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Gillette apresenta noca campanha “Evidências”, em parceria com Chitãozinho & Xororó

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Gillette apresenta noca campanha "Evidências", em parceria com Chitãozinho & Xororó
Gillette, marca da P&G, apresenta sua nova campanha digital “Evidências”, em parceria com a dupla sertaneja Chitãozinho & Xororó. A campanha, desenvolvida pela agência Grey Brasil, reforça o atual posicionamento de Gillette: incentivar os homens a estarem prontos e confiantes para seguirem suas jornadas e viverem a suas verdades, mesmo quando isso significa desafiar até mesmo as expectativas da sociedade.
“Gillette está ao lado dos homens por mais de 115 anos e reconhecemos que são tempos de mudanças significativas para o homem e para a sociedade. Queremos ser o agente transformador para os nossos consumidores alcançarem seu melhor sempre, para que eles possam enfrentar seus desafios diários e cada um viver a sua verdade. Essa é a mensagem que buscamos transmitir através da campanha ‘Evidências’”, diz Bruno Martins, Diretor de Marketing de Gillette.
O objetivo principal da campanha é construir uma percepção de Gillette como uma marca que apoia todos os homens, proporcionando os melhores produtos de cuidado com a barba e, ao mesmo tempo, encorajando os consumidores a se expressarem e terem a confiança necessária para viverem as suas verdades.
A ação em conjunto com Chitãozinho e Xororó retrata em 3 histórias os tabus que foram criados por anos acerca da masculinidade, como o de que homem não pode chorar, ficar nervoso no primeiro encontro ou achar outros homens bonitos. “Para propor uma nova visão da masculinidade nos dias de hoje, não poderíamos escolher nada melhor do que a dupla Chitãozinho e Xororó e “Evidências”, um hino do Brasil, que fala abertamente sobre expor os seus sentimentos e afirmar as suas verdades”, comenta João Caetano Brasil, Diretor Executivo de Criação da Grey Brasil.
Ficha Técnica:
Agência: Grey Brasil
Campanha: Chega de Mentiras
Cliente: Procter and Gamble Brasil
Produto: Gillette
CEO/Presidente: Luciana Rodrigues
Diretor Executivo de Criação: João Caetano
Diretor de Criação: Guilherme Rex
Diretor de Arte: Raphael Oliveira e Pedro Reis
Redator: Filipe Sanches e João Freire
Head de Planejamento: Mariana Pagano
Planejamento: Isabel Nabuco, Gustavo Dornelles e Danilo Ueno
Managing Director: Maria Pirajá
Atendimento: Gabriela Marques, Júlia Toledo, Nathalie Peixoto e Nathalia Carrieri
RTV: Ricardo Magozo, Rodrigo Giammarino, Fabio Reitzfeld e Stephanie Modesto
CFO: Katherine Matsumura
Produção Integrada: Ricardo Magozo, Rodrigo Giammarino, Fabio Reitzfeld, Mariana Golpian, Stephanie Modesto e Laura Cruz
Produtora de imagem: PARANOÏD
Direção: SALA 12
Direção de Fotografia: Daniel Belink
Direção de Arte: Thais Russo e Adriana Michalski
Produção Executiva: Marcel Weckx, Gabi Hahn e Luiz Armesto
Atendimento: Karina Vallesi
Pós-produtora: Gafanhotto
PostDesigner: Guido Claverie
Finalizadores: Cris Caffaro e Driano Torres
Produtora de Som: Satelite Audio
Direção Musical: Roberto Coelho, Kito Siqueira, Hurso Ambrifi e Thiago Colli
Atendimento: Fernanda Costa, Carol Araújo e Renata Schincariol
Produção Musical: Kito Siqueira, Roberto Coelho, Hurso Ambrifi, Mike Vlcek, Thiago Colli, Charly Coombes, Koitty e Helton Oliveira
Finalização: Carla Cornea, Ian Sierra e Renan Marques
Coordenação de Produção: Ana Cordeiro, Larissa Costa, Giuliana Mendonça e Debora Mendonça
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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