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Gallo estreia no Brasil campanha global “O sabor que nos une”

Em novo momento de sua comunicação global, a Gallo, marca portuguesa que há mais de cem anos faz parte das refeições de milhões de brasileiros, anuncia nova campanha publicitária apresentando seu novo posicionamento. Com a narrativa “Gallo, o sabor que nos une”, a produção, filmada no Brasil, apresenta o azeite Gallo como um elo que enriquece o sabor dos pratos em momentos de convivência entre famílias e amigos.
“Ao longo dos anos, o ritual de se sentar junto à mesa foi se perdendo. No entanto, percebemos em nossos estudos que o poder de uma comida gostosa em unir as pessoas não mudou. Talvez a refeição não aconteça mais na mesa da sala como fazíamos antigamente, mas o que importa é a essência: pessoas reunidas ao redor do sabor. Nesse contexto, nossa campanha busca inspirar e engajar as pessoas para não desperdiçarem o poder de uma refeição. Comer juntos faz bem e é isso que queremos reverberar com nossos consumidores”, conta Pedro Gonçalves, diretor de marketing global da Gallo.
Criada pela Galeria.ag, a campanha apresenta três filmes que serão veiculados na TV aberta – a estreia ocorreu nesse domingo (23/6) no intervalo do Fantástico, e potencializados com desdobramentos em mídia OOH, estratégia digital e influenciadores. Para o Instagram e TikTok, serão utilizados recursos nativos das plataformas. Além do Brasil, a comunicação será desdobrada para outros países, como Portugal.
Para reforçar a origem da marca, que é um elemento importante para a história de Gallo, a composição de todas as peças publicitárias traz códigos portugueses nas cores, na trilha sonora, no ambiente e no cenário.
“Estamos muito animados com nossa primeira campanha para a Gallo, especialmente por também ser a primeira campanha global da marca. É uma grande responsabilidade e, ao mesmo tempo, uma grande oportunidade de trabalhar com a campanha que vai levar os valores dessa marca tão importante para diversos mercados”, comenta Ana Coutinho, head de negócios da GALERIA.ag.
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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







