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Gabriela Onofre é a nova CEO do Publicis Groupe no Brasil

Ao aceitar o convite de Monica Gadsby, CEO do Publicis Groupe na América Latina, para ser CEO do grupo no Brasil, Gabriela Onofre, que construiu a carreira no universo das multinacionais e mais recentemente agregou uma experiência de sucesso no mundo das startups, tornou-se a primeira liderança proveniente de anunciante a assumir o comando de uma holding de comunicação no Brasil. “A Gabi traz a perspectiva do cliente e nos ajudará a fortalecer nosso foco como parceiros de negócios, priorizando o crescimento das marcas e clientes com os quais trabalhamos. Por outro lado, ela também traz uma visão única do mundo de startups. Essa experiência é relevante já que a tecnologia cada vez mais está redefinindo a indústria publicitária”, afirma Monica Gadsby.
Para Gabriela Onofre, um dos principais fatores que a fizeram dizer sim ao cargo de CEO do Publicis Groupe foi o fato de um terço do negócio da holding no mundo vir de dados e tecnologia e de ter crescido globalmente 30% em faturamento nos pós pandemia. “Isso demonstra que o grupo está liderando a transformação da indústria, se organizando como uma plataforma de comunicação e não como um conglomerado de agências”, afirma ela.
Gabriela Onofre acredita que o Publicis Groupe Brasil é muito forte em dados, tecnologia, mídia, commerce, produção, PR e social, além de contar com agências criativas premiadas mundialmente e isso permite um trabalho profundo e personalizado. “A gestão de marcas e negócios é cada vez mais complexa, e a vantagem de trabalhar com o grupo é ter modularidade sem criar complexidade interna nos clientes. Fui, por muitos anos, cliente de várias agências do grupo com as quais construí grandes negócios e marcas. Acredito que esta parceria vai proporcionar a experiência inédita de sermos um grupo de agências com cabeça de cliente, literalmente”, afirma ela.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








