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Grupo SER Educacional assina contrato para aquisição das operações da Laureate no Brasil

Um dos maiores grupos privados de educação do Brasil e líder nas regiões Nordeste e Norte em alunos matriculados, o Grupo Ser Educacional anunciou hoje, em Fato Relevante, a assinatura de contrato com valor estimado em R$ 4 bilhões para a aquisição dos negócios no Brasil da Rede Internacional de Universidades Laureate.
O negócio criará o quarto maior grupo de ensino superior do Brasil, com aproximadamente 450 mil alunos nas modalidades de ensino presencial e a distância, mais de 100 campi universitários, mais de 500 polos de ensino a distância e presença nos 26 estados e no Distrito Federal.
A nova companhia, que já é listada no Brasil, também passará a ter suas ações negociadas nos Estados Unidos, em bolsa ainda a ser definida, e aprimorará seus já elevados padrões de governança corporativa com a criação de diversos comitês estratégicos como o de integração e de auditoria, de forma a atender aos padrões de governança estabelecidos pela lei Sarbanes-Oxley (SOX).
“O Grupo Ser Educacional, durante os seus 17 anos de trajetória, sempre buscou crescer de forma orgânica e por meio de aquisições. A negociação, com a consequente incorporação da Laureate Brasil pelo Grupo Ser Educacional, trará benefícios para ambas as companhias e nos permitirá dar um passo grandioso no aprimoramento do ensino superior do Brasil “, afirma o CEO do Grupo Ser Educacional, Jânyo Diniz.
“A Laureate Brasil é referência de oferta de cursos na área de saúde, especialmente em Medicina, com mais de 800 vagas anuais. Concluindo a incorporação, iremos agregar 11 instituições de ensino ao nosso portifólio e ampliar nossa presença em quase todos os estados do Brasil, consolidando o grupo como um player nacional”, acrescenta o CEO do Grupo Ser Educacional.
O Grupo Ser Educacional está presente em 26 estados e no Distrito Federal, com uma base consolidada de aproximadamente 185 mil alunos, operando sob as marcas UNINASSAU, UNINASSAU – Centro Universitário Maurício de Nassau, UNINABUCO – Centro Universitário Joaquim Nabuco, Faculdades UNINABUCO, Escolas Técnicas Joaquim Nabuco e Maurício de Nassau, UNIVERITAS/UNG, UNAMA – Universidade da Amazônia e Faculdade da Amazônia, UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas, Faculdades UNIVERITAS e a UNINORTE – Centro Universitário do Norte, por meio das quais oferece 1.904 cursos.
O acordo
Nos termos da transação, o Grupo Ser Educacional ficará com 100% das operações da Laureate no Brasil, pagará à Laureate R$ 1,7 bilhão em caixa na data de fechamento da transação e assumirá dívida líquida estimada em R$ 623 milhões. Adicionalmente, a Laureate receberá ações da nova companhia. mantido o controle acionário com o fundador Janguiê Diniz.
Como resultado da transação, Janguiê passará a ser detentor de 32,1% da companhia, mantendo o controle da empresa em função de limitações ao direito de voto da Laureate, nos termos dos contratos celebrados no âmbito da transação.
O fechamento da operação depende de condições precedentes, dentre elas, aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Adicionalmente, em linha com a prática do mercado norte-americano para corporations, foi facultado à Laureate o chamado go shop, por meio do qual poderá ativamente solicitar e aceitar, até 13 de outubro de 2020, proposta vinculante apresentada por terceiros e que seja superior à efetivada pelo Grupo Ser Educacional. Havendo proposta vinculante superior nesse prazo, o Grupo Ser Educacional terá ainda a preferência em igualdade de condições, que – se não for exercida – facultará a Laureate terminar a transação, pagando para o Grupo Ser Educacional uma multa contratual rescisória de R$ 180 milhões.
Cumpridas ou dispensadas as condições precedentes, a transação está prevista para ser concluída até o final de 2021
Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Canva revoluciona ecossistema criativo com lançamento do Canva IA 2.0 e consolida Brasil como líder global de produção

