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Fenatran: “A melhor de todos os tempos”, afirma VP de Vendas.

Ricardo Alouche, vice-presidente de vendas, marketing e serviços da Volkswagen Caminhões e Ônibus, resume o resultado do espaço da VWCO, como o melhor de todos os tempos na Fenatran 2022.
LGL Case conseguiu de forma impecável traduzir o novo conceito de brand design da Volkswagen mundial, criado na Alemanha, em 2020. “Foi a agência que mais entendeu o briefing, se aprofundou no processo e entregou um resultado espetacular”, comenta o vice-presidente da VWCO.
O resultado foi surpreendente: todas as pessoas que passaram pelo maior estande da feira, com mais de 4.200m² de área construída e integrada, vivenciaram uma experiência única e extremamente inovadora.
Para que as pessoas pudessem ter uma real imersão no espaço com o novo conceito de brand design e conhecer a fundo os lançamentos para esta inovadora geração de caminhões – por lá, estavam expostos 16 modelos das famílias VW Delivery, Constellation e Meteor, além dos elétricos VW e-Delivery, representantesdo maior desenvolvimento da história da montadora alemã nesse setor – a LGL criou formas criativas de interação e entretenimento, que foram muito além da simples apreciação. “Tivemos 200% de elogios. Contamos com a presença do Presidente mundial e do VP mundial de RH do Group Traton, VW, e eles ficaram impressionados. Realmente, a LGL trouxe algo a mais”, pontuou Luciano Cafure, diretor de Marketing da VWCO.
“Não teve uma pessoa sequer, que entrou aqui ou que passou no nosso estande, que não tenha elogiado o padrão, a qualidade e a interatividade nas atividades com nossos clientes finais. Então, a LGL inovou, mais uma vez, trouxe elementos que não vimos em nenhum outro estande” disse Alouche, acrescentando. “A entrega realmente teve uma qualidade superior ao que a gente imaginava antes da feira”.
Um dos diferenciais foi o test-drive que dava a oportunidade de dirigir o VW Meteor, o maior veículo VW do mundo. Um mega painel de instrumentos com todas as funcionalidades reais fizeram sucesso com os participantes.
A experiência de dirigir o VW e-Delivery no dinamômetro, e em frente à tela gigante de LED deu a real sensação de dirigir pelas ruas.
O simulador de corridas, proporcionou a gameficação da Copa Truck ao enfrentar os pilotos reais de forma virtual.
Totens interativos, para cada veículo da nossa frota, exposta na Fenatran, exibiram todas as informações e permitiram que os visitantes navegassem pelos principais sistemas e componentes dos caminhões.
Além do estande, a Volkswagen Caminhões e Ônibus contou com um espaço exclusivo no auditório para a realização da Convenção VWCO Fenatran 2022, durante todo o período de realização da feira. Foram mais de 1400 participantes, de todo o Brasil e exterior.
Hospitality, confraternização e visita guiada pela Fenatran foi a entrega prime da LGL Case onde os convidados aproveitaram todas as ativações de forma VIP.
Sete anos de LGL case: “Nossa missão é proporcionar o bom da vida, colocando amor em tudo que fazemos”, pontua Luís Gustavo Costa, proprietário da LGL. “Dessa forma, os projetos acabam virando cases e criando belas histórias”.
Com milhares de eventos, ações de cross marketing e mais de 400 mil pessoas vivenciando as experiências de marcas criadas pela empresa, na assinatura de eventos, desde a estrutura até a gestão, incluindo cenografia, montagem, ativações, staff e multimídia; ações promocionais, segmentadas e interativas, com desenvolvimento de brindes, ativações em blitz, merchandising e PDV; feiras e estandes, com elaboração de projetos em 3D, montagem, criação de identidade visual, cenografia, estrutura e produção. Além de cross marketing, que conecta e ativa marcas, gerando oportunidade de leads e novos negócios.
A agência também atua em comunicação e marketing, desenvolvendo projetos e comunicação visual como BTL, PDV, peças publicitárias e samplings; estratégias por meio de consultoria customizada e planejamento de ações, considerando foco, metas e budget do cliente; produção editorial, com consultoria personalizada para conteúdo de publicações e editorias on e off-line: website, redes sociais, revistas e informativos. E ações de marketing digital para mídias sociais, lives e sites, que inclui diagnóstico da marca, criação e gestão de conteúdo, planejamento de campanhas, mineração de público alvo, ferramentas de gestão, SEO e mobile APP.
Créditos da imagem: Frasnelli Studio
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.








