Empresa
Festival de Verão de Salvador é a primeira ação da plataforma de música da TIM em 2023

A TIM inicia as ações da sua plataforma de música em 2023 desembarcando na Bahia. A empresa estreia como patrocinadora master do tradicional. Festival de Verão de Salvador, que volta repaginado ao Parque de Exposições nos dias 28 e 29 de janeiro após uma pausa de dois anos por conta da pandemia. Será o primeiro grande evento da cidade depois do lançamento do 5G na capital baiana e a operadora aposta na tecnologia e inovação para oferecer uma experiência inédita aos frequentadores.
“O 5G transforma completamente as possibilidades de uso do celular em locais com grande público, como os festivais de música. Quem for cliente TIM vai vivenciar a nova era desses eventos, de plena conexão. É uma tecnologia que suporta mais acessos simultâneos e com alta qualidade de navegação, além de aprimorar a experiência no 4G ao liberar espaço de tráfego. As pessoas poderão compartilhar seus momentos em tempo real. Estamos liderando a implementação da rede de quinta geração no Brasil justamente para oferecer esse tipo de experiência”, comenta Fabio Avellar, Chief Revenue Officer da TIM. O executivo destaca ainda a consistência do apoio da operadora à música: “tivemos diversas iniciativas em 2022, incluindo o patrocínio ao Rock in Rio, e vamos ampliar ainda mais a plataforma de música, buscando também regionalizar os projetos. É um prazer participar de um festival tão tradicional da Bahia e do Nordeste, principalmente agora nessa retomada mais diversa e inovadora, que é a cara da TIM”, acrescenta.
Nesta edição, o Festival de Verão de Salvador tem consultoria musical de Zé Ricardo, parceiro da TIM em projetos como o TIM Music Rio e o Festival TIM Music Mulheres Positivas e um dos curadores mais renomados do Brasil. Realizado pela Bahia Eventos, empresa de entretenimento da Rede Bahia, o festival pretende estimular os conceitos de liberdade, inclusão, acolhimento e diversidade. Serão 16 shows, divididos em dois palcos principais – intitulados Cais e Ponte – encabeçados por um line up que traz encontros criativos entre artistas de diferentes linhagens, estilos e gerações, da cena baiana e nacional. O público verá cruzamentos musicais de naturezas múltiplas, como os de Criolo com Ney Matogrosso, Ludmilla com Glória Groove e Jão com Pitty, além de parcerias já consolidadas, a exemplo da apresentação de Gilberto Gil com Caetano Veloso. O evento abraçará ainda causas sociais e ambientais que reforçam o compromisso com a comunidade local e o meio ambiente.
O Festival de Verão Salvador é realizado pela Bahia Eventos, empresa de entretenimento da Rede Bahia, e tem a correalização da Salvador Produções e da Luan Promoções.
Empresa
Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
Empresa
Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








