Empresa
GA.MA Italy inicia campanha para apoiar o retorno dos profissionais de beleza ao assumir uma parcela das compras em seu site

A pandemia de Covid atingiu em cheio o mercado de beleza, como o de cuidados pessoais por diversos fatores: enquanto atividade considerada não-essencial foi suspensa e, como consequência, viu uma menor quantidade de dinheiro em circulação e mais incertezas em relação ao futuro. Por outro lado, a taxa elevada de desemprego também propicia uma espécie de migração de novos cabeleireiros e barbeiros em função da necessidade de se reinventar enquanto empreendedores. E para que a categoria possa retornar, muitas vezes é preciso comprar ou trocar as ferramentas como secadores, máquinas de corte, pranchas, modeladores, entre outros.
Ciente do cenário econômico e dos desafios dos profissionais, a GA.MA Italy –líder do segmento – acaba de iniciar uma campanha para apoiar esse momento de retomada e de virada do mercado. Até 2 de agosto todas as compras feitas pelo seu ecommerce (https://www.gamaitaly.com.br/) poderão ser parceladas em até 15 vezes por meio de boleto bancário da VirtusPay e aquelas que passarem de seis prestações mínimas de R$39,90 terão a última prestação paga pela marca.
“Os efeitos colaterais da pandemia do novo coronavírus impactam diretamente a economia e desenham um cenário difícil para o setor de comércio e serviços. Além do fato de muitos negócios estarem paralisados, o consumidor se mostra reticente em suas expectativas de consumo ou de retomar a vida fora de casa mesmo nesse momento em que a quarentena começa a ser relaxada em algumas cidades. Por outro lado, os cabeleireiros e barbeiros precisam estar prontos já de imediato para receber os clientes e, com o dinheiro mais curto, nem sempre a aquisição ou substituição de uma ferramenta é simples”, explica Pablo Abeleira, diretor comercial e de marketing da empresa no Brasil.
Nas palavras dele, essa foi a motivação para que a GA.MA Italy buscasse uma forma de facilitar o acesso ao seu portfólio. O caminho foi a adoção de um novo meio de pagamento – a VirtusPay – que viabiliza a compra parcelada no boleto bancário para quem possui baixo limite no cartão ou até mesmo para quem não o possui. “Nesse momento de retomada, podemos disponibilizar nossa solução para o mercado brasileiro que possui cerca de 100 milhões de pessoas com acesso restrito ao crédito, ou seja, metade da população. A VirtusPay veio para oferecer uma alternativa e promover a inclusão financeira”, afirma o CEO Gustavo Câmara.
Atrelado ao meio de pagamento, a GA.MA se disponibiliza em arcar com uma das parcelas para melhorar o equilíbrio das contas.
Empresa
TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
Empresa
Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









You must be logged in to post a comment Login