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Gilberto Gil é embaixador da campanha #NãoFiqueEsperando

Seus rins estão saudáveis? A resposta de 10 milhões de brasileiros pode ser não, considerando a estimativa da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), que indica que essa parcela da população sofra alguma disfunção renal. O número significativo de pacientes diagnosticados com doenças renais no Brasil dobrou na última década e cerca de 144.779 pacientes passam pelo tratamento dialítico, de acordo com o censo brasileiro de diálise de 2020, conduzido pela SBN.
Nesse sentido, unindo esforços com sociedades médicas, associações de pacientes e celebridades ao redor do globo, a AstraZeneca e o FazBem – programa de saúde e bem-estar da companhia no Brasil – promovem a campanha de conscientização sobre a doença renal crônica, fomentando o rastreio das doenças renais no Brasil e o cuidado ao paciente. Com o mote #NãoFiqueEsperando, a iniciativa visa promover o cuidado da saúde renal entre a população, enfatizando a importância da prevenção, antecipação do diagnóstico, assim como dos hábitos saudáveis.
Como embaixador global e representante da campanha no Brasil, o cantor e compositor Gilberto Gil participa da iniciativa compartilhando sua história de vida e relação com insuficiência renal. Vale a pena acompanhar seu perfil no Instagram, no qual Gil falará sobre o tema. Além disso, será transmitida uma Live promovida pela The International Society of Nephrology (ISN) pelo Facebook e hub da BBC, com uma série de reportagens especiais com os outros embaixadores globais da campanha.
A parceria com a agência Faro Holding fortalece e amplifica a campanha com a participação de depoimentos de alguns influenciadores em formato de vídeo manifesto. Um deles é o ator Dalton Vigh num set de filmagem esperando para gravar sua cena. Já com a Gabi Brandt o contexto foi dela esperando a família se sentar à mesa para o almoço. A influenciadora e escritora Duda Riedel aparece no vídeo esperando seu livro ficar pronto. Nas cenas, todos os influenciadores estão com as mãos nas costas (nos rins) simbolizando o KV da campanha de #NãoFiqueEsperando, incentivando que as pessoas não fiquem esperando para cuidar da saúde dos rins. Todas essas personalidades vão divulgar nos perfis das suas redes sociais, o que vai gerar visibilidade à campanha e o alcance de milhares de pessoas.
Com a parceria da BCW Brasil, a campanha ganha inovação no conceito e formatos utilizados nas entregas digitais – como o inédito WebStories, um repositório de informações que será utilizado pela primeira vez por uma farmacêutica no Brasil. Outro aliado de peso da campanha é o portal UOL, o principal publisher de conteúdo e líder em audiência no país, que sediará o hub de conteúdos da campanha, oferecendo informação acessível e relevante sobre a doença renal crônica. A parceria com o canal Ter.a.pia no Youtube, traz a história da influenciadora Juzinha Barbiebética, que compartilhará sua rotina com a diálise, sua jornada como paciente de diabetes tipo 1 e da doença renal crônica.
Pacientes e sociedade em geral terão acesso ao conteúdo educativo da campanha, além do questionário promovido pela @isnkidneycare, em parceria com a @astrazenecabr e o @fazbem_astrazeneca. Amplificando as mensagens de conscientização promovidas pela iniciativa, celebridades e influenciadores também irão compartilhar em suas redes informações educativas sobre a doença renal crônica, destacando a importância da prevenção e do cuidado com a saúde renal. Médicos e profissionais da saúde também serão impactados por meio de conteúdos educativos sobre a doença.
Em paralelo, as parcerias com a Federação Nacional das Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil (FENAPAR), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) ampliam a força da causa e aumentam a adesão à campanha junto aos players buscando o engajamento de parceiros que estejam alinhados com os objetivos de negócios e esforços atuais.
“Ao falar sobre a doença renal crônica, assim como a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, nosso objetivo é dar visibilidade a um tema pouco discutido entre a sociedade em geral. As histórias de vida mostram que a DRC está presente em uma parcela importante da população e, por isso, é essencial entender a relação com outras condições – o diabetes e a hipertensão -, e como garantir a prevenção. Ao lado de parceiros e nomes de peso, queremos fomentar o rastreio da enfermidade e promover um movimento de cuidado à saúde renal ao redor do globo”, enfatiza Marina Santorso Belhaus, diretora médica da AstraZeneca Brasil.
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









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