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Feira EBS recebe mais de 1.000 visitantes na edição de 2021

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A 19ª Feira EBS | Evento Business Show e o 6º Congresso MICE Brasil finalizaram a edição de 2021 com sucesso, em São Paulo. De forma segura, o evento reuniu mais de 40 empresas expositoras e recebeu 1.027 visitantes presenciais em dois dias de atividades no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

Além da exposição e do Congresso, os últimos dias 27 e 28 contaram também com as reuniões proporcionadas pelo Speed Meeting, a maior rodada de negócios do segmento MICE – Meeting, Incentives, Conferences and Exhibitions. Foram 65 empresas compradoras e fornecedoras reunidas na abertura de cada um dos dias, com oportunidades de negócios e networking para profissionais gestores de eventos, marketing, treinamento, incentivo e compras, organizadores de eventos técnicos e científicos, DMCs, agências de live marketing, eventos, viagens corporativas e incentivo.

A 20ª edição da Feira EBS, em 2022, já está com data marcada: será nos dias 1 e 2 de junho, no Centro de Convenções Rebouças.

Comunidades pós-festivais e metaverso abrem conteúdo do segundo dia

O segundo dia de atividades do 6º Congresso MICE Brasil, no último dia 28, abriu a agenda com o painel “Arte, Cultura e Conhecimento: As comunidades pós-festivais”, falando da importância da união destes três pilares e das experiências de três grandes cases durante a pandemia, o Hack Town, com Ralph Peticov, Co-fundador e Experience Designer do evento; o Menos 30 Fest, com Leticia Castro, especialista em Inovação da Globo; e a Virada Sustentável, com André Palhano, Fundador e Organizador. A moderação foi de Rodrigo Cordeiro, Criador e Diretor na Graffiti Pela Água.

“Essa retomada está sendo complexa, fomos um mercado muito machucado nesses últimos dois anos, mas vamos vencer. Para muitos é um recomeço. Nós, do Hacktown, optamos por não fazer versões digitais, não tivemos edição em 2021 porque nosso evento é presencial, onde as pessoas se falam, se misturam, é um evento feito para isso, com ênfase no público. E agora é o momento de entender como retomar e vai ser incrível. Eu acredito em readaptação, em evolução. Somos brasileiros, gostamos de andar junto, de fazer carnaval, e vamos nos preparar para aglomerar em 2022”, afirmou Ralph Peticov.

“Estamos voltando aos poucos, percebemos que nada substitui o encontro físico, ao mesmo tempo que nada vai ser como antes, o híbrido estará sempre presente a partir de agora. Neste ano, na Virada Sustentável, ainda fizemos 100% online, mas já conseguimos fazer algumas apresentações na parte cultural que ocuparam a cidade de um modo criativo e interessante. Fomos um dos primeiros eventos na capital que voltaram com presença de público, embora com espaço controlado”, pontuou André Palhano.

“Os eventos digitais ganham em escala, então a tendência dos festivais será mesmo o formato híbrido. O Menos 30 Fest acontece em novembro, dessa vez ainda todo digital em três dias, pelo Youtube do G1, mas já estamos pensando num modelo híbrido para a próxima edição, porque entendemos que o presencial tem um impacto importante”, complementou Letícia Castro.

Na sequência, o painel “Metaverso no Mundo dos Eventos” foi comandado pela MCI Brasil, com a participação de Theresa Oiticica Braconnot, Head of Planning na MCI; Karine Guimarães, Diretora de criação na MCI; Ney Neto, Business Innovation Director na MCI; e Hermano Pinto, diretor do Portifólio de Tecnologia e Infraestrutura da Informa Markets, que comentou sobre o uso do metaverso no case Futurecom deste ano.

“Passamos uma série de aprendizados nesses dois últimos anos, sobre a evolução dos eventos, que serão transformados em híbridos, com a junção das experiências presenciais, agregação de audiência e outras experiências virtuais, como a do metaverso. Ele é uma ferramenta que proporciona maior imersão dos clientes – e dos clientes dos clientes – num evento digital”, explicou Hermano Pinto.

