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Falconi oferece app gratuito para que empresas monitorem saúde e cuidados preventivos de colaboradores durante a pandemia

O DayWay conta com dashboard que acompanha, em tempo real, a realização dos protocolos de saúde recomendados
A Falconi, maior consultoria brasileira de solução de problemas, irá oferecer gratuitamente para 100 empresas um aplicativo que permite o acompanhamento da saúde dos colaboradores durante a pandemia e, principalmente, na fase de retomada das atividades. O Dayway, app desenvolvido pela consultoria e que normalmente é utilizado pelas empresas para gerir tarefas e rotinas de operações de vendas, de produção, de logística, dentre outras funções, foi adaptado para avaliar o quadro sintomático dos funcionários e sugerir uma rotina de higiene e cuidados preventivos.
Com as boas práticas disponibilizadas é possível acompanhar, por meio de checklists e monitoramento, a realização dos protocolos de higiene, segurança e saúde (como utilização de álcool gel e lavagem das mãos). O aplicativo une a facilidade da tecnologia e a efetividade da gestão diária, permitindo que as empresas garantam a saúde das equipes que trabalham de forma remota, bem como a realização das rotinas dentro do padrão de qualidade planejado.
“Um dos mais importantes pilares para a Falconi é o cuidado com sua equipe. Por isso, estamos investindo em formas de ajudar as empresas a continuarem produtivas, com responsabilidade e respeito pelas pessoas”, afirma Luiz Roberto Prates, sócio da Falconi.
A Falconi está entre as empresas que colocou em prática medidas de apoio, focadas principalmente nos pequenos e médios empreendedores. O Falconi Juntos, programa realizado pela consultoria, realiza mentoria gratuita para 50 pequenos e médios negócios. Por meio da FRST Falconi, empresa de desenvolvimento de competências do grupo, foi oferecida formação online gratuita para colaboradores de trê mil companhias.
Além destas iniciativas, a Falconi também é parceira do Covid Radar do Pacto Global da ONU, coletivo de mais de 40 empresas que coordenam esforços para enfrentar os desafios da Covid-19 no Brasil; Compre do Bairro, movimento sem fins lucrativos, que visa a melhoria da rentabilidade e gestão dos pequenos negócios; Todos pela Saúde, atuando no auxílio da gestão e governança dos recursos da iniciativa;
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








