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Feira de franquias espera mais de 100 marcas em sua primeira edição presencial pós pandemia

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A Franchise4u (https://www.franchise4u.com.br ), feira no formato de reuniões pré-agendadas, já tem data definida para volta. O primeiro evento, dos 15 programados para 2022, será em São Paulo, no dia 27 de janeiro, das 9h às 21h, no Hotel Pullman Vila Olímpia, na rua das Olimpíadas, 205. As inscrições para visitantes são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://www.franchise4u.com.br.

Com uma previsão de cerca de 100 marcas para a edição da capital paulista, a Franchise4u foi a idealizadora deste novo formato de feiras de franquias, baseado em reuniões individuais e pré-agendadas entre o investidor e as marcas de seu interesse. O visitante interessado conversa frente a frente com o representante da rede de franquia de seu interesse, para tirar dúvidas e conhecer melhor a marca na qual ele planeja investir. Todo encontro é previamente agendado pelo site da feira. Essa organização, além de possibilitar um contato pessoal com cada empreendedor, ainda garante que o evento seja livre de filas e aglomerações e com menor investimento para os franqueadores, uma vez que é realizado em salões de grandes hotéis, sem necessidade de gastos com montagem de stands, projetos, instalações, recepcionistas, segurança etc.

Alessandro Pinheiro, gerente comercial de expansão da Pilão, conta que está desde 2019 expondo a marca nas feiras realizadas pela Franchise4u. “Eu gosto muito de participar pela organização e pelo formato pioneiro do evento. É sem sombra de dúvidas a melhor feira para nossa marca. Já chegamos a fechar, em uma única feira, 24 franquias”, declara o expositor.

Para a primeira edição pós pandemia, os organizadores estão animados. Sentimos uma boa receptividade da notícia da volta da feira por parte das marcas. Nossa equipe comercial está bastante otimista. Esperamos um número de visitantes próximo ao dos anos anteriores à pandemia e com certeza voltaremos com tudo”, explica Mônica Mujalli, executiva da feira.

A Franchise4u, com seu modelo dinâmico, já realizou 35 edições por diversas cidades brasileiras e seus números são muito positivos. “Ao longo desses anos já foram geradas mais de 30 mil reuniões com investidores e mais de 450 marcas participantes, trazendo um impacto muito positivos aos visitantes e aos franqueadores. Acreditamos que o mercado está represado e a Franchise4u continua sendo uma grande oportunidade de negócio. Com certeza vamos começar o ano de forma bem positiva”, afirma Fernando Sodré, presidente da Franchise4u.

De acordo com dados divulgados pela ABF, o setor de franquias apresentou recuperação no 2º trimestre deste ano, mantendo assim sua trajetória rumo a níveis pré-pandemia, indica a Pesquisa Trimestral de Desempenho realizada pela associação. Segundo o estudo, feito em parceria com a empresa de pesquisas AGP, o faturamento no 2º tri de 2019 foi de R$ 43,122 bilhões, passou a R$ 27,720 bilhões no ano passado e chegou a R$ 41,140 bilhões de abril a junho deste ano. A variação foi de -35,7% de 2019 para 2020 e de +48,4% para 2021. A receita da franchising mostra, portanto, recuperação significativa no trimestre pesquisado, quando comparado ao ápice dos efeitos da pandemia (em 2020).

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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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