Segundo ele, trata-se de uma grande ferramenta tecnológica que permite que as pessoas tenham a percepção de um mundo virtual, como se fosse real, permite experiências, imersão e ajuda no aprendizado. Esta será a experiência agregada na Futurecom Digital Week – junto com a tradicional grade de palestras do evento, participantes da vão poder protagonizar experiências dentro da plataforma, acessando o metaverso e serão conectados a quatro ilhas flutuantes, onde cada uma delas terá atividades que irão remetê-los aos mundos com as temáticas de Digital Divide (cidade inclusiva), Smart City, Agro World e Industry World.

 

Gamificação, gestão de pessoas, híbrido e 50+

Os palcos do Congresso seguiram com os painéis simultâneos. João Zaggia e Andressa Pinheiro, da Triunica Gamification, falaram sobre a importância da gamificação no engajamento da audiência, com o tema “Aperta O Play, Stop ou Pause – Gamificação Digital e/ou Presencial Para Esse Tal ‘Novo Normal’.

“Nosso assunto foi uma grande provocação: como está sendo essa volta? A gamificação chega para engajar, criar uma conexão mais significativa entre as pessoas, seja numa apresentação, num treinamento, numa aula. Então, o que é efetivo neste momento, que cuidados preciso ter neste retorno, quais são os melhores formatos, o que vai ser mais assertivo para o interlocutor”, explicou Andressa.  Ela também falou sobre o que é o “pause”, quais os caminhos a escolher, e o que é o “stop”, o que é preciso saber sobre o que é perigoso e arriscado para esse novo momento. “Será que eu testei a plataforma escolhida para gamificar? Será que meu interlocutor vai entender ou ela é complexa demais? Por isso nossa dica, dentro de gamificação para eventos, é: vá para a simplicidade. O simples já é complexo no jogo”, exemplificou.

Raul Costa, Head de Digital na Macfor, liderou o painel “Gestão de Pessoas começa na contratação”. “Acredito muito no modelo híbrido, inclusive para trabalho, e precisamos respeitar o momento de cada colaborador, tem aqueles que não podem trabalhar presencialmente e, ao mesmo tempo, muitos que sentem a falta do escritório. O que aprendemos é que faz falta conversar, estar próximo ajuda, o olho no olho, ao mesmo tempo que aprendemos que o home office traz muita qualidade de vida, aproxima as pessoas da família e as deixa mais feliz”, comentou. “O que mais gosto de fazer é montar times de alta performance, quais são as características que se busca em um gestor e o que temos que olhar no momento da contratação para que esse time possa performar bem, com pessoas felizes e dentro dos objetivos da empresa? Capacidade analítica, de resolver problemas. Responsabilidade, habilidade de negociação com o cliente é o que as agências precisam hoje e são atributos que, inclusive, não se aprende em faculdade, mas na prática”, complementou Costa.

“O híbrido é mais do que isso” foi o tema abordado por Vanessa Martin, Diretora na VM Consultoria, e por Silvana Torres, Presidente da MarkUp. “O processo do híbrido no Brasil e fora dele é absolutamente irreversível. Ele tem vantagens complementares ao virtual e ao presencial, para fazer entregas de maneira mais ampla, além de vantagens econômicas envolvidas. O evento híbrido é mais caro do que só presencial ou só virtual, por ser uma combinação entre eles e mais trabalhoso. Tem também complexidades operacionais, com atividades não sincronizadas, permite ser disponibilizado em qualquer horário, não apenas simultaneamente onde o presencial está acontecendo, e isso estende seu valor residual. Por esse motivo há mais interesse das marcas, que podem se perpetuar muito mais na cabeça das pessoas do que se tivesse apenas o evento presencial. Um ótimo cenário para ser trabalhado. Vai dar mais oportunidades para os profissionais e vai aumentar os resultados para quem faz a roda girar, que são os clientes, as associações, os patrocinadores”, explicou Vanessa Martin.

