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Fiat usa o rap para dar voz a filme-manifesto com a sua nova cara

Para reforçar a reconexão da marca com o consumidor e mostrar como a paixão pelas pessoas é sua principal inspiração, a Fiat lança um videoclipe-manifesto com os seus novos valores. Feito em parceria com a agência Leo Burnett TM, o filme de 60 segundos convida o rapper Rodrigo Ogi para interpretar a rima composta pela agência que traz toda a autêntica e espontânea mistura que é a Fiat. Veiculada, pela primeira vez, durante o evento de apresentação virtual do rebranding ocorrida nesta quarta-feira (22), a produção já está disponível nos canais digitais oficiais da marca como YouTube, Facebook, Instagram e Twitter.
“A comunicação e a publicidade são alguns dos pilares mais importantes para a amplificação desta nova imagem da Fiat, pois são eles que chegarão ao maior número de pessoas. Por isso, para encantarmos o público de uma maneira jovem, pop, quente e democrática, desenvolvemos este videoclipe que homenageia a cultura brasileira. Feito com muita paixão, este projeto dá voz à personalidade mezo-brasileira da Fiat e expressa como a marca é apaixonada por cada caminho e pelas pessoas”, disse Frederico Battaglia, Diretor de Brand Marketing Communication da FCA Latam.
Embalado pelo rap composto pela Leo Burnett TM e interpretado pelo Ogi, o clipe reforça de maneira leve como a Fiat está todo o tempo se inspirando em pessoas. No decorrer do dinâmico vídeo, imagens de famílias, paisagens e carros, evidenciam como os diversos aspectos do contexto nacional servem de apoio para que a marca se construa de um jeito único. Com frases em italiano e português, que ressaltam a identidade ítalo-brasileira, são anunciados os valores da nova cara da Fiat.
“O rap envolve muita paixão no jeito de compor e cantar, além de ser um ritmo que está inserido na cultura dos brasileiros. Por isso, casou perfeitamente com este novo momento de comunicação da Fiat”, conta Renato Ramalho, redator da Leo Burnett TM que foi responsável pela composição da música ao lado do Rodrigo D’Angelo, também redator da agência, que completa: “O rap é um movimento muito forte e é parte de uma cultura totalmente guiada por paixão e por história. A Fiat entendeu, respeitou e se identificou com isso. O resultado não podia ser outro que não uma música e um videoclipe incríveis e perfeitos para o novo momento.”
Ao final do filme, se apresenta a renovada assinatura da marca: A Paixão Move. Além disso, também é compartilhada a atualizada Fiat Flag, ícone da marca com quatro linhas que homenageia a origem italiana da companhia de um modo único e atual.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








