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Flexform investe no mercado gamer para ampliar portfólio

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A Flexform marca tradicional de cadeiras giratórias consolidada há mais de 55 anos no mercado anuncia nova fase com ampliação de produtos para a linha de móveis e decoração além de mais uma novidade ao consumidor. A empresa apresenta dois modelos de cadeira gamer, Alpha e Sigma, nas versões Pro e Lite. Projetadas para atender as demandas de quem joga e garantir o máximo conforto, visando a imersão total do player nas partidas.

Conhecida pela alta tecnologia e preocupação com ergonomia, a marca, que tem seu próprio laboratório de testes, aplicou seu know-how para trazer ao universo gamer o conforto semelhante ao das cadeiras corporativas de alto luxo. Tanto os modelos Alpha quanto Sigma trazem sistema ergonômico de apoio lombar integrado; apoia-braço em sistema de regulagens 4D; mecanismo exclusivo com tecnologia italiana, com diferentes graus de inclinação; espuma com densidade inteligente, desenvolvida para garantir resistência, durabilidade, conforto, além de acabamentos de alta qualidade.

Entre os destaques, além da preocupação da marca em garantir a imersão total ao jogo sem que o gamer sinta os desconfortos proporcionados pelas longas horas sentado, a marca também investiu no design elaborado, a cargo do Estúdio de Design da Flexform. Com inspiração em assentos automotivos de carros de luxo, o modelo Alpha segue o design funcionalista, em que a forma segue sua função – de conforto, bem-estar e beleza-, enquanto o Sigma traz assento e encosto em concha única – que remete ao conforto de uma poltrona. Com diferentes variações de cores, os modelos proporcionam alto desempenho e ergonomia.

“As melhores mentes da empresa passaram incontáveis horas dedicadas a criar a cadeira gamer mais ergonômica e mais confortável do mercado. Estamos orgulhosos do nosso resultado”, completa Ennrico Iannoni, Head de Desenvolvimento do Projeto Gamer.

As gamers já estão disponíveis no e-commerce da marca.

 

Campanha

O estúdio criativo Miagui, responsável pelo desenvolvimento da campanha de lançamento, trouxe a experiência imersiva e sensitiva dos gamers como o fio-condutor para apresentar os diferenciais das novas cadeiras da Flexform. O conceito Feel Only The Game, que guiou a criação de todos os conteúdos, é resultado de uma imersão no universo gamer para ter uma “visão de dentro” do comportamento, necessidades e códigos visuais que regem o público.

“O Feel Only The Game é uma tradução do que aprendemos nas nossas entrevistas e pesquisa. O usuário está cada vez mais atento e criterioso em relação à qualidade e segurança da cadeira, o que sabíamos que a Flexform entregaria. Por outro lado, ficou claro que a cadeira é um elemento simbólico do setup gamer e um objeto de desejo do público. Logo, era preciso trazer a linguagem visual e a experiência e sensações dos gamers para contar a história da Alpha e da Sigma.”, explica Cássio Braga, diretor e CEO da Miagui.

As duas peças principais da campanha são as animações de cada uma das cadeiras. Produzidos inteiramente em CGI / 3D, ambas colocam o espectador dentro de um cenário de game para apresentar os benefícios das cadeiras. O objetivo do material é mostrar que com a Alpha e a Sigma é possível estar imerso no game sem se preocupar com nada além de jogar, nem mesmo com as dores das longas horas sentado na mesma posição.

“Ter a chance de colaborar com esse projeto foi incrível. Desde o primeiro momento, a Flexform nos deu toda confiança e liberdade para desenvolver a campanha, mas também de acompanhar e opinar em questões relacionadas ao desenvolvimento do produto. Os dois filmes simbolizam e materializam esse processo. Tenho certeza que a Alpha e a Sigma são apenas o início da jornada da Flexform no universo gamer”, conclui Cássio.

 

Ficha Técnica:

Cliente: Flexform

Agência / produtora: Miagui

Campanha:  Feel Only the game

Atendimento: Daniela Sostisso / Fabricio Soares  / Cris Ramos

Gerenciamento: Renata Souto / Jessica Rodrigues

Direção: Cassio Braga / Carlos Kulpa / Greg Kickow

Criação: Cassio Braga / Greg Kickow / João Francisco Hein

Creative Strategy: João Francisco Hein

Storyboard: Marcos Torres / Ricardo Amaral

Animação 3D: Renan Stein

Audio: Vox Haus

Modelagem: Fagner Nogueira / Jefferson DallEst / Jean Rafael Ehrat / Matheus Abraham Alves

Lookdev: Fagner Nogueira / Jean Rafael Ehrat / Matheus Abraham Alves / Victor Oliveira

Pós produção Stills: Bruno Closs / Daniel Zimmer / Lucas Galan / / Ricardo Oya

Pós produção Filme: Daniel Zimmer / Douglas Liell

Motion Graphics: Daniel Rocha

Aprovação Cliente: Ennrico Iannoni / Rodrigo Norimbeni/ Lygia Teles / Leonardo Carlos.

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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