Dimas Moura, Fundador do Canal Sou Mais 50, falou sobre a experiência do canal e deu diversas dicas ao público 50+ no painel “De zero a 50 até que foi fácil. Quero ver dos 50 aos 100”. “Tenho 64 anos e muitas coisas precisam ser feitas para que você tenha uma vida mais plena após os 60. Do zero aos 50, até que foi fácil, porque tínhamos a juventude do nosso lado. Mas e dos 50 aos 100, o que as pessoas esperam da vida?”, comentou Moura. Foram abordadas 20 dicas para melhorar a qualidade de vida, como a importância da saúde, do tempo, do propósito, da parte financeira, da possibilidade de movimentação para outras cidades, a necessidade do engajamento da família, entre outros pontos, além de dicas sobre como se reinventar nessa fase.

Já Daiane Lima, Diretora Executiva da Facilitydoc falou sobre “Protocolos e Legalização de Projetos em Tempos de Pandemia” e Michelle Rodrigues, da GTD (Getting Things Done), abordou sobre o tema “Brainstorm, Prazos… como lidar com uma lista de tarefas que nunca termina?”.

Novidades da edição

Os palestrantes do Congresso participaram ainda do espaço Podcast, uma das novidades deste ano na Feira EBS – um estúdio completo, montado em parceria com a Hoffman, para entrevistas com convidados durante a programação dos dois dias. O espaço contou com sistema de transmissão online e em formato híbrido, para promover interação com o público presencial e online do evento.

O conteúdo do 6º Congresso MICE Brasil também pôde ser acompanhado ao vivo pela plataforma online do evento, com palestras divididas em três salas de transmissão. O acesso também pôde ser feito por meio de um APP exclusivo, desenvolvido para a Feira EBS pela Applaud, representante oficial no Brasil da Canadense Eventmobi, empresa líder mundial em tecnologia para eventos. O Congresso MICE Brasil é considerado o maior evento de conteúdo voltado ao segmento MICE (Meeting, Incentives, Conferences and Exhibitions) realizado no país.

A edição de 2021 da Feira EBS contou com o patrocínio do Centro de Convenções Rebouças, da Hoffmann e AM Gastronomia. Além do apoio dos fornecedores:  QRid, Inac Live, Cava Segurança, Facility Doc, Triart, Mchecon Locações, Applaud/Eventmobi, Primeiro Plano, All In Eventos, Premium Serviços Médicos. Também conta com apoio institucional do Visite São Paulo, Benefício SP, Unedestinos, AMPRO – Associação de Marketing Promocional / Live Marketing, APP Campinas, ABEOC Brasil – Associação Brasileira das Empresas de Eventos, MPI e IMA Brasil.

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Rock in Rio é a segunda marca que mais emociona os brasileiros e a quinta mais amada, de acordo com pesquisa da GfK

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A emoção é o sentimento que move o Rock in Rio desde a primeira nota musical que soou na edição de 1985. Com 41 anos recém-completados no último dia 11 de janeiro, o festival se prepara para entregar uma edição em 2026 que promete ser histórica, reunindo nomes como Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons, João Gomes e Orquestra Brasileira, além de outras atrações que serão anunciadas em breve. É a partir dessa relação construída ao longo do tempo que o Rock in Rio é reconhecido por sua potência e presença na vida das pessoas, sendo apontado, dentre as maiores marcas do Brasil, como a segunda que mais emociona os brasileiros, de acordo com estudo conduzido pela GfK uma empresa NielsenIQ. O mesmo estudo mostra ainda que, entre os frequentadores de festivais, o Rock in Rio é a marca que mais emociona entre todas as demais marcas. Outro dado apontado pela pesquisa é que, quando comparado as maiores marcas do Brasil, o festival é considerado a quinta marca mais amada pelos brasileiros.

