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Globoplay e Deezer lançam parceria inédita no Brasil

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O Globoplay e a Deezer, fecharam uma parceria inédita no Brasil, e a partir desta quinta, 15, os dois serviços podem ser contratados em conjunto. Com o acordo, assinantes de todos os planos do Globoplay, poderão assinar Deezer Premium e usufruir de 12 meses de degustação gratuita.

A experiência mais integrada entre os dois serviços deve apresentar diversas novidades nos próximos meses. Por exemplo, a as páginas de conteúdos do Globoplay irão oferecer links para acessar a trilha sonora de novelas e séries na Deezer, assim como terão áreas exclusivas no streaming de áudio destinadas aos conteúdos Globo.

“No Globoplay, sempre admiramos a Deezer pelo espírito inovador, pela capacidade de organizar comunidades em torno da música e pela execução primorosa de um produto streaming moderno e fácil de usar. É uma honra tê-la agora no nosso selecionado clube de parceiros, oferecendo ainda o incrível benefício de 12 meses de degustação gratuita aos nossos assinantes”, comemora Erick Brêtas, diretor de Produtos e Serviços Digitais da Globo.

Para Marcos Swarowsky, diretor geral da Deezer no Brasil, a parceria vem em um momento estratégico de expansão de mercado. “Ao nos associarmos a uma marca que está tão presente no cotidiano dos brasileiros como a Globo, conseguimos multiplicar a nossa voz para que milhões de pessoas conheçam as vantagens do streaming de áudio, e com isso ajudar a capitanear o crescimento da indústria como um todo.”

“E nada melhor do que unir música e audiovisual para entregar uma experiência completa de entretenimento para os usuários. Com a parceria com o Globoplay, passamos a oferecer o melhor dos dois mundos”, finaliza Marcos.

Parceria também em produções exclusivas

O acordo ainda prevê a produção de podcasts e outros conteúdos originais co-exclusivos entre as plataformas Globo e Deezer. Além disso, a parceria traz para a Deezer oportunidades comerciais especiais na Globo. Como por exemplo, a participação já confirmada da plataforma de áudio global como parceira estratégica do The Voice Brasil 2021.

“É uma alegria ter a Deezer no The Voice Brasil 2021. Um reality show musical e uma plataforma de streaming de áudio são um match perfeito entre conteúdo e marca. Que esta seja a primeira de muitas ações”, pontua Manzar Feres, diretora de Negócios Integrados da Globo.

Como assinar

Para adquirir a Deezer Premium em condições promocionais, é preciso acessar o site exclusivo da parceria e seguir as instruções.

Assinantes do Globoplay poderão contratar o streaming de áudio com 12 meses de degustação gratuita, seguidos por um valor reduzido de mensalidade de R$ 14,90. Para ter direito ao benefício, o usuário precisará manter a assinatura do Globoplay por todo o período. Em caso de cancelamento do Globoplay, o usuário poderá manter a assinatura da Deezer, porém a mensalidade será reajustada automaticamente para o valor atual de mercado, hoje de R$ 16,90. Tanto novos, quanto atuais assinantes do Globoplay são elegíveis à promoção. Contudo, atuais assinantes da Deezer não são elegíveis.

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

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A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.

A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.

“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.

Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.

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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

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A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.

As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.

Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.

De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.

Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.

Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.

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