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Global Summit Telemedicine & Digital Health segue como maior e mais relevante encontro sobre telemedicina e saúde digital da América Latina

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Com a pandemia, a telemedicina no Brasil foi aprovada temporariamente pelo Ministério da Saúde em março de 2020 e pela Lei no. 13.989, em abril deste ano. Em todas suas modalidades, ela vem percorrendo um caminho muito promissor e sem volta no Brasil, como acontece, já há alguns anos, em diversos países. Existem muitos exemplos de sucesso, com impactantes, tanto para a saúde populacional como para a economia.

Por isso, mais do que nunca, é hora de discutir sua regulamentação, aplicabilidade e boas práticas. Por isso, a Associação Paulista de Medicina (APM) em conjunto com o Transamerica Expo Center (TEC)confirmaram a segunda edição – desta vez online – do maior e mais relevante evento da América Latina sobre telemedicina e tecnologias em saúde, o Global Summit Telemedicine & Digital Health, cuidadosamente desenvolvido para oferecer aos participantes um evento virtual singular, de uma maneira não só eficiente mas também envolvente, que possibilite uma experiência mais próxima possível da realidade.

A proposta do Global Summit é congregar o ecossistema da saúde digital e telemedicina completo, reunindo todos os atores e os melhores especialistas para compartilhar seu conhecimento e experiências de iniciativas que estão sendo realizadas aqui e em outros países.

“O formato digital do Global Summit Telemedicine & Digital Health nos aproxima ainda mais do nosso propósito, garantindo a ampliação do compartilhamento do conhecimento e experiências de altíssima qualidade, bem como o relacionamento e negócios de uma forma enriquecedora e inovadora”, explica o médico neurologista e presidente do conselho curador do Global Summit Telemedicine & Digital Health, Professor Dr. Jefferson Gomes Fernandes.

As plataformas online integradas permitirão aos congressistas experiências virtuais únicas na seleção das palestras, bem como na interação com os ambientes dos expositores e as salas de apresentação.

A segunda edição do evento conta com o apoio das maiores e mais atuantes associações mundiais de telemedicina, como a American Telemedicine Association (ATA); o Ministério da Saúde de Portugal, através do seu Centro Nacional de Telessaúde (CNTS)/SPMS; e a International Society for Telemedicine and eHealth (ISfTeH), cujo papel é promover a disseminação internacional tanto do conhecimento quanto das experiências em telemedicina e e-health, fornecendo acesso para reconhecer especialistas na área em todo o mundo.

Entre os destaques internacionais confirmados para o Global Summit 2020 estão Esti Shelley, Diretora de Inovação Digital, Ministério da Saúde de Israel; Dr. Andreas Keck da Alemanha – fundador do Strategy Institute for eHealth; Dr. Dirk Peek – médico consultor holandês ; o belga Frank Lievens – secretário-executivo da ISfTeH ; Dr. Guilherme Safioti, da Associação de Medicina Respiratória da Suécia; Dra. Micaela S. Monteiro – Chief Medical Officer para a transformação digital na CUF Saúde, o maior grupo privado de saúde em Portugal; o médico americano Dr. Steve Ommen – professor de Medicina da Faculdade de Medicina da Mayo Clinic; o Prof. Dr. Henrique Martins – Professor Associado em Gestão e Liderança em Saúde, FCS-UBI e ISCTE-IUL; Bernardo Mariano Jr – diretor do Departamento de Saúde Digital e Inovação e Diretor de Informações da OMS; Karsten Russel-Wood, Lider de Marketing do Portifólio Global em Cuidados Conectados da Philips; Professor Shafi Ahmed, cirurgião britânico multipremiado, professor, futurista, inovador e empreendedor; e o médico canadense Emanuel O. Abara, diretor do Richmond Hill Urology Practice and Prostate Institute.

Inscrições

As inscrições para o congresso online podem ser feitas por meio do site do Global Summit Telemedicine & Digital Health: http://telemedicinesummit.com.br/inscreva-se/. Os associados das entidades apoiadoras do evento e da Associação Paulista de Medicina contam com descontos especiais, 15% e 30%, respectivamente.

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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