A pesquisa realizada com mais de 1,3 mil pessoas entre 15 e 50 anos, moradoras do Rio de Janeiro e São Paulo, mostrou, entre os resultados, que o Rock in Rio impressiona e reforça a conexão da marca com o brasileiro: o festival é considerado o evento mais importante do Brasil nos últimos anos, a frente de grandes forças como Olimpíadas, Copa do Mundo, Fórmula 1 e Carnaval. Já em uma lista que reuniu as maiores marcas do Brasil, os brasileiros colocaram o Rock in Rio como a quinta mais amada, enquanto, no recorte de quem frequenta festivais, o evento ocupa a segunda posição entre todas as marcas citadas.

Outra informação que chama a atenção diz respeito ao irmão mais novo do festival, o The Town. Mesmo com duas edições, o festival já é amplamente reconhecido e querido, figurando entre os três principais festivais e as 20 marcas que mais emocionam brasileiros e festivaleiros. No estudo, junto ao Rock in Rio, foram testadas 29 marcas (as maiores de suas categorias e do Brasil) para que se obtivessem os resultados comparativos.

Em 2026 essa história e o legado continuam. A Cidade do Rock está se preparando para voltar a ser palco de experiências únicas pensadas para surpreender o público desde a chegada até o último acorde. O Palco Mundo chega com uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda a sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um grande painel visual. Outro destaque da edição é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais emblemáticos do festival e um dos mais pedidos pelos fãs. Após 2024, o balé no céu da Cidade do Rock volta a integrar a programação com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos, criando uma experiência visual e sensorial que vai emocionar para além dos shows que acontecem nos palcos.

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Demanda por eventos corporativos aumenta quase 20% e impulsiona mobilidade corporativa em 2025

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O setor de eventos corporativos no Brasil registrou um crescimento de 19,98% no número de eventos realizados entre janeiro e 10 de dezembro de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados são da DataEventos, ferramenta de inteligência de mercado da plataforma MeEventos. O estudo analisou mais de 50 mil solicitações de propostas e 20 mil eventos corporativos movimentados na plataforma.

O mercado corporativo de eventos passa por um momento de consolidação, no qual iniciativas antes vistas como ações de branding agora migraram para a estratégia comercial das empresas. A comparação entre 2024 e 2025 revela aumentos expressivos mês a mês na realização de eventos, com destaque para fevereiro, que apresentou alta de 72,6% no volume de eventos realizados. Outros meses também registraram crescimento relevante: março (+36,7%), maio (+35,3%), abril (+27,5%), junho (+26,7%) e janeiro (+26,4%) mostram um início de ano aquecido. No segundo semestre, a tendência de alta permaneceu, ainda que em ritmo mais moderado: outubro cresceu 28,2%, setembro 21,7%, julho 11,6%, agosto 9,7% e novembro 6,5%.

No entanto, a taxa média de conversão apresentou queda: passou de 66,22% em 2024 para 57,45% em 2025, ou seja, uma redução no número de propostas de eventos que efetivamente se concretizam em contratos fechados, um sinal de que o mercado está mais competitivo e exigente. A expectativa é de maior concentração de eventos entre os meses de agosto e dezembro, seguindo o padrão observado no ano anterior, um alerta para fornecedores e organizadores se prepararem com antecedência para atender à alta demanda.

“É um movimento que tem se intensificado desde 2023. Estamos observando um crescimento acelerado dos micro eventos corporativos, encontros estratégicos organizados pelas empresas para aproximar clientes atuais, conquistar novos, fortalecer parcerias e engajar fornecedores. Além de reforçar o relacionamento, esses eventos têm se mostrado uma excelente oportunidade para gerar negócios e atrair novas oportunidades. Os dados consolidados confirmam não apenas a retomada, mas a consolidação do setor de eventos corporativos como um pilar estratégico nas empresas. O salto na demanda e o aumento na concorrência mostram que o mercado está mais dinâmico e exigente”afirma Tiago Ferreira, CEO da MeEventos.

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