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Green Rio 2023 chega à 11ª edição com foco em economia azul

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Mais uma vez tendo o Rio de Janeiro como cenário, começa no dia 31 de agosto, na Marina da Glória, a 11ª edição do Green Rio/Green Latin America. Os eventos, voltados à bioeconomia mundial, são gratuitos e se estendem até 2 de setembro.

Com apoio da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade e da Fecomércio, o evento apresenta novidades em relação ao do ano passado, com a presença de uma ecobarreira e palestras sobre economia azul. Haverá ações e debates no estande do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e workshop de bioeconomia Brasil-Alemanha.

A palestra de abertura do Green Rio 2023 será de Jefferson Gomes, diretor de inovação e tecnologia do Senai-DN, engenheiro mecânico e professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Jefferson acompanhou o desenvolvimento dos Institutos Senai de Inovação pelo país.

Pela primeira vez, o Green Rio vai receber nos três dias de evento a tecnologia HRios Ecobarreira Inteligente. Trata-se de uma estação ambiental para monitoramento, coleta e armazenamento de resíduos sólidos em rios e afluentes. Por meio de um sistema de sensoriamento remoto, a ecobarreira utiliza energia 100% renovável. Um dos seus objetivos é despoluir a Baía de Guanabara.

Segundo a Associação brasileira de empresas de limpeza pública e resíduos especiais (Abrelpe), a Baía recebe diariamente 98 toneladas de lixo: plásticos, madeiras, metais, papel e outros que causam danos ao ecossistema aquático do local. A estrutura é projetada para atender a diversas características de rios, logística de transporte e implantação em áreas remotas, assim como a viabilidade financeira operacional em regiões mais carentes e com ausência de saneamento básico adequado. Os visitantes do Green Rio poderão entrar e fazer algumas experiências.

“A colocação da ecobarreira, na Marina da Glória, vai ser um divisor de águas, uma tração de desenvolvimento para a economia do mar para o Estado do Rio de janeiro”, diz Marcius Victorio Costa, diretor-executivo da HRios.

A economia azul – que aborda o desenvolvimento sustentável dos recursos costeiros – vai se desenvolver no estande do Sebrae, por meio de encontro de iniciativas e de oportunidades de negócios voltados ao assunto, desde a pesca ao turismo.

A Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS) é um dos apoiadores do Green Rio e terá um estande no evento, com o objetivo de realizar encontros institucionais e divulgar as ações em curso e planejadas no âmbito da Economia Azul.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

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A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.

As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.

Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.

Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”

O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.

A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.

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