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Facebook investirá US$1 bilhão em criadores até 2022

O valor será usado para promover programas de bônus para os criadores do Facebook e do Instagram
Nesta quarta-feira (14), o Facebook anunciou que pretende investir mais de US$1 bilhão até o ano que vem em programas que recompensem os criadores pelos conteúdos gerados por eles na plataforma e também no Instagram. O valor será usado em ações de apoio aos produtores mundialmente, inclusive no Brasil.
A iniciativa visa dar suporte para que os criadores consigam se sustentar a partir do trabalho nas redes sociais e vai beneficiar aqueles que atingirem metas usando as ferramentas de criação e de monetização. “Nosso objetivo é ajudar o maior número possível de criadores a encontrar sucesso de forma sustentável e de longo prazo em nossos aplicativos”, diz o comunicado.
Programas de Bônus do Facebook
De acordo com o Facebook, os programas de bônus serão sazonais e vão alcançar criadores de diferentes nichos de conteúdo. O anúncio também destaca que já existem algumas formas de bonificações para os convidados, como o Badges e o Desafio de Estrela, e que em breve haverá uma seção em que esses recursos poderão ser acessados, tanto no Facebook quanto no Instagram.
Além disso, a rede social declarou que os bônus serão direcionados para os criadores que seguem todas as políticas de monetização de parceiros e que irá seguir os seguintes princípios para distribuir os benefícios:
- Autêntico: desenhados para recompensar os criadores que estão criando conteúdo original e de alta qualidade de que as pessoas gostam.
- Acessível: desenvolvidos para oferecer suporte a criadores de todos os tamanhos e de diversos setores, com oportunidades de ganho para uma variedade de conteúdo em nossos aplicativos.
- Simples e prático: requisitos fáceis de entender a respeito das ações que os criadores podem realizar a fim de desenvolver os próprios negócios.
Bônus disponíveis no Facebook e Instagram
- Bônus In-Stream: pagamento,nos próximos quatro meses, de um bônus único para criadores selecionados que usam o anúncios in-stream em vídeos;
- Bônus de Estrelas: Estamos expandindo o Desafio de Estrelas para todos os criadores, incluindo gamers. Os criadores de vídeos e de jogos participantes receberão um bônus mensal por atingir marcas específicas de Estrelas nos próximos três meses.
- O bônus de anúncios no IGTV, disponível agora para criadores nos Estados Unidos, permite que os criadores ganhem um bônus único para se inscrever em anúncios IGTV e ganhar uma parte da receita quando os anúncios são veiculados durante seus vídeos.
- O bônus de Badges em Lives está disponível para criadores de 11 países, dentre eles o Brasil, e recompensa os criadores quando eles atingem certos marcos com a Badge, como fazer uma Live com outra conta.
- O bônus Reels Summer serálançado nas próximas semanas para criadores dos EUA e pagará os criadores pelos ótimos conteúdos de vídeos do Reels no Instagram. Os criadores podem encontrar o Reels Summer na nova seção de bônus do aplicativo Instagram e ganharão com base no desempenho de seus Reels.
No momento, os bônus só estão disponíveis para criadores convidados, em ambas as redes sociais. Para saber mais, inscreva-se no Facebook for Creators ou na seção Bônus do Instagram, que estará disponível em breve. Para mais informações, consulte o anúncio completo aqui.
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.









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