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Galinha Pintadinha é a estrela em campanha de vacinação do governo de São Paulo

O ano de 2022 começou com novas e grandes emoções. Foi o início da campanha de vacinação contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 anos. Um momento histórico, e mais uma conquista na luta contra essa crise sanitária.
Para os pais e familiares é um alívio enorme, e para as crianças o momento de prevenção terá um toque de diversão. A Galinha Pintadinha mais uma vez é parceira das famílias brasileiras até na hora de vacinar. A Popó é a estrela da campanha de vacinação contra a Covid-19 no estado de São Paulo, em parceria com o Governo Estadual.
A famosa Pintadinha se transforma na “Galinha Vacinadinha”, e está presente em todos os momentos da campanha, desde os materiais publicitários veiculados pelo Governo do Estado de São Paulo, além do clip com a Galinha Pintadinha, o Galo Carijó e o Pintinho Amarelinho que leva o máximo de informação para as crianças e suas famílias de maneira lúdica, além de um jingle inspirado em suas canções.
Esta não é a primeira vez que a Galinha Pintadinha, companheira de aventuras da criançada, está envolvida em ações vacinais e medidas de prevenção de saúde. Em 2018, a galinha mais amada do Brasil foi a protagonista de uma campanha com o Zé Gotinha, sobre a importância de manter a carteirinha de vacinação dos pequenos atualizada de acordo com o calendário vacinal. No ano passado, a Popó participou da campanha #EuMeCuido, para conscientizar as pessoas dos cuidados que devemos ter para evitar a propagação da Covid-19, como o distanciamento social e uso correto de máscaras – inclusive a Galinha Pintadinha lançou a máscara infantil em parceria com a SPK Protection, a primeira de uso descartável com uma personagem nacional.
“A Galinha Pintadinha apoia a ciência. Sabemos que a vacinação é de suma importância e neste momento auxiliamos na disseminação de informação corroborada pela ciência para a população, uma vez que através do contato com as famílias, as vacinas além de prevenirem doenças, no caso da Covid-19, pode impedir que a criança desenvolva a doença de maneira grave”, comenta Juliano Prado.
Oficialmente, o calendário de vacinação infantil começa no dia 17 de janeiro (um ano após a primeira aplicação em adultos), em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Distrito Federal, a começar pelos portadores de comorbidades conforme o entendimento do Ministério da Saúde.
“O início da vacinação em crianças de 5 a 11 anos é uma grande vitória tanto para elas como para os pais. A Galinha Pintadinha, ou melhor, a Galinha Vacinadinha estar presente na campanha do Governo do Estado de São Paulo é mostrar que ela apoia a ciência, e está presente realmente em todos os momentos da vida dos pequenos e de seus familiares”, comemora Prado.
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Nissin promove “Batalha de Sabores” para disputar a preferência do consumidor em campanha multiplataforma

A Nissin Foods do Brasil acaba de lançar a “Batalha de Sabores”, uma ofensiva estratégica de marketing que coloca frente a frente três de seus produtos mais icônicos na versão Galinha Caipira: Nissin Lámen, Cup Noodles e Nissin Yakissoba U.F.O.. A iniciativa visa não apenas ampliar a visibilidade e a penetração do portfólio, mas também reforçar a lembrança de marca ao convidar o público a eleger qual formato do sabor favorito dos brasileiros merece o título de líder.
A narrativa da campanha utiliza o storytelling por meio dos personagens das marcas para destacar os atributos competitivos de cada item. Enquanto o Nissin Lámen foca na versatilidade do preparo caseiro, o Cup Noodles destaca a praticidade do consumo on-the-go e o Nissin Yakissoba U.F.O. aposta na intensidade de sabor como seu principal diferencial.
A partir do dia 23 de fevereiro, a estratégia de live marketing digital entra em uma fase de “modo invasão” nos perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil. A dinâmica prevê que os personagens batalhem entre si em uma série de conteúdos interativos, contando ainda com o reforço de um time de influencers para gerar proximidade e conversas com a audiência.
“Sabemos que Galinha Caipira é o sabor preferido dos brasileiros. Com a Batalha de Sabores, mostramos como cada produto entrega uma experiência diferente dentro do universo dos macarrões instantâneos e convidamos o público a escolher o seu favorito”, explica Ana Fossati, gerente de marketing da Nissin Foods do Brasil.
Para Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative, a ação eleva um conceito tradicional da marca a um novo patamar de execução. “A Batalha de Sabores é um clássico do universo Nissin. Só que, desta vez, não ficamos apenas no sabor. Acrescentamos novas texturas à disputa, cruzando linguagens e códigos para deixar a comunicação tão irresistível quanto o produto”, afirma o executivo.
Com veiculação prevista até o dia 15 de março, a campanha marca presença em um ecossistema digital robusto, englobando Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai, garantindo que a disputa atinja diferentes perfis de consumidores em seus respectivos ambientes de lazer e entretenimento digital.
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Smartphones não precisam ouvir conversas para prever desejos, aponta especialista em dados

