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GetNinjas contrata Jojo Todynho para campanha de branding com foco nos profissionais

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GetNinjas, maior aplicativo para contratação de serviços do Brasil, acaba de assinar contrato com a Jojo Todynho para a próxima campanha de branding que será lançada em breve pela companhia. De forma descomplicada e irreverente, a cantora e apresentadora vai falar sobre como funciona o aplicativo, que oferece mais de 500 tipos de serviços.

“Para inovar cada vez mais, temos o objetivo de reforçar a presença e o reconhecimento da marca para clientes e prestadores de serviços. Esse  é um movimento importante que grandes empresas digitais estão seguindo para alcançar um público ainda mais amplo e fortalecer o posicionamento de suas marcas”, comenta Bruno Morano, CMO do GetNinjas.

Jojo Todynho tem firmado parceria com grandes marcas e atualmente é embaixadora do Banco PAN, que também é parceiro estratégico do GetNinjas. “Em sinergia com o que o PAN vem realizando, estamos muito animados para ter a presença da Jojo, que por meio de uma linguagem única, irá descomplicar e facilitar a comunicação com nossos profissionais e clientes, trazendo ainda mais visibilidade para as soluções ofertadas pelo app”, complementa o executivo.

Em maio deste ano, o GetNinjas estreou a primeira campanha em mídias offline em pontos estratégicos e de alta visibilidade na cidade de São Paulo, intitulada “Conectando quem precisa com quem sabe fazer” para mostrar a variedade de serviços disponíveis no aplicativo. A ação fez parte da estratégia de marketing que foi desenhada pelo CMO.

Como funciona o GetNinjas

O GetNinjas é um aplicativo que conecta prestadores de serviço a potenciais clientes em todo o território nacional. Para profissionais que têm interesse em anunciar serviços no app, primeiro é necessário realizar um cadastro, que é validado após uma conferência feita pelo GetNinjas. Ao ingressar no app, o profissional pode adquirir um pacote de moedas, selecionando uma das opções disponíveis que mais se adequa para a situação dele.

A partir das informações disponibilizadas pelos clientes que entram na plataforma solicitando um serviço, o profissional pode escolher qual cliente atender sem nenhum custo e, caso tenha disponibilidade para atender, ele pode utilizar algumas moedas do pacote adquirido para liberar o contato do cliente. A negociação é realizada fora do app e diretamente entre o profissional e o cliente, sem interferência do GetNinjas, sendo que o valor cobrado pelo serviço vai 100% para o profissional. Após a finalização do serviço, o cliente pode avaliar o atendimento do profissional no aplicativo.

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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