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Gerdau leva jornada da reciclagem para trem em São Paulo

A Gerdau, produtora de aço e recicladora de sucata metálica, está levando a jornada da reciclagem para um trem da Linha 9-Esmeralda entre 15 de agosto e 13 de setembro. O trem da ViaMobilidade, que faz o trajeto Osasco-Vila Natal, foi envelopado com imagens de elementos que formam a circularidade da cadeia da reciclagem, desde a sucata metálica até o produto em aço. Uma das paradas da linha é a estação Autódromo Interlagos, onde ocorrerá o maior festival de música, arte e cultura de São Paulo, o The Town, que terá 330 toneladas de aço Gerdau 100% reciclável em suas estruturas fixas e temporárias.
A ação de mídia Out of Home (OOH) impactará os passageiros que usarem o trem no período, estimulando a reflexão sobre a importância do processo de reciclagem de sucata e da presença do aço no dia a dia das pessoas, como nos meios de transporte. “O público terá a experiência de se aprofundar na cadeia de valor do aço, um material 100% e infinitamente reciclável, e que tem um impacto positivo nas frentes ambiental e social. A Gerdau tem ampliado seu diálogo com a sociedade, fruto de seu posicionamento Business to People, e esta iniciativa nos dá a oportunidade de reforçar o nosso compromisso de descomoditizar a indústria do aço e posicionar a marca dessa empresa brasileira de 122 anos junto aos seus stakeholders”, afirma Pedro Torres, diretor de comunicação e relações institucionais da Gerdau.
As estampas externas do trem, em tons de azul, amarelo e roxo, exibem imagens do processo de produção do aço, da sucata ao produto final e, também, remetem à cenografia da Cidade da Música, palco do festival The Town, por meio de elementos de sucata que formam o skyline de prédios tradicionais de São Paulo.
O envelopamento do trem é parte das ações da Gerdau envolvendo a parceria com o The Town e que conta, desde o seu início, com aspectos de sustentabilidade e inovação. O aço que moldará o novo festival em São Paulo, que ocorre entre 2 e 10 de setembro, resulta de um processo que também engloba a reciclagem de sucata ferrosa, que envolve mais de um milhão de pessoas, incluindo catadores e cooperativas.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








