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Festival Rocky Spirit Fit Combustíveis contará com dois espaços de exibição de filmes ao ar livre

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Um retorno às origens. Esse é o tom que permeia a dinâmica da edição deste ano do Festival Rocky Spirit Fit Combustíveis, maior evento de cinema outdoor do Brasil, com documentários de curta e média duração produzidos em todo mundo sobre aventuras ao ar livre, que volta a ser exibido da forma que o consagrou: com a presença de público. Uma das novidades da 11ª edição é a instalação de dois telões ao longo da ciclovia da marginal Pinheiros, em São Paulo, para a exibição dos 43 filmes selecionados, muitos ainda inéditos no País. Além disso, a mostra virtual das produções já está em andamento e segue até 3 de outubro, disponível no site ( rockyspirit.com.br). Toda a programação é gratuita. As exibições ao ar livre, em dois pontos na ciclovia da marginal Pinheiros, foram pensadas tanto para os bikers, quanto para o público que deseja ir de carro assistir às obras. A tela na altura da Ponte Jaguaré só pode ser acessada de bicicleta, no formato "ride-in". Já no ponto de exibição da Miguel Yunis, o público pode chegar de carro. A programação do evento prevê programações complementares nos dois pontos. Na mostra virtual, os filmes estarão disponíveis no website, on-demand, gratuitamente, para serem assistidos na ordem e ritmo que cada pessoa quiser. Também serão disponibilizadas algumas playlists divididas por temas e modalidades, como "Bike", "Mulheres", "Neve", "Adrenalina" e "Brasil". "O Rocky Spirit apresenta os melhores documentários nacionais e internacionais sobre vida ao ar livre, esportes e meio ambiente. Tudo o que faz parte desse universo e desafia a maneira de ver o mundo tem espaço no festival. O propósito é inspirar o público a buscar uma vida mais verdadeira, saudável e conectada com a natureza", conta Andrea Estevam, diretora-geral e de Conteúdo da Rocky Mountain e responsável pelo evento. Premiação - Este ano, o Festival Rocky Spirit Fit Combustíveis terá duas novidades na concessão dos prêmios. Além de contar com votação do público na mostra virtual e do júri, o Melhor Filme Nacional será premiado com R﹩ 6 mil. O júri conta com nomes como Renata Falzoni (vereadora, filmaker e cicloativista), Suzana Vidigal (Cine Garimpo), Ignacio Aronovich (fotógrafo), Sylvio Rocha (diretor de cinema) e Rosana Fortes (brand manager do Strava). Além disso, pela primeira vez, o público escolherá o Melhor Filme de Bike, que dará R﹩ 6 mil ao vencedor, com oferecimento do aplicativo Strava.
Um retorno às origens. Esse é o tom que permeia a dinâmica da edição deste ano do Festival Rocky Spirit Fit Combustíveis, maior evento de cinema outdoor do Brasil, com documentários de curta e média duração produzidos em todo mundo sobre aventuras ao ar livre, que volta a ser exibido da forma que o consagrou: com a presença de público. Uma das novidades da 11ª edição é a instalação de dois telões ao longo da ciclovia da marginal Pinheiros, em São Paulo, para a exibição dos 43 filmes selecionados, muitos ainda inéditos no País. Além disso, a mostra virtual das produções já está em andamento e segue até 3 de outubro, disponível no site ( rockyspirit.com.br). Toda a programação é gratuita.

As exibições ao ar livre, em dois pontos na ciclovia da marginal Pinheiros, foram pensadas tanto para os bikers, quanto para o público que deseja ir de carro assistir às obras. A tela na altura da Ponte Jaguaré só pode ser acessada de bicicleta, no formato “ride-in”. Já no ponto de exibição da Miguel Yunis, o público pode chegar de carro. A programação do evento prevê programações complementares nos dois pontos.

Na mostra virtual, os filmes estarão disponíveis no website, on-demand, gratuitamente, para serem assistidos na ordem e ritmo que cada pessoa quiser. Também serão disponibilizadas algumas playlists divididas por temas e modalidades, como “Bike”, “Mulheres”, “Neve”, “Adrenalina” e “Brasil”.

“O Rocky Spirit apresenta os melhores documentários nacionais e internacionais sobre vida ao ar livre, esportes e meio ambiente. Tudo o que faz parte desse universo e desafia a maneira de ver o mundo tem espaço no festival. O propósito é inspirar o público a buscar uma vida mais verdadeira, saudável e conectada com a natureza”, conta Andrea Estevam, diretora-geral e de Conteúdo da Rocky Mountain e responsável pelo evento.

Premiação – Este ano, o Festival Rocky Spirit Fit Combustíveis terá duas novidades na concessão dos prêmios. Além de contar com votação do público na mostra virtual e do júri, o Melhor Filme Nacional será premiado com R﹩ 6 mil. O júri conta com nomes como Renata Falzoni (vereadora, filmaker e cicloativista), Suzana Vidigal (Cine Garimpo), Ignacio Aronovich (fotógrafo), Sylvio Rocha (diretor de cinema) e Rosana Fortes (brand manager do Strava). Além disso, pela primeira vez, o público escolherá o Melhor Filme de Bike, que dará R﹩ 6 mil ao vencedor, com oferecimento do aplicativo Strava.
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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