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Fazer ou não fazer Avatar do Facebook? Eis questão!

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Se você entrou no Facebook ontem, com certeza se deparou com diversas animações e interações diferentes. Isso tudo porque a rede social lançou os Avatares no Brasil, as figurinhas personalizadas e autênticas que enlouqueceram o público chegam para ajudar as pessoas a se expressarem de forma divertida com amigos e familiares. Por enquanto, a novidade conta com 10 figurinhas, planos de fundo para posts e roupas personalizadas.

Além disso, você mesmo pode personalizar seu Avatar da forma que quiser! Ele será seu personagem virtual que te representará em seu Feed de Notícias, nos Stories, no Messenger e até em sua foto de perfil! Então, a ideia é que você capriche nos estilos e seja criativo para não decepcionar os amigos, hein! Opção não falta, já existem diferentes estilos de cabelo, tons de pele, roupas e stickers com palavras e frases que todo brasileiro gosta de usar no dia a dia.

A verdade é que essa moda dos Avatares não vem de hoje, e todo mundo já está acostumado a criar personagens em suas redes sociais para se divertir. Vamos voltar à época de ouro, quando o Orkut lançou os famosos Buddy Poke, quando o Bitmoji virou sucesso no tempo do Snapchat ou até quando a Apple decidiu entrar na dança e lançar o Memoji. Para você qual foi a melhor época?

Bom, essa discussão pode ir muito longe, mas o que já deu para ver é que a novidade do Facebook tem dado o que falar até nas redes sociais vizinhas. Além do momento nostálgico com os antigos avatares, outro assunto intrigou os usuários: a ameaça na segurança digital e a quebra de privacidade dos dados pessoais.

Você se lembra do caso do FaceApp? O aplicativo que manipula fotos também foi um sucesso em diversos momentos nos últimos anos, seja com efeitos para envelhecer, para trocar de gênero ou para ter o rosto de um bebê. Porém, o FaceApp foi identificado como uma grave ameaça para a segurança digital, mesmo que tudo não passe de uma brincadeira. Tudo ocorria porque ao baixar o aplicativo o usuário ‘concorda’ entrelinhas em disponibilizar muitos outros dados pessoais além de suas fotos na galeria.

Os internautas ainda lembram que o recente título da Netflix, ‘Dilema das redes’, ilustra essa quebra de privacidade com clareza, mas mesmo assim, ninguém aprendeu muita coisa.

Agradar a todos é uma missão difícil e agora o Facebook entendeu o recado. Os usuários também estão revoltados alegando que os novos Avatares não tem diversidade de corpo, não tem diversidade de gênero, além de acusarem os personagens personalizados como objetos racistas e gordofóbicos. Esperamos que o Facebook consiga atualizar a nova função o mais rápido possível para que todos se sintam incluídos, já que representatividade importa – e muito!

Se você ficou curioso e ainda não entrou na moda dos Avatares, não perca tempo e vá conferir como ficou o seu personagem personalizado!

Para criá-lo é fácil:

– No Feed de Notícias, toque em Comentar sob qualquer publicação;

– Toque em um ícone com um rosto feliz e, logo em seguida, clique no botão colorido;

– Toque em Criar seu avatar;

Se você não achar esta opção, basta procurar a publicação de um amigo e lá você encontrará a opção ‘Experimentar’; ou em algum comentário com os stickers é só clicar no ícone com o sorriso e, na sequência, aperte em ‘Fazer seu Avatar’.

Depois de criado, mostre para todo mundo!

Para compartilhar seu avatar:

– No Feed de Notícias, toque em Comentar sob qualquer publicação.

– Toque em um ícone com o rosto feliz e selecione uma figurinha de avatar.

Você também pode excluir seu avatar, caso não goste.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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