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Fernanda Souza protagoniza nova campanha “Tudo em um Blip”

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Take Blip, empresa que atua com soluções inteligentes de comunicação, relacionamento e vendas entre marcas e consumidores em aplicativos conversacionais, como o WhatsApp, acaba de lançar mais um capítulo da sua campanha “Tudo em um Blip”.  O novo vídeo é protagonizado por Fernanda Souza e, nele, a atriz dá vida a diferentes personagens, mostrando como a plataforma Take Blip  pode trazer mais eficiência e melhores resultados no dia a dia das empresas.

Toda a campanha foi pensada e desenvolvida em parceria com a Agência Crush e irá circular nos canais digitais do Facebook, Google, LinkedIn, Tik Tok, ROIx, Adserver, Amazon Advertising, além de OOH (mídia Out of Home) em São Paulo, Fortaleza, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, nos aeroportos de Guarulhos, Congonhas, Galeão e Confins e na rádio CBN.

“Nossas campanhas têm sido movidas com o objetivo de mostrar, de forma simples, como funciona nossa solução. Para esta campanha em especial, a grande ideia foi mostrar isso imerso no dia a dia das empresas. No vídeo, é possível ver uma série de problemas e dificuldades que as organizações têm no atendimento, no tratamento de informações e na qualidade do relacionamento oferecido aos clientes. Porém, mostramos que, em apenas um Blip, a gente consegue resolver isso”, destaca Bruna Parma, Head de Marketing Take Blip.

A campanha foi lançada esta semana e espera atingir cerca de 120 milhões de pessoas.

Ficha técnica:

Cliente: Take Blip

Produto: Take Blip

Marketing: Camila Coelli, Fábio Guglielmelli, Leilane Arães

Campanha: Tudo em um blip.

Títulos: Fernandas e Mágica

Aprovação cliente:

Agência: Crush

Diretor de Criação: Chico Veron

Roteiro/Redação: Chico Veron, Roberto Stahelin

Direção de Arte: Diego Silva, Beatriz Crocco

Atendimento e RTV: Leandro Rossi

Produtora de imagem: Bando Studio

Direção: Leandro HBL e Ohana Ribeiro

Ass. Direção: Cris Ghattas

Dir. Fotografia: Vagner Jabour

Dir Arte: Marcelo Larrea

Produção Executiva: Greg Bogossian

Dir. Produção: Guilherme Valiengo

Head Atendimento: Delio Santiago

Atendimento: Larissa Deruzzi

Montagem: João Franco

Finalização e Color Grading: Eduardo Nascimento

Motion Gaphics: Fábio Meira

Produtora de áudio: Fat Cat Audio

Produção de áudio: Daniel Arruda, Rafael Campanini

Atendimento produtora áudio: Steffanie Ventura

Fotógrafo: Vinicius Monchizuki

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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

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A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.

As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.

“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.

Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.

A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.

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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

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A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.

A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.

O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.

A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.

Ajuste estratégico e eficiência operacional

A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.

“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.

Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.

A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.

Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.

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