A indústria do live marketing e da comunicação visual acaba de ganhar um novo fôlego tecnológico. O Canva, plataforma que se tornou onipresente nas agências e departamentos de marketing, anunciou sua evolução mais significativa desde a fundação em 2013: a introdução do Canva IA 2.0. Revelada globalmente durante o evento Canva Create, em Los Angeles, a nova era da ferramenta propõe uma mudança de paradigma, deixando de ser apenas um editor de design para se transformar em um sistema operacional completo, onde a ideia e a execução convergem em um único ambiente.
Impulsionada por modelos de fundação proprietários, a plataforma agora assume um caráter conversacional e agêntico. Na prática, isso significa que as equipes podem gerenciar todo o fluxo de trabalho sem alternar entre dezenas de abas ou aplicativos. A nova arquitetura do sistema sustenta-se em quatro pilares que prometem eliminar o temido “bloqueio da página em branco”.
O chamado Design Conversacional permite a criação de peças a partir de comandos de voz ou texto, gerando estruturas totalmente editáveis e respeitando a identidade visual pré-estabelecida. Diferente de outras IAs generativas que entregam um resultado estático, o Canva IA 2.0 mantém o contexto do projeto, funcionando como um assistente que acompanha o profissional do brainstorming ao refino final. Além disso, a Orquestração Autônoma possibilita que, a partir de um único briefing, a IA coordene ferramentas para entregar campanhas multicanais completas de forma automática.
A precisão técnica também recebeu atenção especial com a Inteligência Baseada em Objetos, que permite modificar elementos específicos sem comprometer as outras camadas do arquivo. Tudo isso é potencializado pela Memória Ativa, uma funcionalidade de aprendizado contínuo que entende as preferências estéticas de cada equipe, garantindo que cada nova entrega esteja rigorosamente alinhada aos manuais de marca.
Os números globais impressionam, mas o desempenho do Brasil é o que realmente salta aos olhos dos executivos em Los Angeles. Com 1 em cada 9 internautas brasileiros utilizando a plataforma mensalmente, o país atingiu a marca histórica de 1,5 bilhão de designs criados apenas nos últimos 12 meses — o maior volume registrado entre todos os países monitorados pela companhia.
A vocação brasileira para o conteúdo dinâmico colocou o país na liderança mundial de criação de vídeos na plataforma, com quase 200 milhões de produções acumuladas. O engajamento com redes sociais também é massivo, somando 481 milhões de peças no último ano. Alberto Ceresa, Country Manager do Canva no Brasil, destaca a importância desse amadurecimento tecnológico no mercado local.
“Com 1 em cada 9 internautas brasileiros utilizando o Canva mensalmente, nossa plataforma se tornou o sistema central onde o trabalho acontece no país. A introdução de fluxos de trabalho inteligentes e conectores permite que as empresas locais eliminem tarefas repetitivas e mantenham a consistência da marca automaticamente. Isso dá às equipes brasileiras uma velocidade de execução sem precedentes, permitindo que foquem menos na ferramenta e mais no crescimento real de seus negócios”, afirma Ceresa.
O Brasil também se posiciona como um adotante precoce de novas tecnologias, ocupando a 6ª posição global no uso das ferramentas de inteligência artificial da companhia. A nova versão do Canva IA entra em fase de Research Preview a partir de hoje, 16 de abril, disponível inicialmente para o primeiro milhão de usuários que acessarem a página inicial, com expansão progressiva prevista para as próximas semanas.
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Digital Out-of-Home atinge ponto de equilíbrio e redefine a relevância das marcas no cenário urbano

O comportamento do consumidor nas metrópoles brasileiras atravessa uma transformação profunda, e a publicidade exterior tenta acompanhar esse ritmo. Em um cenário onde o olhar do pedestre ignora sistematicamente o que é estático, o setor de Out-of-Home (OOH) consolida-se como o segundo maior canal de mídia do país, atrás apenas da internet, atingindo 89% da população, segundo a Kantar Ibope Media. Dados recentes da BE180 de 2025 indicam que o setor alcançou um ponto de equilíbrio histórico: 50% das estruturas já são digitalizadas, refletindo uma migração massiva para o Digital Out-of-Home (DOOH).
A grande barreira para o anúncio tradicional impresso reside na imutabilidade. Instalado por períodos fixos, o cartaz estático corre o risco de virar paisagem após a terceira repetição. Em contrapartida, as telas de LED de alta definição oferecem a agilidade necessária para o varejo contemporâneo. “Uma marca de café pode anunciar com mais força nos horários da manhã. Uma rede de fast food ajusta a mensagem para o almoço ou para a madrugada. O mesmo painel, o mesmo ponto, a mesma verba com resultados diferentes”, descreve Odair Tremante, CEO da Leyard Planar no Brasil e América Latina, líder global na fabricação de painéis de LED e microLED.
Embora o investimento inicial em tecnologia de LED seja superior ao custo de impressão em lona, o retorno sobre o investimento se justifica pela versatilidade e eliminação de custos recorrentes de logística e fixação. De acordo com Tremante, a tecnologia permite uma integração inteligente com dados meteorológicos e geolocalização. “A tela digital elimina custos recorrentes de impressão, transporte e fixação. Encurta o tempo entre a decisão de comunicar e a veiculação efetiva. E, talvez o mais importante, mantém a campanha viva aos olhos de quem passa todos os dias”, acrescenta o especialista.
A inovação no setor também passa pela experiência visual imersiva. A Leyard Planar, em parceria com a Movie Mídia, instalou no Rio de Janeiro o maior painel de LED Outdoor 3D do país, elevando o patamar da interatividade urbana. Entre as novidades tecnológicas trazidas pela empresa ao mercado brasileiro está a linha NHV Outdoor, que oferece brilho de até 8.000 nits e proteção IP65 contra intempéries, garantindo visibilidade mesmo sob luz solar direta e estabilidade para conteúdos dinâmicos com taxas de atualização superiores a 7.680 Hz.
O futuro do setor aponta para uma personalização ainda mais cirúrgica, amparada por inteligência artificial e sensores de audiência que, respeitando as normas de privacidade, identificam perfis demográficos em tempo real. “A integração com inteligência artificial permite que os anúncios sejam ajustados não apenas por horário ou clima, mas por perfil de público. Com esses dados, a programação exibida se adapta em frações de segundo para falar com quem está passando ali naquele instante”, afirma Odair.
Para os profissionais de marketing, a questão central deixa de ser apenas o conteúdo da mensagem e passa a ser a eficácia do formato. Em um ambiente saturado de estímulos, a mídia que não se adapta corre o risco da invisibilidade. “A resposta varia conforme o objetivo da campanha, o orçamento disponível e a localização. Resta saber se o anunciante vai acompanhar esse movimento ou se continuará pagando para ver o mesmo cartaz todos os dias, esperando que o consumidor, em algum momento, resolva olhar”, finaliza o executivo da Leyard Planar.









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