Uma cena recorrente no cotidiano digital alimenta uma das maiores teorias da conspiração da atualidade: após uma conversa em voz alta, sem qualquer busca ativa, o usuário é impactado por um anúncio sobre o exato tema discutido. A sensação de vigilância é real e confirmada por estudos, como o da Universidade de Amsterdã, que aponta que a falta de compreensão sobre a coleta de dados gera especulações sobre uma possível “escuta” via microfone. No entanto, para especialistas do setor, a realidade tecnológica é ainda mais sofisticada — e menos cinematográfica.
Caio Motta, cofundador da Elementar Digital e especialista em marketing de performance, afirma que as plataformas não precisam do áudio para serem precisas. “Trabalho há mais de uma década com marketing de performance e dados. Posso afirmar com segurança que as plataformas não precisam do seu microfone porque elas têm algo muito mais poderoso”, explica. O segredo reside no machine learning e na capacidade de predição de gigantes como Google e Meta, que analisam múltiplas camadas de comportamento para antecipar desejos.
A engenharia por trás da “coincidência”
O rastreamento vai muito além do histórico de buscas. Envolve uma cadeia de correlação que inclui o endereço IP, conexões Wi-Fi e o comportamento de pessoas próximas. “Se sua esposa pesquisou colchões, o algoritmo sabe que vocês dividem o mesmo endereço e estão relacionados. Não precisa de microfone para conectar esses pontos”, pontua Motta.
Soma-se a isso o compartilhamento de dados offline. O tradicional CPF informado na farmácia em troca de descontos conecta compras físicas ao perfil digital. Assim, a compra de um suplemento na terça-feira pode disparar, na quinta, anúncios de roupas de ginástica ou aplicativos de exercícios, criando a ilusão de que o celular “ouviu” um plano de treino.
O viés de confirmação e o mercado de R$ 38 bilhões
O fenômeno psicológico conhecido como viés de confirmação completa a experiência. Em meio a centenas de anúncios ignorados diariamente, o cérebro registra apenas aquele que coincide com uma conversa recente, descartando os “erros” do algoritmo.
Esse ecossistema move cifras bilionárias. No Brasil, o investimento em publicidade digital atingiu R$ 37,9 bilhões em 2024, segundo o Digital AdSpend 2025 do IAB Brasil. “Esse dinheiro não se sustenta em conspiração, se sustenta em resultado mensurável”, ressalta o executivo. Para ele, embora a personalização ajude pequenas empresas e facilite a descoberta de produtos, ela exige vigilância ética contra práticas discriminatórias de segmentação.
Literacia digital e privacidade
Motta destaca que o maior risco à privacidade muitas vezes não vem das grandes empresas auditadas e sujeitas à LGPD, mas de aplicativos menores e data brokers obscuros que solicitam permissões abusivas. A recomendação para quem busca limitar o rastreamento inclui o uso de navegadores focados em privacidade, como o Brave Browser, e a revisão constante de permissões de aplicativos.
“Entender como a publicidade digital funciona virou alfabetização básica para qualquer pessoa conectada”, finaliza Caio Motta. “É uma realidade muito menos cinematográfica, mas, mesmo sem ouvir, os algoritmos sabem muito sobre você e fazem isso com o seu consentimento, escondido naqueles termos de uso que ninguém lê”.








