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Global Retail Show vai reunir líderes do varejo e consumo no mundo

Durante sete dias, cerca de dez mil líderes em 30 países devem participar do evento que quer contribuir com as transformações estratégicas no varejo e consumo do mundo pós-Covid 19
Um dos mais tradicionais eventos de varejo e consumo online, o Global Retail Show, já tem data marcada. Entre os dias 13 e 19 de setembro, será realizada a primeira edição do encontro, que deve acontecer em países de diversos continentes, para discutir a retomada do varejo e o futuro do consumo na perspectiva global, levando conteúdo de mercados relevantes, além do ineditismo da integração de diversos continentes em discussões em tempo real e online. São esperadas cerca de dez mil pessoas nas plenárias e sessões temáticas do evento, que serão distribuídas em 65 painéis com mais de 270 palestrantes nacionais e internacionais.
O evento terá nomes relevantes do mundo para debater as mais importantes tendências na reinvenção dos negócios e terá palestras, discussões, em sessões com temas distribuídos em 19 trilhas de conhecimento e com curadoria de 14 países no conteúdo, incluindo tecnologia, finanças, big data, digital, marketing, shopping center, franchising, foodservice, e-commerce, startup, logística, pessoas, entre outros.
Além do conteúdo qualificado, a maratona virtual contará ainda com a apresentação de pesquisas exclusivas, uma sobre o Consumidor do Amanhã realizada em 14 países e outra, o Futuro do Varejo na Visão de quem faz o Varejo do Brasil, esta em parceria com o Centro de Excelência em Varejo da FGV/EAESP.
Para Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral do Grupo GS& Gouvêa de Souza, o GLOBAL RETAIL SHOW nasceu como uma plataforma de discussão e debate para integrar varejistas e empresas de consumo, para maximizar a colaboração entre empresários, executivos, governos, empresas e a sociedade. “Nossa ambição é que os participantes de todos os continentes discutam e troquem, em tempo real, suas experiências, estratégias, visões, aprendizados e melhores práticas. Da mesma forma que a disseminação global da Covid-19 impactou a todos, sem distinção de geografia ou nível de desenvolvimento, é hora de nos inspirarmos para espalharmos o que pode ser feito de forma positiva e o conhecimento adquirido na crise, para acelerar a retomada e expansão dos negócios e reduzir a desigualdade no mundo”, comenta o empresário.
As palestras nacionais contarão com a experiência de líderes de empresas como Atacadão, Adidas, Amaro, Amazon, BFFC (Bob’s e KFC), Carrefour, Caedu, C&A, Dalben Supermercados, EBIT/NIELSEN, Grupo Audiolar, Grupo Boticário, Itaú Unibanco, Kimberly-Clark, Magazine Luiza, Mondelez, Mundo Verde, McDonald’s, Nestlé, Netshoes, OQVestir/Noda/Fashion Code, Petz, Procter & Gamble, Rappi, Ri Happy/PBKids, RD – Raia Drogasil, Telhanorte-Tumelero, Via Varejo, Vitacon, entre outros. Já a programação internacional do evento tem a confirmação de Peter Diamandis, fundador e chairman da XPRIZE Foundation e também co-fundador e diretor executivo da Singularity University.
Além do conteúdo que será apresentado durante os sete dias, o evento terá todo ano um homenageado especial. Nesta primeira edição, o empresário Abilio Diniz foi indicado como a personalidade do GLOBAL RETAIL SHOW 2020, por ser o mais global dos empresários brasileiros do varejo e consumo.
Essa primeira edição do GLOBAL RETAIL SHOW conta, até o momento, com o apoio de 30 entidades e associações nacionais e internacionais ligadas ao varejo e consumo entre elas: Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), Instituto Foodservice Brasil (IFB), Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP), Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Associação Brasileira de Franchising (ABF), Associação Brasileira das Indústrias Ópticas (ABIOPTICA), Associação Brasileira de Strip Malls (ABMALLS), Associação Brasileira de Marcas Próprias (ABMAPRO), Associação Brasileira das Entidades Representativas e Empresas de Serviço Autorizado em Eletroeletrônicos (ABRASA), Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (ANAMACO), Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL). Entre os parceiros globais estão Ebeltoft Group, China Chain Store & Franchise Association (CCFA) e RDI – Retail Design Institute.
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








