecipou o clima do mundial. O evento contou com a presença do capitão do penta, Cafu, e um time de influenciadores de peso, incluindo Boca Rosa, Lucas Rangel, Brino e a jornalista Fernanda Gentil. A faro.ag executou ativações interativas durante a noite, como um quiz e um passaporte gamificado que estimulou a jornada de degustação entre os convidados.
Parceiros estratégicos como Coca-Cola e iFood também potencializaram a experiência. Enquanto a marca de bebidas abasteceu o bar, o iFood promoveu ativações de fotos com Inteligência Artificial e protagonizou momentos de entrega com suas tradicionais bags.
O projeto do Méqui demonstra como o live marketing pode capturar a expectativa e o comportamento do público, transformando um lançamento de produto em um fato cultural relevante. “Em um evento global como a Copa, o brand experience ganha uma relevância ainda maior; as marcas passam a disputar atenção dentro de um território que já é altamente emocional. Não basta comunicar, é preciso fazer parte do momento, criando uma experiência que se conecta com esse sentimento coletivo. A Copa amplifica alcance, engajamento e conversa, e o brand experience é o que faz isso acontecer”, afirma Cláudia.
Ao converter o sonho do hexa em vivência real, o McDonald’s e a faro.ag reafirmam a importância de conectar marca e cultura, garantindo que o impacto visual da Avenida Paulista se transforme em desejo de consumo e conteúdo espontâneo em todo o país.
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Kallas Mídia OOH estreia em São Paulo com projeto de requalificação urbana no Edifício São João

A revitalização do centro de São Paulo ganha um novo e robusto capítulo que integra preservação histórica, investimento privado e mídia exterior. O Edifício São João, icônica antiga sede do Banco do Brasil na Avenida São João, iniciou um processo de restauro de 18 meses que servirá de palco para a estreia da Kallas Mídia OOH nas ruas da capital paulista. O projeto, inédito no país, transforma as telas de proteção das obras em um ativo de comunicação de escala arquitetônica, conectando o financiamento urbano à publicidade de alto impacto.
A estrutura, que totaliza mais de 2.400 metros de visibilidade voltada ao Vale do Anhangabaú, foi viabilizada por meio de um Termo de Cooperação firmado entre a Secretaria Municipal de Cultura e a Tivio Capital, gestora do fundo imobiliário TVRI11 — detentor do imóvel. Tradicionalmente funcionais, as chamadas “fachadeiras” passam a operar como suporte de mídia patrocinada, permitindo que o investimento de uma marca única viabilize parte da manutenção e preservação deste patrimônio histórico.
Segundo Rodrigo Moreira Kallas, CEO da Kallas Mídia OOH, a iniciativa redefine o papel do Out-of-Home (OOH) na cidade. “Mais do que ativo de mídia, o projeto conecta marcas à cidade e contribui para a preservação de edifício histórico em um dos pontos mais simbólicos de São Paulo. Acreditamos que o OOH evolui quando passa a participar da dinâmica da cidade e não apenas da sua paisagem”, afirma o executivo.
O Edifício São João é uma peça-chave no portfólio da Tivio Capital, representando cerca de 8% da receita do fundo TVRI11. Ao alinhar a exploração comercial da fachada à recuperação física do imóvel, os parceiros criam um modelo de sustentabilidade para o restauro de ativos de valor histórico.
Localizado em um dos eixos mais movimentados do centro, com alto fluxo de pedestres e proximidade com centros culturais e de mobilidade, o edifício passa a operar como uma “superfície ativa”. A iniciativa insere o imóvel no movimento de requalificação da região central, onde o canteiro de obras deixa de ser um transtorno visual para se tornar uma plataforma de conteúdo e financiamento, aproximando a mídia da infraestrutura e do urbanismo paulistano.








